NOSSA CONVENÇÃO.

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"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." - Jeremias 3:15 (ACF).

COORDENADORIA

COORDENADORIA DO LESTE DE MINAS CIDADE DE CORONEL FABRICIANO MG e-mail do blog reverendorj@ig.com.br Entre em contato conosco. Através do nosso e-mail, você pode: - Enviar sua sugestão de matéria; - Divulgar o seu artigo; - Anunciar os eventos da sua igreja (caso seja da CNADF); - Solicitar parceria ou permissão para publicar nossos textos; - Enviar sua palavra de elogio ou de crítica. SOMOS PREGADORES DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Dia 07 de Março

 

Fundação da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, 1804
 

Uma menina muito pobre, filha de operários em um vilarejo do País de Gales, chamada Mary Jones se motivou a aprender a ler para ler a Bíblia – que eram escassas e caras – e tinha que ir diariamente à casa de uma senhora conhecida para ler as Escrituras. Ela juntou moedas seis anos em seu cofrinho e caminhou 25 km até uma cidade onde pudesse adquirir uma Bíblia. Sua história sensibilizou um grupo de líderes que, em 1804, fundou a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, pioneira dentre tantas outras que se seguiriam, visando a disseminação mundial da Palavra de Deus e a um custo acessível. Destacamos hoje a Sociedade Bíblica do Brasil.
   SAMPAIO...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Alberto Oliveira

1 Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim.
2 Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus.

Davi compôs esse salmo em um dos mais difíceis momentos de sua vida, quando estava fugindo de um golpe, encabeçado pelo seu próprio filho Absalão; que o queria matar (1). Dificilmente, (espero), você se encontra em tal situação. Mas há uma situação levantada pela súplica e desabafo de Davi que todo nascido de novo passa: multiplicação de inimigos. Não há nada de surpreendente nisso, muito pelo contrário, a inimizade do ser humano para com Deus recai sobre os Seus filhos. O mundo tem um pai, que não é Deus, segundo o próprio Jesus, o mundo não odeia os seus, mas aos filhos de Deus sim, porque assim como Cristo, estes denunciam as obras daqueles - que são más; e assim como objetivaram matar Jesus, farão o mesmo com seus filhos. Os que não são de Deus, têm o diabo por pai, e realizam a obra deste - mentira e assassinato, mas os que quiserem viver piedosamente em Cristo, serão perseguidos (2).


3 Porém tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória, e o que exalta a minha cabeça.
4 Com a minha voz clamei ao Senhor, e ouviu-me desde o seu santo monte.

Assim como Davi, podemos estar em uma situação de "desespero sombrio" (3) em alguns momentos. Mas, sempre que olhamos para o Senhor, encontramos uma fonte de força e confiança, uma proteção paterna e doce, que nos traz ânimo. Quando olhamos para a Sua força, santidade e promessas de amor - ganhamos confiança para erguer a voz e clamar, sabendo que sempre seremos ouvidos.

"O favor do Senhor é uma fonte de singular consolação para todo aquele crente que sofre (...). Em tais ocasiões, deveríamos dar conta de que Deus nos honra, fazendo-nos objeto da ministração de Seu consolo e misericórdia (...). Ele, da Sua própria boca, nos chama de bem-aventurados" (4)

5 Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou.
6 Não temerei dez milhares de pessoas que se puseram contra mim e me cercam.

Muitos confundem as coisas Tuas, Senhor; ajuda-nos a Lhe compreender! Há quem ensine, e há quem crê que, para os filhos de Deus não existe problemas. Que suas vidas serão um mar de rosas. Quanto engano! A própria Escritura, e a história da Igreja testemunham contra essa mentira. Mentira essa que enfraquece ainda mais o cristão, quando pego de surpresa pela adversidade. O filho de Deus, anda pelo vale da sombra da morte, por meio a guerras onde caem milhares a sua direita e esquerda; quanto mais fiel sermos a Cristo, mais perseguição teremos; entretanto, a paz verdadeira (e o ânimo decorrente dela), só Cristo pode nos dar - mesmo em meio as tribulações (5).Não esqueçamos jamais de nossa dependência vital a Cristo. Ele é quem nos sustenta. Nossa vida, salvação, alimentação, saúde, paz, livramento - está em Suas santas mãos; o que temeremos nós, tardios em crer?

