NOSSA CONVENÇÃO.

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"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." - Jeremias 3:15 (ACF).

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Conclave traz à tona histórico de transgressões e pecados de cardeais.


A pressão popular aumenta nos EUA e na Itália para manter o cardeal Roger Mahony, da Califórnia, longe do conclave para eleger o próximo papa por seu papel em proteger sacerdotes acusados de abuso sexual, um dos mais proeminentes movimentos contra um grupo de cardeais comprometidos que deverão votar no mês que vem.
Antecipação: Papa muda legislação da Igreja e permite a cardeais iniciar conclave antes
AP
Cardeal Roger Mahony é visto durante serviço religioso na Catedral de Nossa Senhora dos Anjos em Los Angeles, Califórnia (06/02/2008)
Em meio aos protestos, Mahony deixou claro que vai ao Vaticano, e ninguém poderá forçá-lo a abster-se. Um historiador do Vaticano disse no dia 20 que não há precedentes para que um cardeal não participe por causa de um escândalo pessoal. Mas a crescente campanha de base é uma indicação de que os católicos comuns exigem cada vez mais ter poder de voz para decidir quem está apto a eleger seu papa.
Conclaves sempre conseguem extrair o que há de pior no histórico de um cardeal ao trazer à tona diante da mídia pecados passados e transgressões pouco tempo antes da votação. Dessa vez não é diferente - exceto que as revelações dos pecados de Mahony são atuais e ocorreram durante uma rodada recente de escândalos de abuso sexual na Europa e EUA.
Segunda: Principal cardeal britânico renuncia em meio a alegações de abusos
Na semana semana, a influente revista católica italiana Famiglia Cristiana perguntou a seus leitores se o cardeal Mahony, que fica em Los Angeles, deveria participar do conclave dadas as revelações. "Sua opinião: Mahony no conclave: Sim ou Não", questionou a pesquisa online de uma das revistas mais lidas da Itália. A maioria entre as mais de 350 respostas indicou: "Não."
Essa iniciativa foi seguida por uma petição por um grupo nos EUA, os Católicos Unidos, exigindo que Mahony não participasse da eleição.
"É a coisa certa a ser feita", disse Andrea León-Grossman, membro dos Católicos Unidos em Los Angeles, em um comunicado no site do grupo. "No interesse das crianças que foram abusadas em sua diocese, ele precisa ficar longe dos olhos do público. Ele já foi destituído de seu ministério. Se ele está realmente arrependido pelo que aconteceu, deveria demonstrar alguma humildade e optar por ficar em casa. "
AP
Turistas são refletidos em retrato de papa Bento 16 na Praça de São Pedro, no Vaticano (26/02)
Mahony, no entanto, deixou claro que votará. "Contagem regressiva para o conclave papal começou. Suas orações são necessárias para que possamos eleger o melhor papa para a Igreja de hoje e amanhã", twittou, prometendo atualizações diárias no microblog.
Redes sociais: Papa abre porta com Twitter, mas jovens esperam 'sucessor 2.0'
O cardeal também respondeu direta e indiretamente às acusações em seu blog, escrevendo sobre as diversas "humilhações" que Jesus sofreu.
No mês passado, um tribunal de Los Angeles ordenou a libertação de milhares de páginas de arquivos pessoais confidenciais de mais de 120 padres acusados de abuso sexual. Os arquivos mostraram que Mahony e outras autoridades de alto escalão da arquidiocese esquematizaram táticas nos bastidores para proteger os padres acusados e a igreja de um escândalo crescente, deixando os paroquianos no escuro.
O historiador Ambrogio Piazzoni, vice-prefeito da Biblioteca do Vaticano, disse que não há precedente para um cardeal ficar longe de um conclave por causa de um escândalo pessoal, embora no passado alguns tenham sido impedidos, seja por doença ou interferência por parte dos governos.
Desafios:  Novo papa vai liderar Igreja ameaçada por escândalos e avanço protestante
Reuters
