NOSSA CONVENÇÃO.

NOSSA CONVENÇÃO.
"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." - Jeremias 3:15 (ACF).

COORDENADORIA

COORDENADORIA DO LESTE DE MINAS CIDADE DE CORONEL FABRICIANO MG e-mail do blog reverendorj@ig.com.br Entre em contato conosco. Através do nosso e-mail, você pode: - Enviar sua sugestão de matéria; - Divulgar o seu artigo; - Anunciar os eventos da sua igreja (caso seja da CNADF); - Solicitar parceria ou permissão para publicar nossos textos; - Enviar sua palavra de elogio ou de crítica. SOMOS PREGADORES DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Assembleia de Deus: Conheça a trajetória da maior denominação pentecostal do mundo


Assembleia de Deus: Conheça a trajetória da maior denominação pentecostal do mundo

Vínculos de Vingren e da AD brasileira com os suecos pentecostais dos EUA
Assembleia de Deus: Conheça a trajetória da maior denominação pentecostal do mundo
Quando Gunnar Vingren chegou a Kansas City (Missouri), Estados Unidos, em 19 de novembro de 1903, ele procurou seu tio Carl Vingren, que havia sido missionário batista na China e que pastoreara a Primeira Igreja Batista Sueca (atual Bemis Park Baptist) de Omaha (Nebraska), no período de 1898 a 1901. Em Kansas City, Vingren pertenceu e assistiu cultos numa igreja batista sueca da cidade.
Em fevereiro de 1904, Vingren viajou para St. Louis (Missouri) e freqüentou a igreja batista sueca local.
De setembro de 1904 a maio de 1909, Vingren cursou Teologia no Seminário Teológico Batista Sueco na Universidade de Chicago, Illinois, (atualmente Bethel University).
Nesse período em que Vingren se encontrava cursando Teologia, o avivamento pentecostal se iniciou em várias igrejas batistas suecas de Chicago, começando pela Segunda Igreja Batista Sueca em 1906, no centro da colônia de imigrantes suecos nas vizinhanças das ruas Vinte e Cinco e Wentworth, lado sul daquela cidade. Foi durante o pastorado de J. W. Hjertstrom (1901-1910) que a Segunda Igreja tornou-se o foco de atenção de toda a denominação batista sueca. Tendo estreita afinidade doutrinária com a fé batista, era natural que o Movimento Pentecostal moderno, que se iniciava nessa época nos EUA viesse afetar seriamente muitas igrejas batistas suecas.
Hjertstrom teve uma experiência de despertamento espiritual semelhante ao que ficou convencionado entre os pentecostais de “batismo no Espírito Santo”. A Segunda Igreja Batista, então, tornou-se pentecostal. Vários crentes foram batizados e falaram em línguas. Este derramamento ocorreu em fevereiro de 1906, portanto dois meses antes do avivamento de Azusa Street, Los Angeles, ter seu início.
O clímax desse movimento na Segunda Igreja Batista em Chicago parece ter ocorrido no grande encontro para aprofundamento da vida espiritual que aconteceu de 11 a 14 de fevereiro de 1909. Não somente de Chicago, mas também de muitos pontos distantes, vinham pessoas à Segunda Igreja para participar de conferências sobre a vida cheia do Espírito.
De junho de 1909 até fevereiro de 1910, Vingren foi pastor da Primeira Igreja Batista Sueca de Menominee, Michigan, atual North Shore Baptist Church. Enquanto pastoreava essa igreja, Vingren participou em novembro de 1909 de uma conferência na Primeira Igreja Batista Sueca de Chicago. Ele revelou em sua autobiografia “Diário do Pioneiro” que foi a essa conferência “com o firme propósito de buscar o batismo com o Espírito Santo”. Isso dá-nos a entender que essa conferência tinha características pentecostais. Cinco dias depois, informa Vingren, ele recebeu o batismo com o Espírito Santo e falou em línguas. Foi nessa época que ele conheceu aquele que seria o seu companheiro de missão no Brasil, o batista sueco Daniel Berg.
Como resultado do movimento pentecostal iniciado entre os batistas suecos de Chicago, surgiram as denominações Scandinavian Independent Assemblies of God (SIAG) – Assembleias de Deus Independentes Escandinavas – e Scandinavian Assemblies of God (SAG) – Assembleias de Deus Escandinavas.
No grupo de pastores batistas suecos que se tornaram pentecostais, estavam Bengt Magnus Johnson e A. A. Holmgren.