8 A salvação vem do Senhor; sobre o teu povo seja a tua bênção.

O ilustre reformador de Genebra, comentando este texto afirmou: "Desta passagem aprendemos que a igreja será sempre libertada das calamidades que lhe sobrevêm, porque Deus, que é poderosos para salvá-la, jamais suprime dela sua graça e sua bênção" (6).

Tenhamos essa certeza em nossos corações, que "a salvação vem do Senhor".O livramento momentâneo e a salvação eterna de cada cristão está nas mãos do Pai. Descansemos, e que nossa preocupação seja anunciar a Sua boa vontade, e não murmurar, lamuriando-se pelos cantos - ainda que nossos filhos ou amigos nos envergonhem, roubem e tentem nos matar. Ainda que essa morte se dê no campo do respeito, ou dos relacionamentos, Tu és nosso fiel Senhor; a qual nos submetemos e confiamos para nossa proteção! Se Davi pode viver assim - pelo poder de Deus; nós poderemos também - pelo mesmo poder de Deus. Que a Sua bênção seja hoje e sempre sobre nós!

Referências:
(1) 2Samuel 15.13-23;
(2) João 7.6-7, 8.21-50, e 2Timóteo 3.12;
(3) MACDONALD, Willian - Comentário Bíblico Popular do Antigo Testamento - Mundo Cristão, p. 373;
(4) CALVINO, João - A Verdadeira Vida Cristã - Fonte Editorial, p. 55;
(5) Salmos 23.4; 91.7,  2Timóteo 3.12; João 16.33;
(6) CALVINO, John - Salmos; comentários, vol. 1 - Editora Fiel, p.78.

Falando entre vós em Salmos (Ef 5.19), são pequenas reflexões leigas, para incentivar a leitura e meditação devocional, nos Salmos, tanto no nível pessoal como em um nível comunitário.


Lαλουντες εαυτοις ψαλμοις ...

--
Alberto M de Oliveira
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"O SENHOR, contudo, disse a Samuel: 'Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O SENHOR não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o SENHOR vê o coração'." 1Sm 16.7

"Se, no Evangelho, você crê no que quer e ignora o que não quer, você não crê no Evangelho, mas em si mesmo." Agostinho


"Perdoa quem decide que a graça é para todos, e não apenas para os que merecem, porque, se alguém recebe o que merece, recebe outra coisa que não é graça" Israel Belo de Azevedo



sábado, 12 de fevereiro de 2011

Entrevista Com Billy Graham

Billy Graham Fala sobre a velhice e sobre os evangélicos nos dias atuais

O evangelista diz que “às vezes cruzou a linha” na política “, e que a velhice pode ser um momento solitário”, e adverte os evangélicos de serem “vítimas de nosso próprio sucesso.
”Mesmo através de sua luta com a sua audição, visão, e outros problemas de saúde na sua nona década, Billy Graham continuou a fazer o que ele fez com todos os presidentes americanos desde Harry Truman.
No ano passado, ele se reuniu e orou com o presidente Obama e, em dezembro, ele se encontrou novamente com o ex-presidente George W. Bush. Mas se ele pudesse voltar e fazer tudo de novo, ele disse ao Cristianismo Hoje, que teria se mantido afastado da política.
Desde a morte de sua esposa há quase quatro anos, ele passa a maior parte de seu tempo em sua casa em Montreal. Embora raramente aparece em público, seu filho Franklin Graham disse que seu pai gostaria de pregar novamente, mas a data não está confirmada.

