NOSSA CONVENÇÃO.

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"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." - Jeremias 3:15 (ACF).

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COORDENADORIA DO LESTE DE MINAS CIDADE DE CORONEL FABRICIANO MG e-mail do blog reverendorj@ig.com.br Entre em contato conosco. Através do nosso e-mail, você pode: - Enviar sua sugestão de matéria; - Divulgar o seu artigo; - Anunciar os eventos da sua igreja (caso seja da CNADF); - Solicitar parceria ou permissão para publicar nossos textos; - Enviar sua palavra de elogio ou de crítica. SOMOS PREGADORES DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

TV CBU

           

Neste momento estamos transmitindo oa filme "O Arrebatamento" com a estreia do CINE CBU.
Você não pode perder!


domingo, 30 de outubro de 2011

Pais de santo evangélicos


Pais de santo evangélicos

O culto evangélico tem sido invadido pela magia, prestidigitação ritual, curandeirismo e superstição. Pastores e pastoras midiáticos também assumem os lugares de santos e santas da religião popular, como pais de santo de terno e gravata, ganhando a admiração ou rejeição de crentes do protestantismo histórico. Constituirão num perigo, como foi em todos os tempos na religião cristã? 
 
A religião pessoal recente, contemporânea, não é estranha à igreja do tempo bíblico. Nesta, as aspirações espirituais se misturavam com solicitações grosseiras e vulgares de satisfação física e material. Não havia uma linha demarcatória entre o culto mágico e a nova religião. Práticas de astrologia, adivinhação, prestidigitação, superstição e magia, eram elementos que permeavam o culto cristão. Papiros contendo orações e hinos “libertadores” eram elementos que circulavam juntamente com esboços das fontes dos evangelhos. Maldições e pragas se insinuavam em práticas supersticiosas repulsivas. Qual a diferença, quanto ao que observamos hoje, com o público cativo em torno dos “santos e santas evangélicos” da telinha?
 
Para alguns (parece que não são muitos), na comunidade e no âmbito da família, a fé não deveria ser assim, materializada e pragmática. Pedem soluções, metas, políticas, para se estancar estruturalmente a onda de injustiça social, de violência, de corrupção, que grassa no mundo, atingindo a família em cheio. Por exemplo, quais das nossas famílias não têm vítimas da violência, das doenças sociais, do drogadismo criminoso ou farmacológico, alcoolismo, tabagismo, consumismo? E nos lares evangélicos, quem escapa do culto aos “santos” e “santas” evangélicos? Diariamente, “pastores” e “pastoras” ocupam horários no “espaço sagrado do lar”, doutrinando milhões de crentes para a religião da ganância, “ganhando almas para Jesus” (na verdade ganhando compradores para produtos de qualidade discutível). Estes e estas, no domingo, vão aos cultos da igreja local.  
 
A pentecostalização eclesiástica comum inclina-se também à simplificação da prática e procura do “melhor espetáculo litúrgico” high tech, eletrônico, com trucagens digitais. A vida devocional diária, pela televisão, com o uso da religião mágica, leva para a sala ou o quarto de dormir objetos simbólicos neoevangélicos. Um seminarista fez um inventário das práticas que já alcançam lares evangélicos tradicionais. Orações de poder impressas, rosas vermelhas, galhos de arruda, sal grosso, manto santo, chave da vitória, toalhas, lenços, ao lado da Bíblia. Vigília do milagre, unções em carros e residências para evitar “mau-olhado” merecem atenção. Realizando-se “batalhas espirituais” e auto-exorcismos chega-se à “vitória”, creem. Expressões comuns, conceitos abstratos, mas essa “espiritualidade”, como disse Pedro Lísias Moraes e Silva, impõe resultados materiais aqui e agora, demonstrados na prática familiar ou publicamente.
 
O culto simbólico, carismático, torna-se modelo. Desconhecendo a esperança ética de transformações, mergulha no louvor como bajulação de um “deus quebra-galho”, apresentando receitas novas, porém sem ingredientes, sem forno e tabuleiro para a vida de fé. Para muitos evangélicos, os objetos mágico-simbólicos ajudam muito, preocupados com a prosperidade material e solução para tudo. Vale o dinheiro, o sucesso, o êxito na vida. "Entre Deus e o dinheiro, o segundo é o primeiro", disse um teólogo. Aí está o novo culto evangélico: diversões musicais, prestidigitação, amuletos e ganância por vitórias. Sucesso e fortuna.  
 
