NOSSA CONVENÇÃO.

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"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." - Jeremias 3:15 (ACF).

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

John Stott morreu aos 90 anos: Um dos maiores teólogos e escritores cristão do mundo


Faleceu na tarde desta quarta-feira, 27, o líder e evangelista londrino John Stott. Segundo informações do presidente do ministério que carrega o nome do líder, Benjamin Homam, a morte aconteceu às 3:15 (horário de Londres) por complicações relacionadas à sua idade avançada -Stott tinha 90 anos-. Nas últimas semanas, Stott já não vinha se sentindo bem.
Família e amigos haviam se reunido recentemente com Stott. Homam frisou ainda que o ministério já se preparava para o pior. “Stott deixou um exemplo impecável para lideres de ministérios em todo o mundo. Deixou para muitos um amor pela igreja global, e uma paixão pela fidelidade bíblica e amor pelo Salvador”.
Considerado uma das mais expressivas vozes da Igreja Evangélica contemporânea, o inglês Jonh Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Foi um agnóstico até 1939, quando ouviu uma mensagem do reverendo Eric Nash e se converteu ao cristianismo evangélico.
Estudou Línguas Modernas na Faculdade Trinity, de Cambridge. Foi ordenado pela Igreja Anglicana em 1945, e iniciou suas atividades como sacerdote na Igreja All Souls, em Langham Place. Lá continuou até se tornar pastor emérito, em 1975. Foi capelão da coroa britânica de 1959 a 1991.
Stott tornou-se ainda mais conhecido depois do Congresso de Lausanne, em 1974, quando se destacou na defesa do conceito de Evangelho Integral – uma abordagem cristã mais ampla, abrangendo a promoção do Reino de Deus não apenas na dimensão espiritual, mas também na transformação da sociedade a partir da ética e dos valores cristãos.
Em 1982, fundou o London Institute for Contemporary Christianity, do qual hoje é presidente honorário. Escreveu cerca de 40 livros, entre os quais Ouça o Espírito, ouça o mundo (ABU), A cruz de Cristo (Vida) e Por que sou cristão (Ultimato).
Fonte: Creio

quinta-feira, 14 de julho de 2011

SEDUZIDOS PELA

Seduzidos Pela "Feitiçaria Chique"

"Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus" (3 João 11).
Fiquei sabendo de uma festa de aniversário de uma pré-adolescente, filha de um grã-fino da alta sociedade inglesa, em que o tema foi "a feitiçaria". "Chique, não é mesmo?", sentenciavam alguns convidados.
Fiquei curioso e li mais sobre a matéria: muitos estavam fantasiados de personagens de vários seriados de TV, que defendem a bruxaria, outros de monstros e, claro, de Harry Potter e sua turma. Era tudo em um estilo elegante e havia até "zumbis". Não, não, a festa não ocorreu em uma santería cubana, nem em um terreiro de candomblé brasileiro e, tampouco, em uma casa de vodu haitiano. Esse fetichismo infantil foi realizado em uma casa luxuosa em Londres, com direito até a manobrista à porta para estacionar os carrões dos figurões que traziam seus filhos.
Hoje em dia, os feiticeiros estão presentes em inúmeros lugares: fantasiados nas ladeiras da cidade de Olinda durante o carnaval, nas telinhas das TVs e nos protestos globalizados pela paz mundial. Eles estão lá... muitas vezes tímidos freqüentadores de covens (grupos de pessoas que estudam e praticam a bruxaria) em sítios distantes dos centros urbanos. Outras vezes, exibidos e provocando aqueles que passam ao largo (com a mesma desenvoltura das prostitutas do "Bairro da Luz Vermelha", em Amsterdã).
A visibilidade deles se traduz como um novo status social – o da "feitiçaria chique"!
Em nossos dias, fetiches marcam culturalmente a identidade dos nossos adolescentes, mas afetam também suas vidas espirituais em pelo menos dois aspectos:

1. Familiarizando-se com o paganismo

Nossos adolescentes passaram a ser indiretamente apresentados ao ocultismo. Por exemplo, no livro e no filme Harry Potter e A Pedra Filosofal, aparece um cachorrão de três cabeças chamado "Fofo", que protege a entrada de uma câmara onde está contida a pedra filosofal. Qualquer um pode até presentear crianças com esse "Fofo" – ele está à venda, em pelúcia, em várias lojas nos shopping centers. As crianças podem levá-lo para casa e até dormir com ele nas suas próprias camas.
Coincidência ou não, na mitologia grega somos apresentados a "Cerberus", também um cachorrão de três cabeças que protege a entrada do Hades. Ambos, "Fofo" e "Cerberus", ficam calmos ao som de música. Nossos adolescentes, quando estudarem sobre "Cerberus", na mitologia grega, vão se lembrar do "Fofo" de Harry Potter. "Cerberus", porém, mata pessoas e não é, de forma alguma, uma criatura agradável. Chique? Claro que não. Tenebroso? Sim senhor!
A Bíblia nos adverte sobre o perigo de confundir o que é reto e luminoso com o que é perverso e escuro: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!" (Isaías 5.20).
A cultura adolescente está sendo bombardeada pela bruxaria.

2. Criando fantasias pagãs no imaginário das adolescentes

A cultura adolescente está sendo bombardeada pela bruxaria. Antes mesmo de surgir Harry Potter, elas já podiam assistir o filme Jovens Bruxas (1996). Ele tratava de jovens bruxas colegiais que acabam brigando entre si – é a "boa" contra a "má" bruxaria. Segundo a Bíblia, porém, bruxaria é sempre bruxaria, independente de ser "boa" ou "má", e é algo que devemos evitar.
Se a adolescente possui televisão a cabo, aí mesmo é que ela pode ser influenciada ou iniciada diariamente na feitiçaria e no modo de vida da wicca (nome moderno da bruxaria). Há vários seriados onde as heroínas são bruxas adolescentes bonitas e agradáveis: Sabrina, Aprendiz de Feiticeira; Charmed; Buffy, a Caça-Vampiros, entre outros.
"Ser bruxa é chique e legal", fantasiam nossas adolescentes após assistirem tais seriados. Muitas vezes querem imitá-las, procuram mudar de identidade para serem mais aceitas pela sua turma, entusiasmam-se e passam a ler mais e a estudar com afinco sobre a wicca.Ninguém precisa mais caçar bruxas, elas estão na nossa vizinhança e, às vezes, na nossa própria família. Muitas crianças estão cegas e sendo iniciadas prematuramente no paganismo através de filmes, jogos, modas, TV, internet e muitos livros de incentivo à bruxaria.

Conclusão

Satanás é um vampiro da psique humana. Ele nos seduz, ilude e depois mata. Na Bíblia Sagrada, feitiçaria é uma espiritualidade associada às obras da carne e jamais à vida no Espírito. Lemos: "não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas 5.20-21).
Portanto, é das mentes dos nossos adolescentes que o inimigo quer se apossar. O Diabo quer desestabilizar a lucidez espiritual dos nossos jovens e plantar nas mentes mais frágeis o interesse, ainda que aparentemente ingênuo, pela "chiquérrima" espiritualidade wiccana.
Assim sendo, cientes de que nossos filhos podem estar sendo indiretamente aprendizes de feiticeiros e que estamos vendo uma nova geração de cananeus chiques surgindo no planeta, não temos tempo a perder!
Inculquemos nas nossas mentes e nas dos nossos filhos o amor genuíno por Deus e,"finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe os vosso pensamento" (Filipenses 4.8).(Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)