Leia abaixo algumas das perguntas feitas pela Christianity Today, a Billy Graham:

- Que conselho o senhor daria para as pessoas que estão envelhecendo?
 
Primeiro, aceite como parte do plano de Deus para sua vida, e agradeça-lhe todos os dias pelo dom da vida daquele dia. Nós olhamos para a velhice como algo a ser temido, e é verdade que não é fácil.
Eu não posso dizer honestamente que eu gosto de estar velho não ser capaz de fazer a maioria das coisas que eu costumava fazer, por exemplo, e ser mais dependente dos outros, e enfrentando os desafios físicos que eu sei que só vão piorar.
A velhice pode ser um momento solitário, a filhos espalhados, cônjuge e amigos que se foram.
Mas Deus tem um motivo para nos manter aqui (mesmo que nem sempre entendamos isso), e precisamos recuperar a compreensão bíblica de que a vida e a longevidade são dons de Deus e, portanto, como algo bom. Várias vezes a Bíblia menciona pessoas que morreram “em um boa velhice “.
Então, parte do meu conselho é aprender a estar contente, e que só vem quando aceitamos a cada dia como um dom de Deus e compromete-lo em suas mãos. As palavras de Paulo são verdadeiras em cada etapa da vida, mas especialmente à medida que envelhecemos “piedade com contentamento é um grande ganho” (1 Tm 6:06)..
A outra parte do conselho que eu daria é o outro lado da moeda, por assim dizer. É assim: À medida que envelhecemos, devemos focalizar não só o presente, mas mais e mais sobre o céu. Este mundo, com todas as suas dores e tristezas e dos encargos, não é nosso lar definitivo.
Se conhecemos a Cristo, sabemos que temos “uma herança que jamais poderá perecer, macular ou desbotar, temos reserva nos céus para vós” (1 Ped. 1:4). Eu sei que não vai demorar muito para eu estar indo lá, e estou ansioso por esse dia. Céu nos dá esperança e faz com que as nossas cargas presentes sejam mais fáceis de suportar.

O que senhor diria para os filhos que têm pais idosos?
 
Quando somos jovens geralmente não pensamos muito sobre envelhecer, ou sobre os nossos pais envelhecerem ou não pensamos nada sobre isso. Mas isso vai acontecer, se eles viverem o tempo suficiente. Então a primeira coisa que eu diria para aqueles cujos pais estão envelhecendo é estarem preparados para isso, e aceitarem o que lhe traz responsabilidades.
Então sejam pacientes com eles. Eles podem não ser capazes de fazer tudo que já fizeram, mas isso não significa que eles são necessariamente impotentes ou incompetentes. E estajam atentos às suas necessidades, incluindo as suas necessidades emocionais e espirituais.
Às vezes, eles só precisam saber que você está lá, e que você se importa com eles. Seja sensível também. Às vezes eu tenho visto as crianças se tornarem pesadas e insensíveis ao lidar com seus pais que estão envelhecendo, isso só causa ressentimentos e mágoas.
Por outro lado, pode tornar-se necessário intervir e insistir que lhe entreguem as chaves do carro, ou deixá-lo lidar com suas finanças, ou mesmo arranjá-los para ir a um lugar onde eles terão um melhor atendimento. Eles podem resistir, e você precisa se colocar no lugar deles e perceber o tumulto que essas alterações podem causar-lhes.
Mas eles precisam perceber que você está fazendo isso porque os amam e querem o melhor para eles. E orar para eles, que eles venham experimentar a paz e o conforto de Deus à medida que envelhecem. Algum dia você vai estar lá também, e o que você faz agora vai ser um exemplo para seus filhos.

Se você pudesse, você iria voltar e fazer algo diferente?
 
