NOSSA CONVENÇÃO.

NOSSA CONVENÇÃO.
"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." - Jeremias 3:15 (ACF).

COORDENADORIA

COORDENADORIA DO LESTE DE MINAS CIDADE DE CORONEL FABRICIANO MG e-mail do blog reverendorj@ig.com.br Entre em contato conosco. Através do nosso e-mail, você pode: - Enviar sua sugestão de matéria; - Divulgar o seu artigo; - Anunciar os eventos da sua igreja (caso seja da CNADF); - Solicitar parceria ou permissão para publicar nossos textos; - Enviar sua palavra de elogio ou de crítica. SOMOS PREGADORES DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO...

sábado, 2 de novembro de 2013

Espiritismo continua crescendo no Brasil De Allan Kardec a Chico Xavier, movimento tornou-se uma criação nacional

Espiritismo continua crescendo no Brasil

De Allan Kardec a Chico Xavier, movimento tornou-se uma criação nacional
por Jarbas Aragão

Espiritismo continua crescendo no BrasilEspiritismo continua crescendo no Brasil





A revista ISTOÉ desta semana destaca o lançamento do livro “Kardec, a Biografia” (ed. Record), escrito pelo jornalista Marcel Souto Maior. “Kardec precisou ir além da religião para criar uma doutrina inteira em apenas 13 anos”, explica.
O material foi compilado para mostrar a “força” do movimento que surgiu na França, mas foi no Brasil que alcançou seu maior número de adeptos. Embora seja uma prática pagã milenar, o pioneiro do espiritismo moderno foi o professor Hippolyte Léon Denizard Rivail. Membro destacado de nove sociedades científicas, escreveu 20 livros sobre pedagogia na França do século XIX.
Mas sua vida mudou quando começou sua busca pelo aspecto transcendente da vida. Acreditando na revelação feita por um espírito, mudou seu nome para Allan Kardec. Redigiu o influente “O Livro dos Espíritos” (1857). Fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e passou a escrever diferentes livros sobre o assunto e uma publicação mensal. É considerado até hoje o “grande codificador da doutrina”.
Faleceu em 1869, vítima de aneurisma cerebral. Na época, sua doutrina tinha oficialmente sete milhões de seguidores. Desde então continuou crescendo, apesar da forte oposição da  Igreja Católica da Europa. Seus livros eram queimados em praça pública. Médiuns e adeptos do espiritismo eram condenados por suas práticas.
Souto Maior afirma: “Kardec era político. “Depois das brigas, ele media as palavras com a Igreja e sabia que isso traria publicidade.”
Atualmente, no túmulo de Kardec no Cemitério Père-Lachaise, em Paris, existem mais mensagens em português do que em francês.  Não por acaso.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que o Brasil tem 3,8 milhões de pessoas que se declaram espíritas. Some-se a isso 30 milhões de “simpatizantes”, defende a Federação Espírita Brasileira.  Oficialmente, entre 2000 e 2010, o número de seguidores do espiritismo cresceu 65% no Brasil. Segundo a Federação, continua crescendo. É um tema recorrente em novelas e programas da televisão brasileira.
grafico espiritismo Espiritismo continua crescendo no Brasil
Geraldo Campetti, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, assegura: “Nossa população aceita muito bem a ideia de vida após a morte”. Para muitos estudiosos do assunto, o kardecismo é uma criação brasileira. E
les apontam 3 fatores que ajudaram na formulação nacional dessa doutrina: o sincretismo brasileiro (em especial por que para os católicos a ideia de falar com santos mortos era comum), a  proximidade entre espiritismo e cristianismo no ensino das boas obras e, por fim, a popularização dos ensinamentos através de Chico Xavier.
A chegada do espiritismo ao Brasil foi em 1860. O médico e político Bezerra de Menezes traduziu os livros de Kardec para o português. Contudo, apenas 100 anos depois viria a chamada “explosão da doutrina” em grande parte por causa dos escritos do médium Chico Xavier. Falecido em 2002, deixou mais de 450 livros publicados. Um deles se chamava justamente “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”. Entenda-se que é a interpretação espírita do Evangelho.
Marcel Souto Maior escreveu sua biografia, “As Vidas de Chico Xavier”, que vendeu mais de um milhão de cópias. O sucesso rendeu uma versão cinematográfica, que atraiu 3,4 milhões de espectadores aos cinemas.  Agora, o autor das duas obras diz que o mesmo ocorrerá com a história de Allan Kardec. “O filme deve ficar pronto no ano que vem”, comemora.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Cristãos estão sendo crucificados na Síria Perseguição implacável ameaça presença cristã no país