                                  SAMPAIO.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Várias pesquisas realizadas no Brasil indicam que a grande maioria dos homens e 50 a 60% das mulheres têm praticado ou praticam o adultério ou, como se diz na linguagem mais em uso, “transam” com pessoas que não são sua esposa ou seu marido. Com a ênfase dada ao sexo na TV, no cinema, na literatura, e até nas instituições de ensino, chegando ao extremo da obsessão, não é de se admirar que o homem secular, sem a convicção espiritual e os princípios da Palavra de Deus, caia nesse pecado.
O crente em Cristo, porém, não cai nesse pecado. Ele entra nele aos pouquinhos. Isso porque não observa a sinalização que o adverte do perigo. Faz vista grossa a esses sinais porque, embora não deseje precipitar-se no abismo da desgraça da imoralidade, quer sentir pelo menos um pouco a gostosura dos seus prazeres. Assim, avançando sinal após sinal, deixa a vida pegar embalo no caminho errado até ao ponto de não conseguir mais fazer a manobra de frear para evitar o desastre. Diz, então, que “caiu no pecado”, quando este, de fato, há tempo já estava no seu caminho.
O primeiro sinal é falta de carinho e afeto na conversa e relacionamento cotidianos com o cônjuge. A comunicação começa a limitar-se a frases como: “Tive um péssimo dia no escritório hoje”; “Já pagou a conta do dentista?”, ou, pior ainda: “Você já gastou todo o dinheiro que lhe dei no mês passado?”; “Se você não comprar logo uma geladeira nova, eu simplesmente vou parar de cozinhar”.
Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado – é um dos primeiros sinais de perigo.
Perto desse sinal vem outro: a falta de conversa sobre assuntos espirituais, a leitura da Bíblia em conjunto e a oração com a esposa. Quando essas coisas não fazem parte da vida conjugal, é um sinal de alerta. Prosseguindo nesse caminho pode haver adultério mais adiante.
Há mais sinais. Quando você começa a compartilhar os problemas de relacionamento no lar com algum amigo ou amiga do sexo oposto, você está aproximando-se mais do perigo. Freqüentemente essa outra pessoa tem problemas também, e está disposta a ouvir, a conversar e demonstrar simpatia, o que gera ainda mais intimidade.
Não demora muito para que aconteça o “toque inocente”. O patrão põe a mão no ombro da sua secretária ao pedir que ela digite uma carta; ela encosta seu corpo ligeiramente no dele ao entregar a carta pronta, depois um abraço fraternal, um beijinho no rosto. Você argumenta que não há nada de errado nisso, que é apenas amizade.
Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado.
Aos poucos vocês estão gastando mais tempo juntos. “Acontece” que saem para o almoço na mesma hora e “por que não almoçarem juntos”? Ela precisa pegar o metrô para ir para casa; “por que não levá-la no seu carro?” Você precisa trabalhar duas horas extras para terminar o projeto, e ela, sendo boa amiga, fica também para ajudar. Se parar um pouco para pensar, você perceberá que tem prazer na companhia dela ou dele. Não, vocês não estão dormindo juntos mas estão em grande perigo. Nessa altura, o sinal é um luminoso vermelho piscando a todo vapor.
Se você não retroceder, haverá um envolvimento emocional que provavelmente o arrastará para a fossa fatal do adultério. E com amargura de coração você dirá – “Caí no pecado”. Não, você não caiu... você entrou nele aos pouquinhos.
O pastor Charles Mylander, num artigo publicado no periódico “Moody Monthly”, sugere três áreas onde é preciso aumentar o controle para evitar ser arrastado ao pecado do adultério:

Primeiro: Controle da mente

Adultério, como a maioria dos pecados, começa na mente. O crente em Cristo precisa levar“cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.5). O apóstolo Paulo exorta o cristão a uma transformação “pela renovação da... mente” (Rm 12.2), e Jesus Cristo, no Sermão da Montanha, disse: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt 5.28).
A porta principal da mente são os olhos. E nessa área de imoralidade o homem, muito mais que a mulher, precisa desenvolver o controle a fim de ter uma mente pura. O homem que permite aos seus olhos o prazer de assistir aos programas de TV que apelam para sexo a fim de obter mais IBOPE (e são muitos); que toma tempo para folhear revistas como “Playboy”, que deixa seus olhos analisarem o corpo das mulheres para uma avaliação sexual, logo vai perder a primeira batalha contra a tentação. Sua mente vai QUERER o adultério, e este querer só espera a oportunidade para se realizar com a experiência.
A mulher também precisa praticar o controle. Talvez mais na maneira de vestir-se do que pelo olhar. É interessante que a Bíblia exorta a mulher a vestir-se com modéstia, bom senso, etc., e não o homem, isso porque a mulher não é tão facilmente levada à tentação sexual pelos olhos como o homem. Mas a mulher que é indiscreta na maneira de vestir-se, sem dúvida, é cúmplice do diabo na tentação ao homem. A admoestação da Bíblia de “glorificar a Deus no vosso corpo” (1 Co 6.20), com toda a certeza inclui o cuidado que cada mulher precisa ter em não provocar a concupiscência, revelando a beleza do seu corpo, seja por falta de roupa adequada ou pelo uso de roupa colante. Argumentar que “está na moda” não mudará em nada a opinião do Autor das Sagradas Escrituras.