Sim, claro. Eu passaria mais tempo em casa com minha família, e eu estudaria mais e pregaria menos. Eu não teria realizado tantas palestras, incluindo algumas das coisas fiz ao longo dos anos que eu provavelmente não precisava realmente fazer, casamentos e funerais e dedicatórias de construção, coisas assim.
Sempre que eu aconselho alguém que sente o chamado para ser um evangelista, eu sempre instá-los a guardarem o seu tempo.
Eu também me mantiria afastado da política. Eu sou grato pelas oportunidades que Deus me deu para ministrar às pessoas em lugares altos, as pessoas no poder têm necessidades espirituais e pessoais, como todos os outros, e muitas vezes eles não têm ninguém para conversar. Mas olhando para trás,eu sei que às vezes cruzei a linha, e eu não faria isso agora.

Quais são as questões mais importantes para os evangélicos de hoje?
Eu sou grato pelo o ressurgimento evangélico que temos visto em todo o mundo no último meio século ou mais. Ele realmente foi obra de Deus. Não era assim quando eu comecei, e estou espantado com o surgimento de novos seminários evangélicos e de organizações e igrejas, uma nova geração de líderes comprometidos com o evangelho, e assim por diante.
Mas o sucesso é sempre perigoso, e precisamos estar atentos e evitar que nos tornemos vítimas de nosso próprio sucesso. Será que vamos influenciar o mundo para Cristo, ou o mundo vai nos influenciar?
Mas a questão mais importante que enfrentamos hoje é a mesma que a igreja tem enfrentado em cada século: Será que vamos alcançar o mundo para Cristo? Em outras palavras, vamos dar prioridade ao mandato de Cristo de ir por todo o mundo e pregar o evangelho?
Ou vamos nos virar cada vez mais para dentro, presos em nossos próprios assuntos internos ou polêmicos, ou simplesmente nos tornarmos mais e mais confortáveis em nossa posição?vivendo a igreja para dentro e não para fora.
As questões centrais do nosso tempo não são econômicos, políticos ou sociais, por mais importantes que sejam. As questões centrais do nosso tempo são morais e de natureza espirituais, e o nosso chamado é para declarar o perdão de Cristo, esperança e poder de transformação para um mundo que não O conhece e segui-Lo. Nunca nos devemos esquecer isso.
(Traduzido e Adaptado por: Padom – Via ChristianityToday)


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Muitos têm alertado a respeito do alto custo do aquecimento global para a humanidade. Os jornais e os noticiários de TV estão cheios de previsões tenebrosas sobre o colapso da economia mundial: milhões morrerão ou serão desalojados em virtude de secas, fomes e inundações, enquanto Londres, Nova York e Tóquio, juntamente com outras cidades litorâneas, afundarão nos mares cujo nível subirá. Um relatório também predisse que todos os frutos do mar estarão extintos em cinqüenta anos.
A respeito desse panorama há diversas possibilidades. As principais são:
1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana (queima de combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás, queima das florestas tropicais, etc.). Por isso, os governos devem tomar medidas urgentes para salvar o mundo da catástrofe.
2. O aquecimento global é real mas não se tem certeza sobre as causas. Pode tratar-se de atividade solar e parte de um ciclo de aquecimento e esfriamento das temperaturas na Terra. Nesse caso, não há nada que os governos possam fazer a respeito.
3. O aquecimento global é um engano usado por aqueles que querem implantar um governo mundial. Eles estão tentando amedrontar as pessoas para que se submetam aos seus planos.
Vamos analisar essas questões:

1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana

De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC), apoiado pe la ONU , as temperaturas globais poderão aumentar entre 1,4° C e 5,8° C entre 1990 e 2100. O aumento das temperaturas, por sua vez, poderá provocar outras mudanças, inclusive o aumento do nível dos oceanos, a quantidade e o padrão das chuvas. É possível que essas alterações aumentem a freqüência e intensidade de eventos meteorológicos extremos como inundações, secas, ondas de calor, furacões e tornados. Outras conseqüências incluem reduções na produção agrícola, diminuição das geleiras, redução das correntes de verão, extinção de um grande número de espécies e o aumento de organismos transmissores de doenças.
Em seu congresso de 2003, a Sociedade Meteorológica Americana adotou uma declaração que dizia:
As atividades humanas tornaram-se uma fonte destacada de mudanças ambientais. Muito urgente é [considerar] as conseqüências da abundância crescente de gases de estufa na atmosfera... Como os gases de estufa continuam aumentando, estamos, na realidade, realizando uma experiência climática global, que não foi planejada nem é controlada, cujos resultados poderão apresentar desafios sem precedentes ao que conhecemos e prevemos. Eles também poderão ter impacto significativo sobre nossos sistemas naturais e sociais. Trata-se de um problema de longo prazo que requer uma perspectiva de longo prazo. Importantes decisões aguardam os atuais e futuros líderes nacionais e mundiais.
Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico.
Manifestações para salvar o planeta têm sido realizadas ao redor do mundo. Em Londres, um evento organizado pela “Stop Climate Chaos” exigiu que o governo aja contra a ameaça do aquecimento global. O primeiro-ministro inglês Tony Blair declarou que se trata “do mais importante relatório sobre o futuro publicado pelo meu governo”. Angela Merkel, a chanceler da Alemanha, disse-lhe que enfrentar a questão das mudanças climáticas será uma prioridade para a presidência alemã do G8 (grupo das nações industrializadas) em 2007. A secretária do Exterior do Reino Unido, Margaret Beckett, disse num encontro em Nova Delhi que o subcontinente indiano poderá enfrentar uma combinação de secas e elevações do nível do mar – que devastarão as colheitas de cereais e forçarão milhões a fugir dos seus lares – como resultado da elevação das temperaturas globais.

2. O aquecimento global é real mas pode ser causado pelo sol

Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.
Uma minoria de cientistas está afirmando que as mudanças climáticas, tais como o aquecimento global, são causados por alterações no sol e não devido à liberação de gases de estufa na Terra. O sol fornece toda a energia que movimenta nosso clima, mas ele não é a estrela constante que pode parecer. Estudos cuidadosos durante os últimos vinte anos mostram que seu brilho geral e a energia desprendida aumentam levemente à medida que sobe a atividade das manchas solares até seu ponto mais alto em um ciclo de onze anos. Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.

3. O aquecimento global é um engano

Há aqueles que são ainda mais céticos nessa questão. Christopher Monckton escreveu um artigo intitulado “Caos climático? Não acredite” no jornal britânico The Sunday Telegraph em que começou sugerindo que “o pânico provocado em torno das mudanças climáticas é menos relacionado com a intenção de salvar o planeta do que com a ‘criação de um governo mundial’, conforme a preocupante afirmação de Jacques Chirac”.
Ele apresenta evidências, mostrando como a ONU falsificou informações acerca do problema através da sua agência, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC). Monckton cita David Deming, um geocientista da Universidade de Oklahoma (EUA), que escreveu um artigo avaliando as temperaturas na América do Norte através de dados de perfurações. Isso lhe deu credibilidade com o PIMC, que lhe pediu que participasse de suas pesquisas. Deming afirma: “Eles pensaram que eu era um deles, alguém que iria perverter a ciência a serviço de causas sociais ou políticas. Um deles abaixou a guarda: um destacado pesquisador na área do aquecimento global enviou-me um surpreendente e-mail, que dizia: ‘temos que nos livrar do período de calor da Idade Média”’.
O período de calor da Idade Média é um fato bem documentado da história, mostrando que na época as temperaturas eram em torno de 3°C mais elevadas do que atualmente. De acordo com o artigo de Monckton:
Então não havia geleiras nos Andes ; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente. Havia pouco gelo no Polo Norte, uma esquadra chinesa circunavegou o Ártico em 1421 e não o encontrou. Dados de 6.000 perfurações em todo o mundo indicam que as temperaturas globais eram mais elevadas na Idade Média do que agora.
De acordo com o artigo de Monckton: “...não havia geleiras nos Andes; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente.”
Após esse período, as temperaturas caíram bem abaixo dos níveis atuais. Nos séculos XVII e XVIII ocorreu a “Pequena Era do Gelo”, quando o Tâmisa, junto à ponte de Londres, congelou de maneira tão sólida que uma Feira de Inverno foi realizada em 1607 com um conjunto de tendas sobre o próprio rio, oferecendo uma série de diversões, inclusive boliche sobre o gelo.
O relatório original do PIMC, publicado em 1996, apresentava um gráfico dos últimos mil anos, mostrando corretamente que as temperaturas na Idade Média tinham sidos mais altas que as atuais. Mas o relatório de 2001 continha um novo gráfico sem qualquer indicação de um período de calor medieval, indicando temperaturas uniformes até o começo da Era Industrial. Esse gráfico mostrava incorretamente que o século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Essa informação mostra que a história está sendo deliberadamente falsificada por uma agência da ONU.