Vingren deixou a Primeira Igreja Batista Sueca de Menominee porque os membros que não creram no batismo no Espírito Santo o obrigaram a se retirar do pastorado. Naquela igreja, 31 membros se tornaram pentecostais. Em seguida, Vingren assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista Sueca de South Bend (Indiana) cujos membros aceitaram o ensino do batismo no Espírito Santo, tendo 20 pessoas batizadas.
Foi na igreja de Bengt Magnus Johnson que Vingren e Berg receberam uma oferta que superou os 90 dólares que Vingren havia anteriormente ofertado a William H. Durham para o jornal da Missão da Avenida Norte de Chicago, poucos dias antes de embarcar para o Brasil no dia 5 de novembro de 1910.
Em 1911, o pastor Bengt Magnus Johnson fundou a Lakeview Gospel Church de Chicago.
Entre 1911 e 1912, Gunnar Vingren e Daniel Berg foram sustentados pelos crentes pentecostais suecos dos Estados Unidos por meio dos pastores Bengt Magnus Johnson e A. A. Holmgren.
Em 11 de outubro de 1915, quando empreendeu sua primeira viagem rumo à Suécia, Vingren passou por várias igrejas suecas nos EUA, entre elas a Missão Apostólica Sueca em Mekersport. Em 23 de outubro do mesmo ano, ele foi para Chicago pregar na igreja do pastor Bengt Magnus Johnson. Ali, Vingren participou de uma conferência com muitos pastores e pregadores presentes. Ele pregou num dos cultos da conferência. Os participantes da conferência se interessaram pelo trabalho missionário no Brasil e levantaram uma oferta para Gunnar Vingren comprar um barco para a missão no rio Amazonas.
Em maio de 1917, Vingren, retornando da sua primeira viagem à Suécia, foi a Chicago participar da inauguração de uma igreja do pastor Bengt Magnus Johnson.
Ainda em 1917, Vingren viajou aos Estados de Michigan e Minneápolis, e ali se encontrou com A. A. Holmgren, tendo participado de vários cultos juntos com ele e Bengt Magnus Johnson.
Nels Julius Nelson, missionário sueco entre as Assembleias de Deus a partir de 1921, foi ordenado missionário em 1917 pela Scandinavian Assemblies of God (SAG) e recebeu sustento financeiro dessas igrejas por meio de A. A. Holmgren.
Em 1922, na cidade de St. Paul (Minnesota), cerca de 25 pastores dos grupos SIAG e SAG decidiram se reunir sob uma bandeira comum e informal chamada Independent Assemblies of God (IAG). A base de sua unidade era a crença de que cada igreja local era livre para administrar e direcionar seus próprios negócios, sem responder a qualquer estrutura denominacional.
Ao retornar de sua segunda viagem à Suécia, Vingren permaneceu nos Estados Unidos, de 28 de agosto de 1922 a 20 de janeiro de 1923. Durante esse período, ele pregou em cultos de igrejas batistas suecas pentecostais em cidades como Duluth, Minneápolis, Chicago, Nova Iorque e em vários lugares de Minnesota.
Em 1926, na primeira Convenção dos Missionários das Assembleias de Deus no Brasil, na Assembleia de Deus em São Cristóvão, Rio de Janeiro (RJ), com a presença do doutor A. P. Franklin, secretário de missões estrangeiras da Svenska Fria Missionen (Missão Livre Sueca), os missionários suecos reunidos aprovaram que trabalhariam no Brasil em cooperação com a Svenska Fria Missionen da Suécia. Em troca, a referida missão representaria naquele país escandinavo os interesses do trabalho das Assembleias de Deus no Brasil. O mesmo ficou aprovado em relação à Scandinavian Assemblies of God dos Estados Unidos da América.
Numa carta de 27 de maio de 1932, Vingren revelou que seu sustento financeiro vinha tanto da Igreja Filadélfia de Estocolmo, do pastor Lewi Pethrus, como dos Estados Unidos. Um dos crentes da América do Norte mandava mensalmente uma oferta. Provavelmente, esse crente pertencia a uma das congregações pentecostais suecas com as quais Vingren mantinha laços fraternais.
Portanto, os vínculos dos pioneiros com os EUA nas primeiras décadas da AD no Brasil foram as Assembleias de Deus suecas no solo americano e não com a Assembleia de Deus americana com sede em Springfield, Missouri, como alguns imaginam.
Fonte: CPAD News
                                                      SAMPAIO.