Domo da Basílica de São Pedro é refletido em poça d'água enquanto operários preparam audiência semanal do papa Bento 16 no Vaticano (25/02)
Independentemente disso, ele afirmou que a decisão de não votar teria de ser aprovada pelo Colégio de Cardeais, dado que o principal dever de um cardeal é votar em um conclave. "A única coisa que caracteriza um cardeal é ser um eleitor do papa", disse.
O cardeal Velasio De Paolis, um dos melhores advogados do Vaticano, disse à Associated Press que, sem a restrição de quaisquer impedimentos canônicos, Mahony tem o direito e o dever de votar no conclave. Na melhor das hipóteses, afirmou, alguém poderia convencê-lo a não ir, acrescentando que não dizia isso como uma sugestão.
Leia também:  Saiba quais papas renunciaram antes de Bento 16
Conclave: Veja quem são os cardeais mais cotados para ser o novo papa
Os jornais italianos foram preenchidos com perfis dos cardeais cuja presença no conclave seria uma "vergonha" para o Vaticano. Eles incluíram o irlandês Sean Brady, acusado de encobrir abusos sexuais; o belga Godfried Danneels, cujos escritórios foram vasculhados em 2010 em meio a uma ofensiva contra os padres pedófilos; e o cardeal Justin Rigali; que se aposentou como arcebispo na Filadélfia em desgraça depois que um grande júri o acusou de manter agressores acusados empregados.
Também houve ocorrências na corrida para o conclave de 2005 que elegeu o cardeal Joseph Ratzinger como papa.
O cardeal argentino Jorge Bergoglio, por exemplo, foi citado em um processo criminal poucos dias antes do conclave, sob a alegação de que teve envolvimento nos sequestros de 1976 de dois colegas jesuítas durante os anos sombrios da ditadura militar da Argentina. O porta-voz do cardeal chamou a alegação feita por um advogado de direitos humanos de "calúnia". Segundo o único relato publicado do voto secreto de 2005, Bergoglio ficou em segundo lugar.
*Por Nicole Winfield
                                                           SAMPAIO. 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Na época de Natal é costume montar presépios em igrejas, lojas e residências. Há os mais variados tipos, diferentes em suas formas e em sua aparência. Existem presépios grandes e pequenos, orientais e ocidentais, europeus e asiáticos. Eles são montados em meio a reproduções de palmeiras ou pinheiros, e os mais diversos personagens se agrupam ao redor da manjedoura. Mas em qualquer presépio sempre há duas figuras muito populares: o boi e o jumento.
Qual é a origem dessa tradição? O relato bíblico do nascimento de Jesus não menciona bois nem jumentos. Foram alguns "pais da Igreja" (líderes nos primeiros séculos do cristianismo) que introduziram esses animais na história do Natal, e eles o fizeram com segundas intenções. A razão foi seu ódio aos judeus, e a passagem utilizada para justificá-lo foi Isaías 1.2-4: "Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, ó terra, porque o Senhor é quem fala: Criei filhos e os engrandeci, mas eles estão revoltados contra mim. O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende. Ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniqüidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o Senhor, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás". Muitos "pais da Igreja", fazendo uso dessa passagem, diziam:
Parece que o boi e o jumento têm mais entendimento que o povo de Israel. Por isso, coloquemos esses animais no presépio para servirem de exemplo: eles conhecem o senhor de sua manjedoura, enquanto os judeus não o conhecem.
Portanto, os dois personagens tradicionais que fazem parte do cenário da manjedoura de Jesus têm sua origem em uma motivação anti-semita.
Na época de Natal é costume montar presépios em igrejas, lojas e residências. Neles sempre há duas figuras muito populares: o boi e o jumento. O relato bíblico do nascimento de Jesus não menciona bois nem jumentos.