Segundo: Controle de palavras

A porta principal da mente são os olhos. E nessa área de imoralidade o homem, muito mais que a mulher, precisa desenvolver o controle a fim de ter uma mente pura.
O homem casado, ou a mulher casada, jamais devem usar as palavras carinhosas de amor no trato com outras pessoas além do cônjuge. Nunca compartilhe problemas de casa com amigos do sexo oposto. E não procure conselho com alguém que tenha seus próprios problemas. Quem é perdedor dificilmente ajudará outro a ganhar. Ao encontrar problemas sem solução, procure conselho com alguém que descobriu a fórmula para constituir uma família feliz e vive essa felicidade no lar. Muitos adultérios tiveram o seu início na intimidade da “sala de aconselhamento”.

Terceiro: Controle de toque

Homens, não ponham suas mãos noutra mulher a não ser a sua própria esposa. E, mulheres, não conversem com o homem em “Braille”. O prazer da intimidade física é algo que Deus reservou para a santidade do casamento. Sexo antes ou fora do casamento sempre contamina o sexo no casamento, e o contato físico é um prazer que leva à consumação do desejo dessa intimidade. É preciso avaliar sinceramente se os abraços e beijos que damos e recebemos são uma expressão de estima recíproca ou um prazer “inocente” que podemos desfrutar sem compromisso. Deus reconhece o nosso desejo de intimidade, mas não aprova tal intimidade fora do casamento. “Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1 Co 7.2).
O conselho de Salomão ainda é válido: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço... alegra-te com a mulher da tua mocidade... e embriaga-te sempre com as suas carícias... O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa” (Pv 5.15,18-19; 6.32). (Haroldo Reimer - http://www.chamada.com.br)

                              sampaio.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Assembleia de Deus: Conheça a trajetória da maior denominação pentecostal do mundo


Assembleia de Deus: Conheça a trajetória da maior denominação pentecostal do mundo