sexta-feira, 3 de junho de 2011


Unitas Fratrum
UNIDADE MORAVIAN da Igreja mundial MORAVIAN WIDE

Origem e Crescimento da Unitas Fratrum

A Unitas Fratrum, ou a Igreja da Morávia, é o ramo da Igreja cristã, que começou sua vida distintos em Kunvald na Boêmia no ano de 1457. Ela nasceu do grande avivamento da fé no fim da Idade Média, decorrente do renascimento nacional da religião na Boêmia, em que os escritos de Wyclif tinham grande influência, e do qual João Hus foi o maior líder. Dentro do movimento Pedro de Chelcic representado as tradições do puritanismo Oriental e liberdade de controle oficial em matéria de religião.
Entre essas influências, a Unitas Fratrum foi fundado, sob a liderança de Gregório, o Patriarca, com um ideal de três vezes de companheirismo, fé e liberdade, e uma forte ênfase na vida cristã prática e não sobre o pensamento doutrinário ou da tradição da igreja. Os estatutos de Reichenau, 1464, contém as primeiras afirmação deste pensamento comum.
Seu número cresceu rapidamente. Esta extensão chamou a atenção das autoridades da igreja para os irmãos, que foram denunciados como hereges e traição. Eles tentaram manter um contato vivo com a igreja primitiva, tendo obtido a partir do Waldenses as ordens tradicionais do ministério, incluindo o episcopado, e assim se tornou um órgão independente eclesiástico. O poder do Estado foi então chamado para reprimi-los, mas a perseguição promoveu o seu crescimento. O impacto dos irmãos sobre a vida espiritual em seu país e sobre os limites de sua terra natal excedeu em muito a composição numérica de adesão.
Os irmãos estavam habilitados a manter uma comunhão de vida em Cristo com a ajuda da Bíblia e hinos em sua própria língua, um cuidadoso sistema de disciplina e de escolas para os jovens. Os irmãos encontraram Lutero e outros reformadores em igualdade de condições, ensinou-lhes o valor de uma disciplina eclesiástica eficaz, e ganhou-lhes novas perspectivas sobre a natureza da fé salvadora.
Nos problemas da reação contra a Reforma, os tempos de perseguição, alternados com momentos de calma comparativos, até que finalmente em 1620 a Igreja Romana foi colocado no poder pelos exércitos estrangeiros e Unitas Fratrum com outros órgãos protestante foi totalmente suprimido. A influência de D. João Amos Comenius, que tinham preservado a disciplina da igreja, e que foi pioneira métodos de ensino, foi uma grande fonte de força após o rompimento da igreja. Ele nunca deixou de rezar e suplicar publicamente para a restauração de sua igreja amada.Fortalecido por essa fé, uma "semente oculta" sobreviveu na Boémia e Morávia, a emergir de uma centena de anos mais tarde na Igreja Renovada.
Entre 1722 e 1727, algumas famílias da Morávia, que haviam mantido as tradições da antiga Unitas Fratrum, encontrei um lugar de refúgio em Roma. Saxônia, na propriedade de Nicolaus Ludwig, Conde Zinzendorf, e construíram uma aldeia que eles chamaram de Herrnhut. Outras pessoas de pontos de vista muito diferentes também encontrou ali um local de liberdade religiosa, mas suas diferenças ameaçou fazer-lhe um lugar de conflito. Zinzendorf abriu mão de sua posição no serviço de estado a dedicar-se a unir esses vários elementos em uma verdadeira comunhão cristã. Ele tornou-se seu líder espiritual, bem como seu patrono e protetor contra a interferência de fora.
Por seu exemplo e pastoral Zinzendorf acelerou sua. A comunhão cristã e unidos para a vida comunitária nos termos do Estatuto de Herrnhut (12 de maio, 1727), que foram encontradas para seguir o padrão dos antigos Unitas Fratrum.Através da oração sincera e continuada, eles perceberam que cada vez mais o poder da Cruz de Cristo na conciliação entre eles um para o outro. Uma experiência profunda e decisiva desta unidade foi-lhes dado em um derramamento do Espírito Santo na celebração da Santa Comunhão em 13 de agosto de 1727.
A partir desta experiência de unidade consciente veio zelo e força para compartilhar essa comunhão em Cristo com outros ramos da Igreja Universal, e alegria de servir sempre encontraram uma porta aberta.
Ao seguir esse impulso, foram estabelecidas relações com os cristãos sérios em muitos países da Europa Ocidental, na Inglaterra de 1728, e na América do Norte a partir de 1735, enquanto em 1732 sua primeira missão aos pagãos começou entre os escravos de São Tomé no Ocidente Índias.
A fim de obter o reconhecimento oficial de seus trabalhadores, e para definir a. selo sobre as ligações com a antiga Unitas Fratrum, eles decidiram continuar as suas ordens episcopal, que tinha sido transmitida ao longo Bispo Comenius e uma linha de bispos da província polaca da unidade antiga. Em 1735 o bispo Daniel David Nitschmann Jablonsky consagrada como o primeiro bispo da Igreja Renovada. Os ramos da igreja, assim, estabelecido no Continente e na Grã-Bretanha ea América continuou a desenvolver de acordo com as diferentes oportunidades que lhes são apresentados, mantendo a sua associação e união, especialmente no trabalho de propagação do Evangelho em outras terras.
Assim, hoje a Unitas Fratrum, que tem afirmado ao longo de sua história que a comunhão cristã reconhece nenhuma barreira de nação ou raça, é ainda uma unidade internacional com as congregações em muitas partes do mundo.
A Unitas Fratrum preza a sua unidade como um valioso tesouro que lhe foi confiada pelo Senhor. Ele representa a união de toda a humanidade dada pela reconciliação através de Jesus Cristo. Portanto, o movimento ecumênico é da sua essência vital. Durante cinco séculos, tem apontado para a unidade dos filhos de Deus dispersos para que se tornem um em seu Senhor.