Cristãos estão sendo crucificados na Síria

Perseguição implacável ameaça presença cristã no país
por Jarbas Aragão

Cristãos estão sendo crucificados na SíriaCristãos estão sendo crucificados na Síria





Amir, 55 anos, é um comerciante que vive na Síria. ”A vida aqui é muitas vezes bem difícil”, lamenta. Durante uma entrevista ao Washington Post, ele conta como morteiros atingiram repetidamente no bairro al-Qassaa, na capital Damasco. A grande maioria de seus moradores é cristã. Pelo menos 32 pessoas morreram e dezenas de outras ficaram feridas somente nas últimas duas semanas.
A situação de Amir e de milhares de cristãos como ele, tem se tornado cada vez mais perigosa. Enquanto a guerra civil continua arrasando o país, multiplicam-se os relatos de ataques de muçulmanos jihadistas a cidades predominantemente cristãs. O país está vendo a tentativa de extermínio do cristianismo ser o alvo principal dos guerrilheiros rebeldes.
Youssef Naame e sua esposa Norma, um casal cristão de Maaloula, contam como tiveram de fugir de sua cidade após a chegada de extremistas islâmicos no início do mês passado. “Os jihadistas gritavam: converta-se ao Islã ou vocês serão crucificados como Jesus”. O casal se escondeu, junto com outros cristãos, em uma pequena casa ao lado da igreja da cidade. Ficaram três dias sem comida nem eletricidade.
Agora, Youssef está refugiado no apartamento de sua filha, em al-Qassaa, mas teme que em breve precisará fugir de novo. Os cristãos são uma minoria, menos de 10% dos 23 milhões de habitantes da Síria.
O missionário Tom Doyle faz um apelo: “Nós ouvimos de líderes da região que os jihadistas estavam crucificando os cristãos no norte da Síria. Sabemos que as pessoas que têm fotos disso. Os pastores estão clamando por ajuda, frustrados por que nada disso é divulgado pela mídia ocidental”.
As áreas cristãs passaram a ser recentemente o maior foco da luta armada. Há uma semana, os rebeldes do grupo Jabhat al-Nusra atacaram a cidade cristã de Sadad, ao norte de Damasco. Após violentos combates, foram expulsos dias depois por forças do governo. De maneira similar, milhares de pessoas fugiram da antiga cidade de Maaloula, também de maioria cristã.
Ali, um número grande de não muçulmanos foram decapitados e tiveram suas casas e igrejas incendiadas ou destruídas.
Os cristãos de Damasco estão convencidos de que os extremistas estão deliberadamente alvejando seus bairros para enfraquecer os aliados do presidente sem atingir outros muçulmanos. Como é comum em vários países do Oriente Médio, muçulmanos e cristãos vivem em áreas diferentes, por isso para os rebeldes é fácil identificar os alvos preferencias.
“Todos os domingos, eles lançam mais de 15 morteiros ao longo do dia”, disse Amir. “Eles estão bombardeando as áreas especificamente cristãs.” Os líderes da Igreja da Síria temem que a queda de Assad transformará o país em um Estado islâmico, o que significaria o fim da existência milenar de cristãos em solo sírio.
Quase todos os 50 mil cristãos da cidade de Homs tiveram de fugir. Outros 200.000 foram expulsos da cidade de Aleppo. Em todas as cidades que invadem, os rebeldes exigem que os cristãos se convertam, caso contrário morrerão.  Mais de um terço dos cristãos da Síria estão refugiados ou mortos
Com informações de Washington Post e MN Online.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Criação “morna” de pais evangélicos afasta filhos da fé Estudo mostra que os jovens de hoje querem uma fé séria, fundamentada

Criação “morna” de pais evangélicos afasta filhos da fé

Estudo mostra que os jovens de hoje querem uma fé séria, fundamentada
por Jarbas Aragão

Criação “morna” de pais evangélicos afasta filhos da féCriação "morna" de pais evangélicos afasta filhos da fé