Aquecimento global e governo mundial

Também é possível que haja um elemento de verdade em todas as três possibilidades. O aquecimento global pode ser causado parcialmente pela atividade humana e em parte pelo sol. Com certeza, ele está sendo usado para promover a idéia de que a governança mundial apoiada pe la ONU é a solução do problema. Quer seja real ou não, trata-se de uma questão ideal para unir as nações. É possível argumentar que nenhuma nação por si mesma pode resolver o problema e que, se ele não for solucionado, todos morreremos. É necessário que as nações trabalhem juntas para evitar isso. A ameaça também pode ser usada para dar aos governos desculpas para impor impostos mais elevados e exercer maior controle sobre a população...
Em seu artigo, Christopher Monckton referiu-se a uma afirmação do presidente francês, Jacques Chirac, que relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: “esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer a governança ambiental global, algo que a França defende incansavelmente, em particular com sua proposta de criar uma organização ambiental da ONU, que será discutida pelos líderes mundiais na cúpula da ONU em Nova York em setembro”. Em um discurso anterior no Encontro da ONU sobre Mudanças Climáticas em Haia (20/11/2000), ele afirmou: “Pela primeira vez, a humanidade está instituindo um que a França e a União Européia gostariam de ver criada”. (ênfase do autor).
É interessante que existe agora um consenso de opiniões sobre essa questão, favorecendo a agenda verde, nos três principais partidos do Reino Unido. Esse consenso é compartilhado pelos poderes que dominam a União Européia. Com os Democratas em ascensão nos EUA, é provável que as questões ambientais serão mais importantes que a “Guerra ao Terror”. Se a Rússia, a China, o Japão e a Índia puderem ser persuadidos a participar, a pressão para impor algum tipo de solução global para o problema poderá ser irresistível para o resto do mundo.