                                            sampaio

sexta-feira, 13 de maio de 2011

                                                    Igreja: Luz do Mundo,


                                     Armazém de Secos e Molhados ou Lixão?

Portadora de uma Revelação, guardadora e veiculadora de um Sagrado Depósito, a Igreja, como comunidade de fé e como pessoas de fé, foi enviada ao mundo com uma missão de anunciar, por palavras e por atos, o Reino de Deus e os seus valores, e de chamar as pessoas ao arrependimento e a reconciliação com Deus, mediante Jesus Cristo. A Igreja é considerada pelo seu Senhor como “sal da terra” e “luz do mundo”. O mundo, nas trevas espirituais e na podridão moral resultado da Queda, necessita de ser iluminado e salgado com a verdade. Isso requer da Igreja conhecimento, convicção e coragem.


Muitas vezes, porém, ela não obedece a essa tarefa essencial e arriscada, e se acomoda. Fica como um “Armazém de Secos e Molhados”, empilhando sacas de sal e caixas de lâmpadas, em perfeito estado de conservação, climatizados, mas totalmente irrelevante para o propósito para que fora destinada. E haja armazéns por esse Brasil (e mundo) a fora! O sectarismo, o isolacionismo, o antiintelectualismo, o moralismo-legalismo, a acomodação, têm apequenado a grande missão que nos foi dada por um grande Deus para as grandes necessidades de uma grande criação sob o poder do pecado e a influência de satanás.


A Pior situação – e ela tem-se dado várias vezes na História – infelizmente, é quando, além de desobedecer o mandado de salgar e iluminar o mundo perdido, ou de se acomodar mantendo os “armazéns”, a Igreja dá um passo a mais na direção contrária do seu propósito, e passa a ter sua agenda pautada pelo “espírito do século”, acuada, complexada, equivocada, no lugar de influenciar, é influenciada, recebendo todo o lixo cultural e moral produzido pelo mundo caído. É a igreja “lixão”! Como “de boa intenção o inferno está cheio”, muitos dos líderes que fazem essa opção pensam estar tornando a Igreja relevante, quando ela vai no caminho da irrelevância, pois o “século” é insaciável em suas demandas, e não se contenta menos do que cedermos tudo, não o criticarmos, não desafiarmos a mudança, não apresentarmos diferenças, e tornarmos nossas as posições deles. O Universalismo salvífico, o ceticismo bíblico, o racionalismo, o relativismo, marcaram os bem intencionados e piedosos eruditos das várias fases do Liberalismo Teológico, que esvaziaram os templos europeus, transformados em museus (e visto por um ex-evangélico nacional não como fracasso, mas como sucesso da Igreja), está esvaziando as denominações tradicionais (“mainstream”) dos Estados Unidos, e começa a chegar ao Brasil, antes um bastião do evangelicalismo, por uma nova geração de líderes ávidos por aceitação e aprovação pelos “iluminados” de dentro e de fora da Igreja, a ridicularizar nós, os ingênuos e/ou ignaros.


Os desafios do Secularismo Pós-Moderno, fora, e do Liberalismo Revisionista Pós-Moderno estão aí! A Agenda GLSTB é apenas um sintoma de algo maior e mais profundo. Para alegria do mundo caído, e júbilo do príncipe das trevas, vamos ficando cada vez mais divididos no enfrentamento aos desafios da conjuntura, segundo o que o Senhor nos tem entregue.


Enfim, irmãos, “sal”? “Luz”? “Armazém”? Ou “lixão”? Parece que já temos um pouco de tudo isso. O que irá prevalecer?


Paripueira (AL), 13 de maio de 2011,

Anno Domini.







sexta-feira, 6 de maio de 2011

O PAIS DA IMORALIDADE


Brasil: Justiça Legaliza Imoralidade

Em um país onde o Poder Legislativo é o que menos legisla, mas sim o Poder Executivo através de Medidas Provisórias ou o Poder Judiciário através das suas “interpretações” (este último sem ter sido eleito pelo povo, nem passível de perante ele responder), o Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade dos seus membros, resolveu estender aos homossexuais o instituto das “uniões estáveis”, sem qualquer embasamento nos dispositivos expressos da Constituição Federal ou do Código Civil, mas tendo por base argumentos filosóficos emanados da ideologia secularista que está a destruir os fundamentos da civilização ocidental plasmada pelo Cristianismo.