As promessas de Deus contra todo anti-semitismo
Não devemos desconsiderar que Israel realmente se comportou como um boi ou como um jumento no decorrer de sua história, pois foi indiferente, obstinado e teimoso para com seu Senhor. Por essa razão Deus teve de trazer juízos e castigos sobre o povo de Sua aliança, permitindo que nações estranhas governassem sobre Israel. Nos tempos finais esse processo atingirá seu ponto máximo.
No final, porém, Deus vai alcançar o alvo que estabeleceu para Seu povo, conduzindo-o à manjedoura de Seu Filho. Ele não abre mão de Suas promessas, cumprindo-as integralmente: "Não te permitirei jamais que ouças a ignomínia dos gentios; não mais levarás sobre ti o opróbrio dos povos, nem mais farás tropeçar o teu povo, diz o Senhor Deus" (Ez 36.15).
O cântico de Maria por ocasião do nascimento de Jesus demonstra que a aliança do Senhor com Abraão e os patriarcas tem validade eterna para todos os seus descendentes: "Amparou a Israel, seu servo, a fim de lembrar-se da sua misericórdia a favor de Abraão e de sua descendência para sempre, como prometera aos nossos pais" (Lc 1.54-55). Deus prometeu exatamente o mesmo a Abraão: "Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência" (Gn 17.7). Jesus veio também por isso! Ele não tornou-se homem para permitir que o anti-semitismo triunfasse sobre Israel, mas para confirmar a aliança eterna de Deus com Seu povo: "Digo, pois, que Cristo foi constituído ministro da circuncisão, em prol da verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos nossos pais" (Rm 15.8).
Quem rouba as promessas de Israel coloca em dúvida a veracidade do que Deus diz e questiona a obra de Jesus na cruz. Assim, o Senhor é apresentado como mentiroso, pois Jesus não veio para tirar as promessas divinas de Israel, mas para confirmá-las.
O caminho pelo qual Deus conduziu a Israel em meio ao anti-semitismo
Na "história de Natal anti-semita" existe uma pessoa que desempenha um papel muito importante: o rei Herodes (o Grande). Ele foi um dos primeiros anti-semitas mencionados no Novo Testamento. Herodes se opôs ao nascimento de Jesus; ele tentou impedir a salvação e "mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores" (Mt 2.16).
Por que ele cometeu esse ato de crueldade? Será que ele agiu motivado apenas pelo medo de perder seu trono para o "recém-nascido Rei dos judeus" (Mt 2.2)? Ou havia um sentido espiritual mais profundo subjacente à sua ação cruel?
Herodes, como se sabe, era edomita. Os edomitas descendem de Esaú (Gn 36.1,8,43). Em Romanos 9.13 Paulo cita Malaquias 1.2-3. Ali o Senhor diz: "...amei a Jacó, porém aborreci a Esaú". Por que o Senhor aborreceu a Esaú? Porque ele não cria na ressurreição! Ao negociar seu direito de primogenitura, Esaú respondeu a seu irmão Jacó: "Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura?" (Gn 25.32). Esaú negava a realidade da ressurreição, não acreditava no cumprimento futuro das promessas divinas para Israel e, em sentido mais profundo, também não cria na obra de Deus em Jesus Cristo relativa à morte e à ressurreição.
Esaú representa, assim, uma pessoa que direciona todas as suas atenções somente para as coisas terrenas, que não pensa além desta vida aqui na terra e, portanto, despreza os valores espirituais.
Por essa razão, Esaú é chamado de "impuro" e "profano" (Hb 12.6). Ele, por exemplo, tomou conscientemente como esposas duas mulheres gentias, que causaram grandes problemas aos seus pais, Isaque e Rebeca (Gn 26.34-35). Em Malaquias 1.1-4 a terra de Edom (de Esaú) é chamada de terra de perversidade e povo contra quem o Senhor está irado para sempre. Conforme Ezequiel 32.29-32, Edom é descrito como estando localizado no reino dos mortos, "com os incircuncisos e com os que desceram à cova".