Vínculos de Vingren e da AD brasileira com os suecos pentecostais dos EUA
Assembleia de Deus: Conheça a trajetória da maior denominação pentecostal do mundo
Quando Gunnar Vingren chegou a Kansas City (Missouri), Estados Unidos, em 19 de novembro de 1903, ele procurou seu tio Carl Vingren, que havia sido missionário batista na China e que pastoreara a Primeira Igreja Batista Sueca (atual Bemis Park Baptist) de Omaha (Nebraska), no período de 1898 a 1901. Em Kansas City, Vingren pertenceu e assistiu cultos numa igreja batista sueca da cidade.
Em fevereiro de 1904, Vingren viajou para St. Louis (Missouri) e freqüentou a igreja batista sueca local.
De setembro de 1904 a maio de 1909, Vingren cursou Teologia no Seminário Teológico Batista Sueco na Universidade de Chicago, Illinois, (atualmente Bethel University).
Nesse período em que Vingren se encontrava cursando Teologia, o avivamento pentecostal se iniciou em várias igrejas batistas suecas de Chicago, começando pela Segunda Igreja Batista Sueca em 1906, no centro da colônia de imigrantes suecos nas vizinhanças das ruas Vinte e Cinco e Wentworth, lado sul daquela cidade. Foi durante o pastorado de J. W. Hjertstrom (1901-1910) que a Segunda Igreja tornou-se o foco de atenção de toda a denominação batista sueca. Tendo estreita afinidade doutrinária com a fé batista, era natural que o Movimento Pentecostal moderno, que se iniciava nessa época nos EUA viesse afetar seriamente muitas igrejas batistas suecas.
Hjertstrom teve uma experiência de despertamento espiritual semelhante ao que ficou convencionado entre os pentecostais de “batismo no Espírito Santo”. A Segunda Igreja Batista, então, tornou-se pentecostal. Vários crentes foram batizados e falaram em línguas. Este derramamento ocorreu em fevereiro de 1906, portanto dois meses antes do avivamento de Azusa Street, Los Angeles, ter seu início.
O clímax desse movimento na Segunda Igreja Batista em Chicago parece ter ocorrido no grande encontro para aprofundamento da vida espiritual que aconteceu de 11 a 14 de fevereiro de 1909. Não somente de Chicago, mas também de muitos pontos distantes, vinham pessoas à Segunda Igreja para participar de conferências sobre a vida cheia do Espírito.
De junho de 1909 até fevereiro de 1910, Vingren foi pastor da Primeira Igreja Batista Sueca de Menominee, Michigan, atual North Shore Baptist Church. Enquanto pastoreava essa igreja, Vingren participou em novembro de 1909 de uma conferência na Primeira Igreja Batista Sueca de Chicago. Ele revelou em sua autobiografia “Diário do Pioneiro” que foi a essa conferência “com o firme propósito de buscar o batismo com o Espírito Santo”. Isso dá-nos a entender que essa conferência tinha características pentecostais. Cinco dias depois, informa Vingren, ele recebeu o batismo com o Espírito Santo e falou em línguas. Foi nessa época que ele conheceu aquele que seria o seu companheiro de missão no Brasil, o batista sueco Daniel Berg.
Como resultado do movimento pentecostal iniciado entre os batistas suecos de Chicago, surgiram as denominações Scandinavian Independent Assemblies of God (SIAG) – Assembleias de Deus Independentes Escandinavas – e Scandinavian Assemblies of God (SAG) – Assembleias de Deus Escandinavas.
No grupo de pastores batistas suecos que se tornaram pentecostais, estavam Bengt Magnus Johnson e A. A. Holmgren.
Vingren deixou a Primeira Igreja Batista Sueca de Menominee porque os membros que não creram no batismo no Espírito Santo o obrigaram a se retirar do pastorado. Naquela igreja, 31 membros se tornaram pentecostais. Em seguida, Vingren assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista Sueca de South Bend (Indiana) cujos membros aceitaram o ensino do batismo no Espírito Santo, tendo 20 pessoas batizadas.