O meio ambiente – uma questão espiritual

É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver.
Também é interessante que existe uma idéia semi-religiosa relacionada a tudo isso – a controvertida Teoria Gaia, denominada assim por causa da deusa da Terra dos antigos gregos. Essa teoria foi desenvolvida pelo cientista britânico James Lovelock durante a década de 1960, enquanto ele trabalhava no Projeto Viking, analisando a possibilidade de vida em Marte. Enquanto analisava o que sustinha a vida na Terra e observava a atmosfera terrestre, com seu delicado equilíbrio de oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, metano e resquícios de outros elementos, ele teve a idéia de que a Terra era um todo vivo e interdependente, capaz de controlar a si mesmo e de eliminar ameaças, da mesma maneira que um corpo lida com doenças e traumas.
De acordo com essa idéia, a Terra é um sistema vivo imenso e eternamente interativo – um planeta vivo, flutuando no espaço, e cada parte do seu grandioso mecanismo afeta todos os outros, tanto para o bem como para o mal. A Terra teria certos órgãos especialmente importantes, como as florestas tropicais e os pântanos, que seriam mais importantes para o meio ambiente do que outras partes do sistema. Usando a comparação com o corpo humano, seria possível perder uma parte menor, como um dedo, e sobreviver, mas se você perder uma parte essencial, como os pulmões, você está morto. Desse modo, a Terra poderia sobreviver apesar de perder algumas espécies animais em virtude do descuido humano com o meio ambiente, mas se um órgão vital estiver ameaçado ela teria de reagir contra a interferência humana ou morrer.
Em certos grupos do movimento ambientalista está sendo difundida a idéia de que as catástrofes que atingem a Terra são o resultado de Gaia alertando a humanidade, para que esta pare de destruir o único planeta em que podemos viver. Em outras palavras, Gaia poderá agir para trazer uma espécie de juízo sobre a humanidade por descuidar do planeta. De acordo com essa visão, as catástrofes são a maneira da Terra combater a degradação do planeta por parte da humanidade. Isso conduz à visão da Nova Era de que devemos retornar à unidade com o planeta e com os outros seres humanos para salvar o planeta.
As catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu...”
A Bíblia ensina um conceito diferente: que o Deus Todo-Poderoso, que criou a Terra e deu à humanidade a tarefa de cuidar dela, está falando através desses eventos, que Ele até predisse há séculos por meio dos profetas e do Senhor Jesus. É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver. A distância da Terra até o Sol, a atmosfera, o ciclo das águas, a camada de solo para plantio, tudo está exatamente certo para sustentar a vida. A idéia evolucionária de que tudo se originou através de um acidente cósmico é tão provável como a possibilidade de que o computador em que estou escrevendo este artigo é o resultado de átomos que se juntaram ao acaso. Um projeto exige a existência de um projetista e a criação exige um Criador. Há abundantes evidências, para aqueles que querem entender, de que Deus, como Criador, e não a evolução pelo acaso, tem a resposta para a pergunta donde viemos.
Conforme o relato do Gênesis, a humanidade teria “domínio” sobre a Terra, não no sentido de saqueá-la, mas de cuidar dela e das suas criaturas (Gênesis 1.26-28, Salmo 8), em harmonia com Deus, nosso Criador. Porém, a desobediência humana a Deus causou a degradação da Terra, inicialmente com a queda (Gênesis 3) e depois com o dilúvio (Gênesis 6-8), estragando a criação original “muita boa”.
Quando vamos para o outro extremo da escala de tempo bíblica e analisamos os eventos do fim dos tempos, fica claro que as catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu... Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas;  haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lucas 21.11,25-26).
Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.
Tempestades tropicais que provocam ondas gigantescas e devastam regiões costeiras estão aumentando em ferocidade, algo que muitos cientistas estão relacionando com as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Em Isaías 24 há uma passagem apocalíptica que trata da destruição causada por eventos impressionantes nos últimos dias desta era, quando cidades serão devastadas e seus habitantes espalhados: “Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna” (Isaías 24.5).
É interessante que Isaías 24.16 também se refere aos “pérfidos” que “tratam mui perfidamente”. Isso estabelece uma relação entre a questão ambiental e os que a utilizam para objetivos pérfidos (isto é, o governo mundial do Anticristo).
As profecias da Bíblia advertem que no futuro haverá um tempo de dificuldades, com intenso calor, vegetação queimada e águas contaminadas, como também violentas tempestades e desastres naturais, trazendo fomes, epidemias e morte: “O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde.  O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue,  e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações.  O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha.  O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas” (Apocalipse 8.7-11).
Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do
Senhor Jesus Cristo salvará a Terra.
O Apocalipse fala de um tempo em que “o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo...” (Apocalipse 16.8). Depois, “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram...” (Apocalipse 16.12) e “sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande” (Apocalipse 16.18).
Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.
Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do Senhor Jesus Cristo salvará a Terra. Após Sua volta, ela será miraculosamente restaurada e voltará a ser um lugar fértil e belo, capaz de suprir as necessidades dos povos durante o reino milenar de Jesus, quando “...a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11.9). (Tony Pearce, Light for The Last Days - http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite,

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sábado, 25 de dezembro de 2010

História do Natal

História do Natal

 História do Natal
História do Natal, 25 de dezembro, história do Papai Noel, a tradição da árvore de Natal, origem do presépio, decorações natalinas, símbolos natalinos...

Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV, que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.


As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Nazaré e entregarem os presentes ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam desmontar as árvores e outras decorações natalinas em até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de Natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram moram na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois além de decorar, representam um símbolo de alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.

e uma festa para se comemorar com oraçôes, canticos de louvores a DEUS e nâo com vinhos rabanadas e peru assados pq e uma festa espiritual..

sampaio...

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

"...Embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas cousas que sofreu." Hebreus 5.8
Se quisermos obter vitória no dia-a-dia, precisamos estar dispostos a nos tornar obedientes. E isso deve proceder de uma decisão do fundo do coração. Se dou um sim sincero para o Senhor, se a qualquer preço faço o que Ele pede, Ele manifesta a Sua vontade através de mim. Olhemos para o Senhor Jesus: qual foi a base da Sua ilimitada vitória? Seu segredo foi a Sua obediência! Muitos não chegam à obediência prática porque ainda não se tornaram obedientes em seu coração. Devemos refletir muito bem diante do Senhor: quero fazer realmente, a qualquer preço, o que Deus quer? Assim, a vitória se seguirá à obediência. A obediência, portanto, é uma decisão interior que, depois, se manifesta exteriormente. O que o Senhor Jesus disse antes de subir à cruz, antes até de ter se tornado carne, estando ainda na eternidade? "Eis aqui estou... agrada-me fazer a tua vontade." A decisão por parte do Filho de Deus já havia sido tomada na eternidade, antes da fundação do mundo. Sua vinda a esta terra foi a execução da vontade de Deus. É importante que reconheçamos claramente o que significa obediência. Obediência significa fazer a vontade de Deus, só assim Ele pode operar através de nós ilimitadamente!
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

BIBLIOTECA DO APOSTOLO PAULO.

“Não por obras de justiça...”. (Tt 3:5a)
Revda. Teresa Julieta de Paula M. Catão (¬)

Ao analisarmos as Cartas Paulinas, observamos a ênfase do apóstolo de que a nossa justificação (gr “dikaiosis”) e salvação (gr “soteria”) provêm da graça e fé em nosso Senhor Jesus Cristo, e, não nas obras, como a seguir discriminado:
a)     Na Carta aos Romanos no tocante à nossa Justificação:
a1) Pela fé: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1).
a2) Pelo Seu Sangue: “Logo, muito mais agora, justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Rm 5:9).
b)    Na Carta aos Gálatas, no tocante às obras da Lei que não nos justificam: “Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da Lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, pois por obras da Lei ninguém é justificado” (Gl 2:16).
c)     Na Carta aos Efésios, no tocante à nossa Salvação pela graça e fé, além de que não devemos nos gloriar nas obras: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8,9).
d)    Na Carta a Tito, no tocante à nossa Salvação pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo: “Quando porém se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas, segundo a sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt 3:4,5).

Essa maravilhosa Salvação pela Graça do Senhor nos conduz às boas obras (Tt 3), e devemos andar nelas haja visto que:
a)     Deus preparou para que andássemos nelas: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2:10).
b)    Elas resultam da nossa fé: “Para os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens” (Tt 3:8b).
c)     Elas visam o aperfeiçoamento (gr “katartismós”) da nossa fé: “Bem vês que pelas obras, a fé foi aperfeiçoada” (Tg 2:22).

Portanto, a nossa Salvação, não vem das obras, para que ninguém se glorie... (Ef 2:9). “Aquele que se gloriar, glorie-se no Senhor...” (2Co 10:17).