Portanto, não é de admirar que, sob domínio romano, justamente um descendente de Edom ocupava o trono quando o Filho da Vida nasceu em Belém. Percebemos que a ação de Herodes, ao mandar matar os bebês judeus, foi muito além da simples reação à ameaça ao seu poder real. Simbolicamente, a luta foi entre Esaú e Jacó, entre Herodes e Jesus, entre o reino dos mortos e o paraíso, entre as coisas terrenas e passageiras e aquelas que são eternas.
A pessoa de Herodes está diametralmente oposta às promessas que Deus deu a Abraão para sempre e que foram confirmadas pela morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Foi também um Herodes (Antipas) que ordenou a decapitação de João Batista, porque era dominado pela mentalidade carnal, pela concupiscência dos olhos (Mt 14.6-11).
Assim podemos entender porque esse Herodes (Antipas) zombou e escarneceu de Jesus antes de devolvê-lO a Pilatos. Na pessoa de Herodes o reino dos mortos se opunha Àquele que venceria a morte (Lc 23.11).
Quando o sinédrio se opôs ao testemunho dos apóstolos acerca da ressurreição, a igreja primitiva reuniu-se em unanimidade, citando o papel de Herodes (Antipas) em sua oração: "Levantaram-se os reis da terra, e as autoridades ajuntaram-se à uma contra o Senhor e contra o seu Ungido; porque verdadeiramente se ajuntaram nesta cidade contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel" (At 4.26-27).
Também foi um Herodes (Agripa I, neto de Herodes, o Grande) que mandou passar ao fio da espada a Tiago, irmão de João, e mandou prender a Pedro (At 12.1-3).
Vemos que sempre que o Plano de Salvação se aproximava de uma encruzilhada importante, aparecia em cena um Herodes anti-semita tentando impedir que a vida se manifestasse.
Por isso, certamente não é por acaso que a Bíblia diz acerca de Edom e de outros que se encontram no reino dos mortos: "Ali, está Edom e todos os seus príncipes, que, apesar do seu poder, foram postos com os que foram traspassados à espada; estes jazem com os incircuncisos e com os que desceram à cova. Ali, estão os príncipes do Norte, todos eles, e todos os sidônios, que desceram com os traspassados, envergonhados com o temor causado pelo seu poder; e jazem incircuncisos com os que foram traspassados à espada e levam a sua vergonha com os que desceram à cova" (Ez 32.29-30).
Não causa surpresa, portanto, que justamente acerca do orgulho e da morte horrível de Herodes (Agripa I, neto de Herodes, o Grande), a Palavra de Deus diga: "Em dia designado, Herodes, vestido de trajo real, assentado no trono, dirigiu-lhes a palavra; e o povo clamava: É voz de um deus, e não de homem! No mesmo instante, um anjo do Senhor o feriu, por ele não haver dado glória a Deus; e, comido de vermes, expirou. Entretanto, a palavra do Senhor crescia a se multiplicava" (At 12.21-24).
Esse severo juízo divino sobre Herodes torna-se mais compreensível se levarmos em conta sua situação espiritual, pois o povo dos edomitas, do qual Herodes fazia parte, era um povo profundamente anti-semita. E esse povo também desempenha um papel importante nas declarações que Deus faz acerca do "Dia do Senhor":
"Contra os filhos de Edom, lembra-te, Senhor, do dia de Jerusalém, pois dizem: Arrasai, arrasai-a, até aos fundamentos" (Sl 137.7).
"Por causa da violência feita a teu irmão Jacó, cobrir-te-á a vergonha, e serás exterminado para sempre" (Ob 1.10).
"Dizem: Vinde, risquemo-los de entre as nações; e não haja mais memória do nome de Israel. Pois tramam concordemente e firmam aliança contra ti as tendas de Edom e os ismaelitas..." (Sl 83.4-6).
Na minha opinião, todo o anti-semitismo se origina desse espírito edomita, inspirado pelo diabo. O espírito de morte que emana de Edom irá se voltar de maneira cada vez mais intensa contra o povo de Israel nos tempos do fim, mas não conseguirá alcançar seu objetivo.
A queda e a ressurreição de Israel
"A intimidade do Senhor é para aqueles que o temem".