Foi na igreja de Bengt Magnus Johnson que Vingren e Berg receberam uma oferta que superou os 90 dólares que Vingren havia anteriormente ofertado a William H. Durham para o jornal da Missão da Avenida Norte de Chicago, poucos dias antes de embarcar para o Brasil no dia 5 de novembro de 1910.
Em 1911, o pastor Bengt Magnus Johnson fundou a Lakeview Gospel Church de Chicago.
Entre 1911 e 1912, Gunnar Vingren e Daniel Berg foram sustentados pelos crentes pentecostais suecos dos Estados Unidos por meio dos pastores Bengt Magnus Johnson e A. A. Holmgren.
Em 11 de outubro de 1915, quando empreendeu sua primeira viagem rumo à Suécia, Vingren passou por várias igrejas suecas nos EUA, entre elas a Missão Apostólica Sueca em Mekersport. Em 23 de outubro do mesmo ano, ele foi para Chicago pregar na igreja do pastor Bengt Magnus Johnson. Ali, Vingren participou de uma conferência com muitos pastores e pregadores presentes. Ele pregou num dos cultos da conferência. Os participantes da conferência se interessaram pelo trabalho missionário no Brasil e levantaram uma oferta para Gunnar Vingren comprar um barco para a missão no rio Amazonas.
Em maio de 1917, Vingren, retornando da sua primeira viagem à Suécia, foi a Chicago participar da inauguração de uma igreja do pastor Bengt Magnus Johnson.
Ainda em 1917, Vingren viajou aos Estados de Michigan e Minneápolis, e ali se encontrou com A. A. Holmgren, tendo participado de vários cultos juntos com ele e Bengt Magnus Johnson.
Nels Julius Nelson, missionário sueco entre as Assembleias de Deus a partir de 1921, foi ordenado missionário em 1917 pela Scandinavian Assemblies of God (SAG) e recebeu sustento financeiro dessas igrejas por meio de A. A. Holmgren.
Em 1922, na cidade de St. Paul (Minnesota), cerca de 25 pastores dos grupos SIAG e SAG decidiram se reunir sob uma bandeira comum e informal chamada Independent Assemblies of God (IAG). A base de sua unidade era a crença de que cada igreja local era livre para administrar e direcionar seus próprios negócios, sem responder a qualquer estrutura denominacional.
Ao retornar de sua segunda viagem à Suécia, Vingren permaneceu nos Estados Unidos, de 28 de agosto de 1922 a 20 de janeiro de 1923. Durante esse período, ele pregou em cultos de igrejas batistas suecas pentecostais em cidades como Duluth, Minneápolis, Chicago, Nova Iorque e em vários lugares de Minnesota.
Em 1926, na primeira Convenção dos Missionários das Assembleias de Deus no Brasil, na Assembleia de Deus em São Cristóvão, Rio de Janeiro (RJ), com a presença do doutor A. P. Franklin, secretário de missões estrangeiras da Svenska Fria Missionen (Missão Livre Sueca), os missionários suecos reunidos aprovaram que trabalhariam no Brasil em cooperação com a Svenska Fria Missionen da Suécia. Em troca, a referida missão representaria naquele país escandinavo os interesses do trabalho das Assembleias de Deus no Brasil. O mesmo ficou aprovado em relação à Scandinavian Assemblies of God dos Estados Unidos da América.
Numa carta de 27 de maio de 1932, Vingren revelou que seu sustento financeiro vinha tanto da Igreja Filadélfia de Estocolmo, do pastor Lewi Pethrus, como dos Estados Unidos. Um dos crentes da América do Norte mandava mensalmente uma oferta. Provavelmente, esse crente pertencia a uma das congregações pentecostais suecas com as quais Vingren mantinha laços fraternais.
Portanto, os vínculos dos pioneiros com os EUA nas primeiras décadas da AD no Brasil foram as Assembleias de Deus suecas no solo americano e não com a Assembleia de Deus americana com sede em Springfield, Missouri, como alguns imaginam.
Fonte: CPAD News
                                                      SAMPAIO.