Na fuga religiosa, o púlpito e a mesa da comunhão, por excelência, alimentadores da fé, são também substituídos por parafernálias eletrônicas. Ofertórios compulsórios, no culto, anunciam promessas jamais cumpridas. Deus é bajulado com louvação insincera, interesseira; não há lugar para a oração íntima, de indignação e de inconformismo com as injustiças no mundo (como podemos ver em muitos Salmos). No novo culto pentecostalizado, quem intercede busca o milagre compulsório. Inexistem cultos e ritos em ação de graças pelos que morrem; enlutados são ignorados, porque a morte é concebida como derrota das teses de cura ou exorcismo do mal sistêmico, perdendo relevância pastoral e litúrgica.
 
A fé neoevangélica não é inclusiva. É extorsiva, autoritária, abusiva. Desconsidera as lutas por direitos, da mulher e da criança, do jovem e do idoso, despreza as minorias oprimidas e as alija da vida de fé; esquece adolescentes sob forte risco social, que morrem como moscas nas periferias das metrópoles e são condenados à marginalização perpétua. A população jovem é a que mais sofre violência. Pastores são acusados de conluio com sequestradores e traficantes ou de surrar seus filhos (leia A Gazeta, 29/05/2009 e A Tribuna, 18/10/2011). Crianças de hoje também levam armas de fogo para as salas de aula e pretendem matar professores. Por quê?
 
Jovens evangélicos universitários, da classe média, carismáticos, sem orientação sobre ética e missão cristãs, servem à alienação nos louvores emocionados, na pele arrepiada pela oração esotérica (pra dentro, oposta à realidade humana externa, nas implicações referentes ao aviltamento da justiça, desigualdades, intolerância, preconceitos, violação de direitos fundamentais). Imaginam-se “diante do trono”, pensando e contribuindo com o sucesso dos astros e igrejas milionários. Enquanto isso, ocupam altares em busca de espaço e visibilidade, olhos estrábicos ao mal sistêmico que não se quer combater, sem a profundidade espiritual da experiência de Deus nos quinze a trinta minutos de louvor. 
 
Que igrejas e que pastores os educaram?
 Derval Dasilio É pastor da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil e autor do livro “O Dragão que Habita em Nós” (2010).

                                                        

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

OUTUBRO MÊS DA REFORMA PROTESTANTE.

REFORMADOR MARTINHO LUTERO.

Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas (Efésios 1:7).
Vitória completa!
Martinho Lutero, um dos pioneiros da Reforma, era um homem abençoado por Deus. Coube a ele testificar novamente sobre a verdade da justificação pela fé somente, tarefa cumprida em suas famosas 95 teses. Menos conhecidas foram suas lutas interiores antes de encontrar a paz com Deus. Ao ler as Santas Escrituras, Lutero compreendeu que o homem não pode ser justificado diante de Deus por obras humanas, por mais maravilhosas que sejam.
Pouco tempo depois de sua conversão, Lutero teve um sonho. O diabo se aproximava dele com uma pilha de papéis escritos. Na primeira página estava uma terrível lista de pecados cometidos na juventude de Lutero. “Você se lembra de todos esses pecados?”, perguntou Satanás. O diabo então leu duas outras páginas com mais pecados horrendos. Lutero começou a se sentir envergonhado e pensativo. Certo do triunfo, o diabo foi saindo. De repente, Lutero reagiu e disse: “Me dê essas folhas!” No sonho, ele arrancou os papéis acusatórios da mão do diabo e escreveu neles: “O sangue de Jesus Cristo, o Filho de Deus, me limpa de todo pecado”.
Que vitória! Resistir a Satanás firmemente baseado na vitória da cruz é o maior lembrete que podemos dar a ele de sua derrota pelas mãos e pés de nosso Senhor Jesus Cristo.
A vitória na cruz foi completa, pois o Senhor Jesus, “havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária... a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publica­mente e deles triunfou em si mesmo” (Colossenses 2:14-15).
 CREUZA..

terça-feira, 11 de outubro de 2011

OUTUBRO MÊS DA REFORMA PROTESTANTE.


31 DIA DA REFORMA PROTESTANTE VENHA CELEBRAR COM NOSCO NA ASSEMBLEIA DE DEUS FLUMINENSE RJ MINISTERIO DE MADUREIRA.
NO DIA 31 PELA MANHA AS8 HORAS SERA MINISTRADO UM ESTUDO SOBRE A HISTORIA DA IGREJA DESDE A REFORMA. E ANOITE SERA CELEBRADO O CULTO DAS LUZES AS 19 HORAS EM MOMENTO HISTORICO SOBRE A REFORMA  VENHA E TRAGA SUA FAMILIA DEUS TEM UMA BENÇÃO PARA VC...


terça-feira, 4 de outubro de 2011

O DISTINTIVO PROTESTANTE.