É bem verdade que Israel – diferentemente do boi e do jumento – por muito tempo não reconheceu a manjedoura de seu Senhor. E também é verdade que o Senhor tornou-se uma pedra de tropeço para grande parte de Seu povo. O velho Simeão exprime essa realidade com as seguintes palavras: "Eis que este menino será destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição" (Lc 2.34). Portanto, não somente "ruína" mas também "levantamento". Por isso, em Isaías 1 não lemos apenas: "O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende" (v.3), mas está escrito também que Deus diz: "restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, os teus conselheiros, como no princípio; depois, te chamarão cidade de justiça, cidade fiel. Sião será redimida pelo direito, e os que se arrependem, pela justiça" (vv.26-27).
Através do direito dAquele que morreu e ressuscitou, através de Sua justiça, Israel retornará à manjedoura de seu Senhor.
Um final feliz
A "história de Natal anti-semita" não terá um final feliz apenas para Israel. Todos aqueles que se dispuseram, em algum momento de suas vidas, a deixarem de ser "jumentos obstinados" para se transformarem em "ovelhas do pasto de seu Senhor", fazem parte de Seu rebanho, são cuidados por Ele e desfrutam da proximidade de Sua manjedoura. Ele nos alimenta. Ele nos satisfaz. E neste Natal, no final deste ano em que a história do mundo mudou, temos, mais do que nunca, o privilégio de buscar refúgio nAquele que é o Senhor da Vida. Queira Deus que este Natal seja para nós um marco perene, lembrando-nos que podemos deixar toda a inquietação deste mundo e que temos o direito de usufruir de Sua presença, de Sua proximidade, de Sua intimidade. "A intimidade do Senhor é para aqueles que o temem" (Sl 25.14). É neste sentido que desejo a todos um "Feliz Natal!" (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)
Norbert Lieth É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.