Mais uma vez é o aparelho do Estado indo de encontro à Nação, sua História, sua Cultura e seus Valores. A imoralidade do homossexualismo – nítido desvio de conduta e enfermidade emocional e espiritual – sempre rejeitada pela Nação, não por preconceitos, mas por conceitos que geram preceitos, recebeu o manto da legalidade, com o objetivo de reforçar a sua legitimidade. A imoralidade foi legalizada. O pecado foi legalizado. A minoria organizada do lobby GLSTB comemora seu momento de “vitória” contra a família. O Brasil se junta aos 10% dos países vanguardistas onde se aprovou tal instituto ou o do próprio “casamento”. O Brasil está de luto. A dignidade da pessoa humana e as leis vigentes isonômicas já eram mais do que suficientes para o exercício da cidadania, o bom funcionamento do Estado Democrático de Direito e a busca do Bem-Comum. O próximo passo será a criminalização dos heterossexuais que não admitem a normalidade do homossexualismo, o atentado à liberdade de expressão e da liberdade de religião, com a PLC 122, ora no Senado da República.

A mídia já vinha, há muito tempo, manipulando a opinião pública, em uma autêntica lavagem cerebral, para quebrar as resistências, e “reeducar” a nação. Os Ministérios Federais, como o da Educação e dos Direitos Humanos também estão a gastar o dinheiro do contribuinte para promover a pederastia.

Os argumentos levantados pelos doutos ministros no dia de hoje devem ser levados às suas consequências lógicas, legalizando as outras “minorias discriminadas”, como os pedófilos e outros tantos ófilos.

Os cidadãos brasileiros de convicções morais baseadas nos valores da fé revelada e nos valores sempre afirmados por nossa Pátria continuarão, com convicção e coragem, a expressar a sua mais veemente condenação a esse momento lamentável, que deslustrou a mais alta corte de justiça do País. Continuarão a pregar a mensagem de perdão de Deus a todos os pecadores e a todos os pecados (e não a promover marchas de orgulho do pecado), bem como a mensagem de arrependimento e de mudança de vida, de libertação das opressões e dos desvios, que ferem a santidade de Deus e o seu projeto para a humanidade. Continuarão a apoiar os que hoje optam pelo comportamento homoerótico e que desejam dele ser curados, bem como aos heróicos terapeutas que se arriscam diante da intolerância das novas manifestações de totalitarismo. Bem nos ensina o apóstolo Pedro que “antes importa obedecer a Deus do que aos homens”, e seguindo o exemplo de Martin Luther King Jr, nos cabe a resistência pacífica (não passiva) e não violenta, a desobediência civil. Nesse momento que vozes proféticas se levantem, pois o respeito ao Poder Judiciário não passa por sua infalibilidade nem pela impossibilidade de dele se discordar e apontar para os seus equívocos, que prejudicam a Nação, e que um dia serão julgados tanto por Deus, quanto pela História.

Ache o aparelho do Estado o que achar, decida o que decidir, nossas Igrejas continuarão a afirmar que Deus criou uma humanidade de machos e fêmeas, que ordenou que o homem se unisse à mulher, e que condena vigorosamente a sodomia.
As consequências do que hoje decidiu na esfera do Estado não atingem a vida interna da Igreja e do Povo de Deus. Continuaremos a afirmar o que a herança judaico-cristã-islâmica tem ensinado por cinco mil anos. Continuaremos a respeitar a memória dos nossos antepassados e a honrar os valores dos nossos costumes e das nossas crenças.

Oremos pelas autoridades da República, para que cessem de fazer o mal e promovam o bem!
Mogi das Cruzes (SP), 05 de maio de 2011,
Anno Domini

quinta-feira, 14 de abril de 2011

NOTICIA INTERNACIONAL

Bispo Católico-Romano Afirma Haver Uma Conspiração da UNESCO Que Transformará Metade do Mundo em Homossexuais

“O ‘ministro’ da família no governo do Papa, o cardeal Antonelli, me comentava há poucos dias em Zaragoza que a UNESCO tem programado para os próximos 20 anos fazer com que a metade da população mundial seja homossexual. Para isso, através dos mais variados programas, irá implantando a ideologia de gênero, que já está presente em nossas escolas”. Essa é a teoria da conspiração global sustentada pelo bispo de Córdoba, Demetrio Fernández. Ele a expôs no dia 26 de dezembro, numa homilia pronunciada na eucaristia da Sagrada Família. E, aliás, destaca o cardeal Ennio Antonelli, ministro da Família do Papa, como o autor da “teoria conspiratória” da organização da ONU para a infância.