sexta-feira, 3 de junho de 2011


Unitas Fratrum
UNIDADE MORAVIAN da Igreja mundial MORAVIAN WIDE

Origem e Crescimento da Unitas Fratrum

A Unitas Fratrum, ou a Igreja da Morávia, é o ramo da Igreja cristã, que começou sua vida distintos em Kunvald na Boêmia no ano de 1457. Ela nasceu do grande avivamento da fé no fim da Idade Média, decorrente do renascimento nacional da religião na Boêmia, em que os escritos de Wyclif tinham grande influência, e do qual João Hus foi o maior líder. Dentro do movimento Pedro de Chelcic representado as tradições do puritanismo Oriental e liberdade de controle oficial em matéria de religião.
Entre essas influências, a Unitas Fratrum foi fundado, sob a liderança de Gregório, o Patriarca, com um ideal de três vezes de companheirismo, fé e liberdade, e uma forte ênfase na vida cristã prática e não sobre o pensamento doutrinário ou da tradição da igreja. Os estatutos de Reichenau, 1464, contém as primeiras afirmação deste pensamento comum.
Seu número cresceu rapidamente. Esta extensão chamou a atenção das autoridades da igreja para os irmãos, que foram denunciados como hereges e traição. Eles tentaram manter um contato vivo com a igreja primitiva, tendo obtido a partir do Waldenses as ordens tradicionais do ministério, incluindo o episcopado, e assim se tornou um órgão independente eclesiástico. O poder do Estado foi então chamado para reprimi-los, mas a perseguição promoveu o seu crescimento. O impacto dos irmãos sobre a vida espiritual em seu país e sobre os limites de sua terra natal excedeu em muito a composição numérica de adesão.
Os irmãos estavam habilitados a manter uma comunhão de vida em Cristo com a ajuda da Bíblia e hinos em sua própria língua, um cuidadoso sistema de disciplina e de escolas para os jovens. Os irmãos encontraram Lutero e outros reformadores em igualdade de condições, ensinou-lhes o valor de uma disciplina eclesiástica eficaz, e ganhou-lhes novas perspectivas sobre a natureza da fé salvadora.
Nos problemas da reação contra a Reforma, os tempos de perseguição, alternados com momentos de calma comparativos, até que finalmente em 1620 a Igreja Romana foi colocado no poder pelos exércitos estrangeiros e Unitas Fratrum com outros órgãos protestante foi totalmente suprimido. A influência de D. João Amos Comenius, que tinham preservado a disciplina da igreja, e que foi pioneira métodos de ensino, foi uma grande fonte de força após o rompimento da igreja. Ele nunca deixou de rezar e suplicar publicamente para a restauração de sua igreja amada.Fortalecido por essa fé, uma "semente oculta" sobreviveu na Boémia e Morávia, a emergir de uma centena de anos mais tarde na Igreja Renovada.
Entre 1722 e 1727, algumas famílias da Morávia, que haviam mantido as tradições da antiga Unitas Fratrum, encontrei um lugar de refúgio em Roma. Saxônia, na propriedade de Nicolaus Ludwig, Conde Zinzendorf, e construíram uma aldeia que eles chamaram de Herrnhut. Outras pessoas de pontos de vista muito diferentes também encontrou ali um local de liberdade religiosa, mas suas diferenças ameaçou fazer-lhe um lugar de conflito. Zinzendorf abriu mão de sua posição no serviço de estado a dedicar-se a unir esses vários elementos em uma verdadeira comunhão cristã. Ele tornou-se seu líder espiritual, bem como seu patrono e protetor contra a interferência de fora.
Por seu exemplo e pastoral Zinzendorf acelerou sua. A comunhão cristã e unidos para a vida comunitária nos termos do Estatuto de Herrnhut (12 de maio, 1727), que foram encontradas para seguir o padrão dos antigos Unitas Fratrum.Através da oração sincera e continuada, eles perceberam que cada vez mais o poder da Cruz de Cristo na conciliação entre eles um para o outro. Uma experiência profunda e decisiva desta unidade foi-lhes dado em um derramamento do Espírito Santo na celebração da Santa Comunhão em 13 de agosto de 1727.
A partir desta experiência de unidade consciente veio zelo e força para compartilhar essa comunhão em Cristo com outros ramos da Igreja Universal, e alegria de servir sempre encontraram uma porta aberta.
Ao seguir esse impulso, foram estabelecidas relações com os cristãos sérios em muitos países da Europa Ocidental, na Inglaterra de 1728, e na América do Norte a partir de 1735, enquanto em 1732 sua primeira missão aos pagãos começou entre os escravos de São Tomé no Ocidente Índias.
A fim de obter o reconhecimento oficial de seus trabalhadores, e para definir a. selo sobre as ligações com a antiga Unitas Fratrum, eles decidiram continuar as suas ordens episcopal, que tinha sido transmitida ao longo Bispo Comenius e uma linha de bispos da província polaca da unidade antiga. Em 1735 o bispo Daniel David Nitschmann Jablonsky consagrada como o primeiro bispo da Igreja Renovada. Os ramos da igreja, assim, estabelecido no Continente e na Grã-Bretanha ea América continuou a desenvolver de acordo com as diferentes oportunidades que lhes são apresentados, mantendo a sua associação e união, especialmente no trabalho de propagação do Evangelho em outras terras.
Assim, hoje a Unitas Fratrum, que tem afirmado ao longo de sua história que a comunhão cristã reconhece nenhuma barreira de nação ou raça, é ainda uma unidade internacional com as congregações em muitas partes do mundo.
A Unitas Fratrum preza a sua unidade como um valioso tesouro que lhe foi confiada pelo Senhor. Ele representa a união de toda a humanidade dada pela reconciliação através de Jesus Cristo. Portanto, o movimento ecumênico é da sua essência vital. Durante cinco séculos, tem apontado para a unidade dos filhos de Deus dispersos para que se tornem um em seu Senhor.

                                            sampaio