sábado, 9 de junho de 2012

                                                    ESSA É A NOSSA HOMENAGEM !!!!!!!!!!!!!!!! 10 DE JUNHO DIA DO PASTOR....


segunda-feira, 2 de abril de 2012


Mahmoud Ahmadinejad acredita que o messias islâmico está próximo

Novas evidências surgiu no sentido de que o governo iraniano vê a atual instabilidade no Oriente Médio como um sinal de que o Mahdi - ou islâmico messias - está prestes a aparecer.
CBN News obteve um vídeo nunca antes visto produzida pelo regime iraniano que diz que todos os sinais estão se acomodando - e que o Irã será em breve ajudar a entrar no fim dos tempos.
Enquanto os movimentos revolucionários que tomam todo o Oriente Médio criaram incerteza na região, o vídeo mostra que o regime iraniano acredita que o caos é a prova divina que sua vitória está perto.
"A vinda está próxima '
O vídeo de propaganda supostamente tenha sido aprovado nos mais altos níveis do governo iraniano.
Chama-se A vinda está próxima e descreve acontecimentos atuais no Oriente Médio como um prelúdio para a chegada do Imam Mahdi XII ou mítica - a figura messiânica que as escrituras islâmicas dizem que vai liderar os exércitos do Islã para a vitória sobre os não-muçulmanos nos últimos dias.
"Este vídeo foi produzido por um grupo chamado os condutores da vinda, em conexão com a Basij - a força paramilitar iraniana em colaboração com o gabinete do presidente iraniano", disse Reza Khalil, um ex-membro da Guarda Revolucionária do Irã que compartilhou o vídeo com a CBN News.
Kahlili, autor do livro, traindo o tempo, ele trabalhou como agente duplo da CIA no regime iraniano.
"Algumas semanas atrás, Ahmadenijad Gabinete projetado este filme com grande entusiasmo para o clero", disse Kahlili CBN News. "O público-alvo são os muçulmanos no Oriente Médio e no mundo."
O vídeo afirma que o Irã está destinado a aumentar como uma grande potência nos últimos dias para ajudar a derrotar os EUA e Israel e para anunciar o regresso do Mahdi. E deixa claro que os iranianos acreditam que o tempo está se aproximando rapidamente.
"O Hadith claramente descritos os acontecimentos e as transformações vários países do Oriente Médio e Irã na próxima temporada", diz um narrador no vídeo, e continua a dizer que a invasão do Iraque pelos EUA foi anunciada pelo escritura islâmica - e que o Mahdi em um dia vir governar o mundo do Iraque.
Outros Sinais "Profético"
A actual turbulência em outros países do Oriente Médio, como Iêmen e Egito - incluindo o levantamento da Irmandade Muçulmana - também são analisadas como sinais proféticos que o Mahdi está próximo - assim a saúde do atual pobre do rei da Arábia Saudita, um iraniano rival .
"Não é a presença de Abdullah, sua doença e condição incerta, uma grande notícia para aqueles que anseiam pela vinda", pergunta o narrador.
Líder supremo do Irã, o aiatolá Khamenei, e Hassan Nasrallah, líder do grupo terrorista Hezbollah, são reconhecidos pelos actores-chave do fim dos tempos, cujas promoções foram previstos nas escrituras islâmicas.
O mesmo acontece com o presidente Mahmoud Ahmadenijad, que o vídeo conquistar Jerusalém, antes da vinda do Mahdi.
"Eu acho que é um desenvolvimento muito sério", disse ele CBN News o especialista em Oriente Médio, Joel Rosenberg, autor de "O Décimo Segundo Imã. "Ele fornece uma janela para o pensamento da liderança iraniana: eles acreditam que o tempo de guerra com Israel pode ser ainda mais cedo do que muitos tinham imaginado".
Kahlili diz que o vídeo "A vinda está próxima" em breve será distribuído pelo regime iraniano em todo o Oriente Médio. Ele explicou que seu objetivo é instigar novas rebeliões nos países árabes. 
Para desempenhar esta notícia, por favor, dar crédito a www.MundoCristiano.tv

domingo, 25 de março de 2012

Islã significa submissão.


Islã significa submissão
Terrorista palestino em vídeo gravado antes do ataque suicida, segurando seu fuzil e o Corão.
Depois de 11 de setembro de 2001 o mundo quer saber mais sobre o islã. Procura-se respostas para diversas perguntas: O que leva os muçulmanos a morrerem em nome de Alá, explodindo a si mesmos e a outras pessoas? Por que os muçulmanos têm o direito de construir livremente quantas mesquitas quiserem em países democráticos, enquanto os cristãos e judeus não podem edificar igrejas ou sinagogas em países muçulmanos? Existem mais de 200 passagens do Corão conclamando os muçulmanos à luta contra cristãos, judeus e não-cristãos. A palavra islã significa submissão a Alá, submissão à sua vontade. Abaixo apresentamos algumas das passagens do Corão que ajudarão a encontrar respostas para as perguntas citadas:
"E matai-os onde quer que os encontreis. E expulsai-os... matai-os(cristãos e judeus). Tal é o castigo dos descrentes" (Sura 2.191).
"...Não tomeis amigos entre eles até que emigrem para Deus. Se virarem as costas e se afastarem, capturai-os e matai-os onde quer que os acheis. E não tomeis nenhum deles por confidente ou aliado... capturai-os e matai-os onde quer que os encontreis, porque sobre eles vos concedemos poder absoluto" (Sura 4.89,91).
"Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles" (Sura 9.5).
O Corão obriga todo muçulmano a converter os cristãos e judeus ao islamismo ou a exterminá-los.
"Os judeus dizem: ‘Ezra é filho de Deus’. E os cristãos dizem: ‘O Messias é o filho de Deus’. Essas são suas asserções. Erram como erravam os descrentes antes deles. Que Deus os combata!" (Sura 9.30).
"Devereis combatê-lo (o povo não-muçulmano, os judeus e cristãos) até que se submeta ao islã" (Sura 48.16).
" vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (Sura 9.123).
"Os que descrêem e desviam os outros do caminho de Deus e depois morrem na descrença, Deus nunca lhes perdoará. Não fraquejeis e não faleis de paz quando fordes os vencedores. Pois Deus está convosco e observa o que fazeis" (Sura 47.34-35).
Citações: "O Alcorão", publicado pela "Associação Cultural Internacional Gibran", tradução de Mansour Challita. (http://www.beth-shalom.com.br)