Demetrio Fernández assegurou que a Igreja “não pretende impor a ninguém sua visão quanto à vida e à família, mas pede que seja respeitada a visão que temos recebido de Deus e que está inscrita na natureza humana”.

Como será realizada essa iniciativa sem precedentes? “Para isso, através dos mais variados programas, irá implantando a ideologia de gênero, que já está presente em nossas escolas”.

“Quer dizer, segundo a ideologia de gênero, que ninguém nasceria homem ou mulher, mas o que escolher posteriormente segundo o seu prazer, e poderá mudar de sexo quando quiser segundo a sua vontade”. E conclui: “Eis aí a última ‘conquista’ de uma cultura que quer romper totalmente com Deus, com o Deus Criador, que fixou em nossa natureza a distinção entre o homem e a mulher”.

O preletor terminou a homilia dizendo que “Não é momento de lamentar-se, mas de conhecer bem quais são os ataques a este bem precioso e de viver com lucidez e com coerência o que temos recebido de Deus, pela lei natural ou por lei revelada”.

Uma homilia que dará muito o que falar, inclusive entre os preletores e os fiéis que assistiram à grande festa-missa da família de Colón celebrada em Madri.

A sexualidade não é “um jogo de prazer”
Na primeira parte de seu longo sermão, o preletor de Córdoba, considerado um dos mais conservadores do episcopado espanhol, fez, também, uma fundamentação teológica e espiritual da família como “Igreja doméstica”, porque “no plano amoroso de Deus, a família constitui um pilar fundamental de nossa vida e de nossa convivência”.

Um plano de Deus no qual, segundo o bispo, “a família consiste na união estável de um homem e uma mulher que se amam e declaram se amar por toda a vida. União santificada pela bênção de Deus no sacramento do matrimônio, cujo vínculo é fonte permanente de graça e é irrompível, quero dizer, indissolúvel. União que pela sua própria natureza está aberta à vida e resulta, normalmente, no nascimento de novos filhos que completam o amor dos pais e que são como a coroa destes”.

Uma contribuição mútua que, a juízo de Demetrio Fernández, se “expressa, inclusive, na doação corporal, na linguagem da sexualidade”. Isso sim, uma sexualidade que não pode ser entendida “como um jogo de prazer” porque, então, “este projeto de Deus sobre o homem se arruína”.

Para o bispo, “o prazer que acompanha a relação sexual não pode converter-se em valor absoluto das relações entre homem e mulher. Quando o único que motivo é o prazer, a satisfação de si próprio, o outro se converte em objeto, e o amor se converte em egoísmo. A sexualidade, então, é a linguagem do egoísmo, do egoísmo mais terrível, porque utiliza o outro para seu próprio proveito”.

O preletor de Córdoba salienta, ao continuar, que a relação sexual entre os cônjuges deve estar sempre aberta à vida. “A encíclica Humanae vitae ensina claramente esta doutrina, e – ai de vós! -, se a extorquirmos, dizendo o contrário ou deixando à consciência de cada um que faça o que quiser”.

E, portanto, devemos reconhecer que alguns padres não respeitam essa doutrina da Igreja. “Devemos pedir perdão a Deus porque, neste ponto, nós bispos, sacerdotes ou catequistas, não temos anunciado com fidelidade a doutrina da Igreja, a doutrina que salva e torna os homens felizes”.

“Caminhando rumo à autodestruição”
“No deserto demográfico que padecemos, pelo que o mundo ocidental se lamenta, todos temos nossa parcela de culpa. Não só os legisladores e os políticos por não favorecerem a família verdadeira, mas também os transmissores da verdade evangélica (bispos, sacerdotes, catequistas) por haverem ocultado ou negado a doutrina da Igreja neste ponto”, destacou clamando um “mea culpa” por haver conduzido o mundo a consequências dramáticas e desastrosas.

A prova mais evidente é, segundo o bispo, que a “Espanha tem tido o menor índice de natalidade do mundo e, desde que o aborto foi introduzido, existem mais de um milhão de mortos por este crime abominável. Seguindo este caminho, a Espanha e os países ocidentais, tão orgulhosos de seu progresso, caminham rumo à sua própria destruição”.

Também contribuíram para isso “as facilidades para o divórcio, para a anticoncepção em todas as suas formas, para o aborto – inclusive com a pílula do dia seguinte, repartida gratuitamente como anticoncepcional. São tantos ataques à família, ao projeto amoroso de Deus sobre a família e a vida”.