                                                  

                                                                    O DISTINTIVO PROTESTANTE.

destintivo protestante antes era simbulo de união evangelica e hoge e meramente simbulo de despreso e vergonha. pq algumas denominações evangelicas por falta de informão e postura se enveredaram por outros comuninhos como a ganancia,prepotência denominacional, e exclusivismo na sociedade com seus rotulos que mais causa nojo do que edificação.
mas que nesse mês de outubro possamos refletir e trazer a mesma para uma nova reforma evangelica paulo diz em  1 Coríntios 11:19 na Bíblia Sagrada "E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros semanifestem.

                                      sampaio.

sábado, 1 de outubro de 2011

Judaísmo messiânico: O que é e como surgiu.




As agências internacionais publicam constantemente os ataques sofridos por judeus messiânicos que vivem em Israel, principalmente em Arad. Essas ameaças e perseguições partem de judeus ortodoxos que são mais conservadores, uma briga religiosa que já dura milênios.
O judaísmo messiânico é a vertente que acredita que Jesus Cristo é o “Mashiach” (Messias em hebraico) que foi prometido por Deus. A origem dessa crença surgiu no século I, quando os seguidores de Jesus passaram a acreditar que Ele realmente era o enviado de Deus, mas não abandonaram suas tradições religiosas e passaram a ser chamados de nazarenos, por causa da cidade onde Jesus viveu, Nazaré.
Quando o apóstolo Paulo começou a pregar a salvação para os gentios, os judeus começaram a rejeitar a ideia e não mais aceitaram que os nazarenos fossem considerados como judeus.
Com o tempo os nazarenos começaram a se perguntar se deveriam ou não seguir as normas da Torá, principalmente entre os não judeus que começaram a ser evangelizados pelos apóstolos.

O nascimento do cristianismo e do judaísmo messiânico

De acordo com dados históricos esse foi o motivo da briga entre o apóstolo Paulo e o apóstolo Pedro (narrada no capítulo 15 de Atos). Paulo era o maior expoente do grupo antijudaizante que defendia que Jesus veio trazer a salvação para a humanidade, abolindo assim os preceitos da Torá.
Pedro era do grupo judaizante e defendia que os gentios não precisavam seguir a Torá, mas os judeus que passassem a acreditar em Jesus como o Messias deveriam sim continuar a seguir os dogmas do judaísmo.
O aumento dos gentios convertidos pela pregação de Paulo e seus discípulos fez surgir o cristianismo, em uma época conturbada para os judeus, pois eles estavam sob o domínio dos romanos. Fato agravado pela destruição do Templo de Herodes e assim as duas religiões foram afastadas de vez.
Mas os judeus que aceitaram Jesus e continuaram a seguir os mandamentos da Torá não se tornaram cristãos e foram segregados tanto por cristãos como pelos judeus.
Apesar do governo de Israel reconhecer os judeus messiânicos como judeus, eles continuam sendo marginalizados pelos ortodoxos, principalmente os grupos mais conservadores. Antes de 2009, os messiânicos eram classificados pelo Ministério do Interior de Israel como cristãos.

Judaísmo Messiânico no Brasil

No Brasil é possível encontrar congregações judaico-messiânicas em várias cidades como, por exemplo, no Rio de Janeiro, onde há a Congregação Adonai Shamah. O objetivo do movimento é fazer com que os judeus aceitem Jesus como Messias, sem precisar romper com compromisso com a Torá nem com a aliança de Abraão. Seus membros que são descendentes de judeus continuam seguindo rituais como o da circuncisão.
Em Vitória, capital do Espírito Santo, há outra comunidade, a Beit Tefilha Rechovot (Casa de Oração Rechovot) que é fundamentada em três pilares: Torah, Avodah e Tzdakah. Que são os livros com as leis de Moisés, o trabalho e a justiça social.
Fonte: Gospel Prime


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A REFORMA PROTESTANTE.


                                                  
A igreja assembreia de Deus fluminense rj em cel fabriciano
se prepara juntamente com os irmão da fé evangelica que reconhecem o movimento da reforma protestante como o agir da mão de Deus na igreja e como filhos e herdeiros da mesma, conclamamos a todos a celebrarem e comemorarem este momento historico dando o mérito a "CRISTO SENHOR E DONO DA IGREJA"
e não a lutero como instrumento seu. assim como nós o somos  hoje.