sábado, 3 de março de 2012

Terceira Guerra Mundial deve iniciar este ano, alerta líder russo


Terceira Guerra Mundial deve iniciar este ano, alerta líder russo

Estados Unidos estariam arquitetando o conflito há 20 anos

Terceira Guerra Mundial deve iniciar este ano, alerta líder russo
Neste final de semana, cerca de 110 milhões de russos votarão para escolher quem comandará o destino da Rússia pelos próximos seis anos, novo prazo de mandato presidencial russo.
Segundo o maior centro de estudos da Rússia, 59,5% dos eleitores apoiam a reeleição de Vladimir Putin. O líder comunista Gennady Zyuganov tem 16,3% da intenção de votos; o bilionário Mikhail Prokhorov 8,6%; o nacionalista Vladimir Zhirinovsky 8,3%, e o social-democrata Sergey Mironov 5,6%.
Durante a campanha, algumas declarações surpreenderam, pois lembravam mais a Rússia do tempo da Guerra Fria do que o país que vive uma democracia desde 1989. A maior dificuldade hoje parece ser a política externa, por conta dos apoios à China e alguns países árabes.
Vladimir Zhirinovsky, líder do Partido Liberal-Democrático e candidato presidencial da Rússia assustou seus eleitores ao advertir que a Terceira Guerra Mundial pode começar ainda este ano, durante o verão europeu (entre junho e setembro). De acordo com o político, o foco do próximo conflito será no Oriente Médio, especificamente o Irã e a Síria.
De acordo com o plano dos EUA, insiste Zhirinovsky, o conflito será desenvolvido da seguinte forma: após a queda de Bashar al-Assad na Síria, os norte-americanos apoiarão um golpe militar no Irã. Por sua vez, isso aumentará  as tensões entre outros países da região. ”Após dominar a Síria durante o verão,  os EUA vão atacar o Irã. Azerbaijão vai aproveitar para anexar novamente a região de Nagorno-Karabakh.
Isso causaria revolta na Armênia, mas a Turquia apoia o governo do Azerbaijão. Cria-se assim um conflito entre Armênia, Azerbaijão e deverá envolver o país vizinho da Geórgia. A Rússia  será obrigada a proteger as suas fronteiras do sul e  haverá uma “luta em várias frentes ao mesmo tempo”, disse  Zhirinovsky durante uma entrevista à estação de rádio Mayak.
Analisando a situação atual, o candidato nacionalista disse que o conflito internacional foi iniciado pela EUA há 20 anos atrás, e desde então só cresce.
“Na verdade, a Terceira Guerra Mundial começou em janeiro de 1991, quando eles fizeram o Iraque atacar o Kuwait. Até agora, os Estados Unidos e seus aliados já tentaram ocupar sete países árabes. Em seguida, eles devem tentar controlar a Rússia e a China através de todos estes territórios do sul”, disse ele.
A justificativa para isso tudo seriam objetivos econômicos, disse  Zhirinovsky. “Petróleo e energia são a base de tudo. Mas hoje [os EUA] não produzem o suficiente, por isso pretendem controlar todas as nações geradoras da energia do mundo. Já ocuparam os árabes e a Ásia Central. Vão tentar assumir o Irã, que exporta 20% do petróleo mundial . Em seguida, controlarão quase 70% das exportações, excetuando a Rússia e outros países como a Venezuela”.
Em seu programa presidencial, Vladimir Zhirinovski define os Estados Unidos como “a única fonte de agressão que possui uma política incompatível com os modelos de segurança global”.
Traduzido e adaptado de RT e Acontecer Cristiano