Informações El Mundo
                                                        SAMPAIO...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Teologia Liberal Incorpora Esoterismo

Uma sacerdotisa maia queima incenso aos espíritos ancestrais na abertura de um evento ecumênico. Uma pastora se diz cristã e budista. Um pastor decide guardar o mês islâmico do Ramadan. Sacerdotes Bramanistas pregam em Catedral e recebem desculpas pelo fato de missionários cristãos terem ido converter a Índia. “Feira de Espiritualidade” em grande igreja europeia inclui Tarô, Nova Era e representantes dos Cultos Celtas Pagãos. O Liberalismo Teológico Protestante vai hoje além da negação da autoridade da Bíblia, do universalismo quanto à salvação ou do relativismo quanto à moral, ou do apoio a agenda GLSTB, e caminha para uma incorporação do esoterismo. Seguidores da Teologia da Libertação, na América Latina, cunharam o termo “macro-ecumenismo” para incluir os pais-de-santo. Ministro protestante brasileiro se confessa seguidor do Rosacruz. Articulistas internacionais se referem a novo fenômeno de Balaão ou, no lugar de uma “via média”, uma “via médium”. Ao lado do secularismo na sociedade e no Estado, o liberalismo na igreja se choca (e passa a perseguir) o princípio de que “Jesus Cristo é o único Senhor e Salvador”.

Fonte: Imprensa Internacional

                                                  sampaio...

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Bíblia Nos Promete Uma Vida de Prazeres?

Quando Saulo tornou-se Paulo, uma voz divina anunciou: “Vou lhe mostrar como você poderá gozar muito melhor a sua vida!” Será que é o que realmente está escrito na Bíblia? Pelo contrário, lemos: “Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (At 9.16). Foi o que Deus disse a Ananias acerca de Paulo. Portanto, foi quase o oposto do que muitos entendem hoje por vida cristã.

Prazer e sofrimento

O Novo Testamento está permeado pelo tom do sofrimento, e é justamente isso que não agrada à nossa velha natureza, que adora cuidar bem de sua carne e de gozar a vida. Paulo e Barnabé, por exemplo, exortaram os discípulos “a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (At 14.22).
Paulo, o apóstolo dos gentios, lembra a Timóteo, seu discípulo mais fiel, que “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3.12).
Isso não soa como uma vida de prazeres e de riqueza abundante, como tanto se apregoa hoje em dia. Temos inclusive uma carta inteira no Novo Testamento que se ocupa com o tema do sofrimento: a Primeira Epístola de Pedro. Ele explica que a fé é provada e aprovada através do sofrimento (1 Pe 1.6-7). Portanto, em completa oposição à sociedade caracterizada pelo entretenimento e ao cristianismo que confunde discipulado com diversão e festa. Aos crentes da Ásia Menor, Cristo é apresentado como exemplo naquilo que sofreu, para que sigamos os Seus passos (1 Pe 2.21).
Será que não acabamos literalmente criando um outro evangelho, um evangelho de bem-estar, que afaga o ego e o velho Adão?

Jesus e o sofrimento

A Carta aos Hebreus menciona, inclusive, que nosso Senhor, “embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu” (Hb 5.8). Se isso foi válido para o Filho de Deus, quanto mais vale para nós! O servo, como se sabe, não está acima de seu Mestre.
Pedro diz ainda mais: “Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (1 Pe 4.1-2).

Tema recorrente

Sofrimento e não prazer ou bênçãos materiais é o tema recorrente nas cartas dos apóstolos. Paulo chega a dizer: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele” (Fp 1.29). De forma semelhante, Pedro admoesta em sua carta: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando” (1 Pe 4.12-13).
A fé é provada e aprovada através do sofrimento.
Será que isso ainda é proclamado em nossa sociedade de consumo, que já chega a “celebrar” o discipulado e a vida cristã? Será que frases tão negativas não deveriam ser sumariamente riscadas da Bíblia? Não acabamos literalmente criando um outro evangelho, um evangelho de bem-estar, que afaga o ego e o velho Adão?

Sem rodeios

Aos coríntios, que igualmente estavam em perigo de exercer poder e “domínio”, Paulo escreve sem rodeios: “Já estais fartos, já estais ricos; chegastes a reinar sem nós; sim, tomara reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco. Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis. Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos” (1 Co 4.8-13).
Isso soa como prazer, sucesso, conforto e prosperidade? É quase o oposto de tudo aquilo que hoje nos é apresentado simuladamente pelos “evangelistas da prosperidade” como se fosse o Evangelho de Cristo.

Negativo e derrotista?

Para que minhas palavras não sejam interpretadas como uma defesa do sofrimento e uma declaração de derrotismo cristão, devo mencionar que Deus deseja que “vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (1 Tm 2.2). Na mesma Carta a Timóteo está escrito: “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento” (1 Tm 6.17).
O Senhor nos promete, sim, uma vida abundante (Jo 10.10), porque para os cristãos as questões primárias da culpa e do sentido da vida já estão resolvidas.
Somos gratos por toda a paz e pelo bem-estar que a graça de Deus tem nos concedido no mundo ocidental por um tempo admiravelmente longo. Mas fazer dessa realidade um evangelho é, brandamente falando, contradizer o espírito do Novo Testamento. O Senhor nos promete, sim, uma vida abundante (Jo 10.10), porque para os cristãos as questões primárias da culpa e do sentido da vida já estão resolvidas. Em obediência a Deus, o discípulo de Jesus pode ter, sim, muita alegria, alegria plena (1 Jo 1.4). Mas essa alegria é em primeiro lugar espiritual e não está, necessariamente, refletida no nível material.

Movido pela alegria

Quando Paulo ditou sua carta “movida pela alegria” aos filipenses exortando os crentes a “alegrar-se sempre” (Fp 4.4), ele próprio encontrava-se algemado na prisão.

Discutindo com os super-apóstolos

Em suas discussões com pregadores “poderosos” e triunfalistas, que Paulo chama ironicamente de “sábios”, “fortes”, “nobres” (1 Co 4.10), ele se gloria de sua própria fraqueza (2 Co 12.9), especialmente porque esses falsos mestres se vangloriavam de seu grande poder e de sua própria autoridade. Eles também passavam a idéia de que apenas através deles o mundo daquela época fora alcançado com um evangelho “poderoso” e “pleno” (2 Co 10.12-16). Paulo contrapõe a esses falsos apóstolos e obreiros fraudulentos, como também os chama, a extensa lista de seus próprios sofrimentos (2 Co 11.22-23), provando que ele era um apóstolo legítimo.
Isso ainda é pregado atualmente? Isso ainda é proclamado nos programas cristãos de televisão? Os apóstolos residiam em belas casas e lá ditavam suas cartas? A visão mais profunda dos mistérios do tempo da graça é fornecida por Paulo nas cartas aos efésios e aos colossenses, que ele escreveu quando se encontrava encarcerado. Em seu discurso de despedida em Mileto ele disse: “o Espírito Santo, de cidade em cidade, me assegura que me esperam cadeias e tribulações” (At 20.23). Isso não soa como a expectativa por eventos especialmente prazerosos.

Vida de prazeres?

Humildade, lágrimas, provações, ciladas, cadeias e tribulações, de fato, uma vida “de prazeres”! Mesmo quando Paulo suplicou por uma vida física mais ou menos normal, sem o espinho na carne, seu pedido não foi atendido. Será que ele não deveria ter enfrentado essa limitação física com visualização ou pensamento positivo? Esse homem de Deus podia dizer de si mesmo: “...pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Co 6.10). Devemos temer, com justiça, que muitos dos pregadores de sucesso de nossos dias literalmente invertem a ordem das coisas: “ricos, mas empobrecendo a muitos”.
Todo esse evangelho da prosperidade e do bem-estar é um cumprimento de 2 Timóteo 4.3, onde está escrito que os homens dos últimos dias cortejarão mestres por cujas palavras sentem coceira nos ouvidos, mestres que os agradem. Muitos gostariam de ouvir que Deus quer nos fazer grandes, ricos, saudáveis e poderosos. Essa era a mensagem dos amigos de Jó, que não conseguiam entender que Jó enfrentava tanto sofrimento por se encontrar dentro da vontade de Deus.
Paulo explicou: que os “crentes” dos últimos dias não apenas serão “amantes de si mesmos” (2 Tm 3.2, Ed. Revista e Corrigida) mas “mais amigos dos prazeres (tradução literal da palavra grega “philedonos”) que amigos de Deus” (2 Tm 3.4).

Uma geração hedonista

Esta é a mensagem para uma geração hedonista, como Paulo explicou: que os “crentes” dos últimos dias não apenas serão “amantes de si mesmos” (2 Tm 3.2, Ed. Revista e Corrigida) mas “mais amigos dos prazeres (tradução literal da palavra grega “philedonos”) que amigos de Deus” (2 Tm 3.4).
Será que Jesus também ofereceu uma falsa fé? Ele disse à igreja de Esmirna: “Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o Diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10).

O oposto do triunfalismo

Isso é totalmente oposto ao atual triunfalismo do evangelho da prosperidade. É monstruoso o que é tolerado e propagado na cristandade contemporânea. Esta geração ocidental literalmente criou um evangelho resumido e derivado de seu hedonismo, de sua amoldagem ao espírito da época, de sua loucura por saúde, bem-estar e entretenimento, de seu desejo por prazeres carnais e de sua auto-estima.

Pobre, miserável, cego e nu

Talvez a melhor caracterização da situação espiritual desses pregadores e adeptos do evangelho da prosperidade e do bem-estar seja a declaração de Jesus Cristo a uma igreja próspera e abastada, mal acostumada ao sucesso, a igreja de Laodicéia: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap 3.17). (Alexander Seibel - http://www.chamada.com.br

                                                          SAMPAIO.