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

falecimento do Reverendíssimo Bispo Diocesano, Dom Edward Robinson de Barros Cavalcanti



Robinson Cavalcanti e esposa são mortos a facadas por filho adotivo
Na noite deste domingo (26) um crime bárbaro chocou a cidade de Olinda, Pernambuco, e também o Brasil. O conhecido bispo Edward Robinson de Barros Cavalcanti, 68, da Igreja Anglicana, e sua esposa Miriam Nunes Machado Cotias Cavalcanti, 64, foram assassinados a facadas pelo filho adotivo do casal, Eduardo Olímpio Cotias Cavalcanti, 29.
O jovem estava no Brasil há três dias e era usuário de drogas, segundo informações da Polícia de Recife. Eduardo morava nos Estados Unidos onde chegou a ser preso por porte de drogas. Segundo testemunhas ele foi visto amolando a faca peixeira antes do crime.
“Ele morava na Flórida e estava na cidade de passagem. Ontem [domingo], ele foi até à igreja onde o pai trabalhava. Depois, foi para casa e testemunhas o ouviram amolando a faca no jardim. Ele era usuário de drogas e já tinha sido preso por isso. Acredito que antes do crime houve discussão com os pais, mas os motivos ainda serão investigados”, disse o delegado responsável pelo caso Josedith Ferreira.
O bispo anglicano faleceu dentro da casa da família no bairro de Bultrins, por volta das 22h. Sua esposa chegou a ser socorrida e levada para o hospital, mas também não resistiu e veio a falecer. Após atacar os país Eduardo tentou se matar tomando veneno e se esfaqueando, levado ao hospital o jovem não corre risco de morte.
Eduardo Cavalcanti está no Hospital da Restauração sob custódia de policiais e quando receber alta será encaminhado para exames no Instituto de Criminalística e depois será levado para o Centro de Triagem de Abreu e Lima, o Cotel, no Grande Recife.
Sobre a morte de Robinson Cavalcanti a Igreja Anglicana Diocese do Recife, divulgou uma nota de falecimento em seu site lamentando o ocorrido. Confira o texto na íntegra abaixo:
É com grande pesar que a Igreja Anglicana – Diocese do Recife, comunica o trágico falecimento do  Reverendíssimo Bispo Diocesano, Dom Edward Robinson de Barros Cavalcanti, e de sua esposa Miriam Cavalcanti, ocorrido neste domingo 26/02/2012 por volta das 22h na cidade de Olinda-PE.
A família diocesana agradece a Deus pela vida e devotado ministério do seu Pai em Deus, pastor, mestre e amigo, um verdadeiro profeta e mártir do nosso tempo, que lutou pela causa do evangelho de Cristo, por Sua igreja, bem como pela Comunhão Anglicana, e que contou sempre com sua esposa que, como fiel ajudadora, o apoiou em todos os anos de seu ministério.
Partiu para a Eternidade deixando um legado de serviço, amor e firmeza doutrinária, pelos quais essa Diocese continuará.
Oportunamente estaremos divulgando dia, horário e local do seu sepultamento.
Revmº Bispo Evilásio Tenório – Bispo Sufragâneo Eleito
Revmº Bispo Flávio Adair – Bispo Sufragâneo Eleito
Rev. Márcio Simões – Presidente do Conselho Diocesano