O crescente abandono da fé por parte de adolescentes vem sendo objeto de debate há muitos anos. Um novo estudo, conduzido pelo ministério Focus on the Family [Foco na Família] pretende apresentar possíveis respostas sobre a tendência entre os jovens adultos que podem contradizer as previsões catastróficas sobre o futuro da Igreja.
A pesquisa recebeu o nome de “Participação na Fé e Retenção entre os Milenares”. Como o título indica, o foco principal são as opções religiosas da chamada geração milenar (nascidos entre 1980 e 2000) e descobriu que apenas uma pequeno percentual mantem sua fé desse a infância.
O principal motivo é a falta de uma formação clara no lar sobre a questão espiritual. O estudo utiliza dados da pesquisa anual do Instituto Pew e da Fundação Nacional de Ciência Social. Cerca de um quinto (18%) dos jovens adultos criados em lares com pouca influência religiosa declaram não ter atualmente nenhum vínculo com uma fé específica. Por outro lado, 60% por cento dos milenares afirmam que “mantém a fé”.
Entre os que afirmam ser “sem religião”, apenas 11% disse que tinha uma fé forte enquanto criança e viviam em uma casa onde uma fé viva era praticada e ensinada. Em outras palavras, a grande maioria dos jovens que deixam o cristianismo não viveram em famílias com forte convicções religiosas.
“Esta não é uma crise apenas de fé, mas também é dos pais”, observou o Focus on the Family. ”Os pais que possuem um lar onde uma fé vibrante é praticada, ainda que de modo imperfeito, são muito mais propensos a criar jovens que continuem sendo cristãos sérios, mesmo que às vezes passem por crises e questionamentos”, disse o estudo. “Não é surpresa que onde a fé dos pais é ‘morna’, as crianças não persistem mais quando envelhecem”.
O estudo também aponta que 20% dos jovens adultos decidem mudar suas crenças, embora a maioria sai de uma denominação cristã para outra (incluindo católicos). Em geral, o número dos sem religião cresceu cerca de 10% nos últimos 20 anos. Contudo, entre os milenares, muitos desses “sem religião” não abandonaram a fé por completo, mas sim dizem serem espirituais, contudo sem serem religiosos.
O estudo tratou também da questão sobre por que os jovens adultos que se envolvem menos com a comunidade (isso inclui a igreja), são mais propensos a ver as pessoas religiosas como hipócritas ou excessivamente conservadoras.  A resposta parece ser a falta de bons modelos.
Além disso, o estudo observou que os que tiveram uma criação menos religiosa tendem a adiar o casamento e a paternidade. ”Ter modelos fortes de casamentos e de famílias na infância é uma importante fator também na questão da igreja”. Entre as principais conclusões do estudo, está que as famílias que ensinam as crianças de maneira constante sobre fé, desde a primeira infância, têm um maior “índice de retenção” na idade adulta.
Outro fato importante é que as Igrejas que ensinam a Bíblia (evangélicas conservadoras) continuam crescendo. O motivo é que os jovens de hoje querem viver “algo maior que eles mesmos”. Os milenares querem uma fé séria, fundamentada, não uma forma de entretenimento.
Por outro lado, as igrejas que oferecem apenas mensagens positivas e promovem a riqueza estão em declínio. A nova geração parece menos propensa a aceitar o discurso que é preciso apenas “ter fé na força da fé”. 
Com informações de BP News.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Valdemiro Santiago confirma saída da Band e manda recado para Edir Macedo Nas próximas semanas a programação que era da Igreja Mundial transmitirá os programas da Igreja Universal

Valdemiro Santiago confirma saída da Band e manda recado para Edir Macedo

Nas próximas semanas a programação que era da Igreja Mundial transmitirá os programas da Igreja Universal
por Leiliane Roberta Lopes

Valdemiro Santiago confirma saída da Band e manda recado para Edir MacedoValdemiro confirma saída da Band e manda recado para Macedo





Com a voz triste e quase chorando o apóstolo Valdemiro Santiago confirmou que está deixando as emissoras do Grupo Bandeirantes. Os horários nas madrugas da TV Band e as 22 horas diárias na Rede 21 serão agora da Igreja Universal do Reino de Deus.
Ao falar sobre o caso o líder religioso enviou um recado para o bispo Edir Macedo: “O senhor conseguiu me atingir, parabéns! Era esse o presente, o prêmio que o senhor queria. O senhor conseguiu, seu bispo”, disse.
“Eu sinto minha alma doer, meu corpo doer, minha alma, meu espírito. Eu sinto um desgosto tão grande! O senhor conseguiu”, afirmou ele lembrando que quando ele iniciou um programa de rádio, a Igreja Universal fez a mesma coisa e o tirou da rádio.
“O senhor vai ter que guardar muito dinheiro”, afirmou Santiago. “Deus vai me dar outras coisas e você vai ter que tirar também. Não sei até quando o seu dinheiro vai durar, até quando as pessoas vão te dar dinheiro para você maltratar milhões de pessoas”.
De acordo com o site “Notícias da TV” a Igreja Mundial do Poder de Deus está devendo entre R$ 13 milhões e R$ 21 milhões para o Grupo Bandeirantes que é o dono dos dois canais. A troca de igrejas vai acontecer nas próximas semanas, e Valdemiro Santiago está tentando adquirir outro canal para não ficar sem programação na TV.
A alternativa encontrada pelo líder religioso é locar horários no canal 25, uma retransmissora “educativa” da cidade de Suzano, Grande São Paulo, que tem o sinal fraco em muitas regiões de São Paulo.
Na pregação Santiago comparou Edir Macedo com Davi, citando o capítulo de II Samuel 12, quando Natã repreende Davi por ter matado Urias. “O senhor não faz nada diretamente, o senhor manda fazer”, disse ele.
As informações sobre a troca de igrejas da programação dos dois canais chegou a ser desmentida, grandes portais de TV afirmaram que ao dobrar o valor da oferta, Santiago permaneceria na Band e no Canal 21, mas pelo próprio religioso a parceria acabou depois de quase dez anos.
Assista ao vídeo:

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Pessoas imitam animais e pastor chora ao ver estado da igreja

Pessoas imitam animais e pastor chora ao ver estado da igreja

Pessoas imitam animais e pastor chora ao ver estado da igreja










Quando assisti um tempo atrás esse vídeo, eu nunca mais esqueci. O sentimento era de chorar copiosamente. Para quem não sabe o Pastor é David Wilkerson, alguém que desde a sua juventude se dedicou a resgatar vidas de lugares onde nós cristãos modernos temos dificuldades em ir.
No filme A Cruz e o Punhal, excelente por sinal, ele relata como o evangelho penetrou nas gangues de uma cidade dos EUA. Sempre com muito sacrifício, dor, humilhação e dificuldades.
Agora imagina esse homem, tendo passado tudo que passou, de repente se vê diante de pessoas desmoralizando o evangelho, estão lá dentro da igreja, mas tendo atitudes frutos, completamente contrários aos ensinados pelo nosso Senhor.
Ridicularizam o nome de Cristo, vivem apenas para sí próprios, não entenderam que ser Cristão, não é apenas dizer para todos que é evangélico ou católico. Não leram que Cristo diz claramente, pelo fruto os conhecereis.
Veja esse vídeo e seja motivado a produzir frutos para o Reino de Deus diariamente:


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Estudioso diz que Igreja Universal presta um “desserviço à fé cristã”

Estudioso diz que Igreja Universal presta um “desserviço à fé cristã”

O pastor americano David Allen Bledsoe, 44, frequentou cultos, ouviu fiéis e líderes durante três anos.
O pastor americano David Allen Bledsoe, 44 anos e há 14 no Brasil, durante três anos frequentou cultos, ouviu fiéis e líderes e pesquisou um bocado sobre as origens e o desenvolvimento da mais proeminente denominação neopentecostal do Brasil, a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), liderado pelo polêmico bispo Edir Macedo.
Todo material foi transformado em livro pela Editora Hagnos. Movimento neopentecostal brasileiro: Um estudo de caso aborda também a história dessa vertente teológica em solo brasileiro, seus principais grupos e seu modus operandi. O pastor David disse: “Eu queria verificar se igrejas como a Universal impulsionam ou prejudicam a evangelização do povo brasileiro e de outras nações para onde suas igrejas enviam missionários”. E concluiu que a IURD após a pesquisa elaborada mais prejudica a evangelização do que impulsiona.
Confira a entrevista do pastor David Allen Bledsoe na integra concedida ao Cristianismo Hoje
CRISTIANISMO HOJE – Por que o senhor, sendo estrangeiro, resolveu fazer um estudo sobre o movimento neopentecostal brasileiro?
DAVID BLEDSOE – Em primeiro lugar, porque eu queria informar melhor a Igreja no Brasil sobre o discurso principal desse movimento, suas razões de existência e crescimento, entre outras características. Escolhi a Igreja Universal como foco porque ela é a manifestação neopentecostal mais reconhecida no país. Além disso, comecei a me preocupar mais com os membros das igrejas neopentecostais em relação ao seu entendimento da salvação. Percebi um problema grave através de conversas com eles – encontrei muitas pessoas sinceras e fervorosas, mas com dificuldades em articular uma razão para sua salvação que se baseasse na fé evangélica.
O que difere seu estudo dos anteriores sobre o mesmo assunto?
DAVID BLEDSOE –Há muitos bons estudos sobre o movimento neopentecostal escritos por sociólogos, antropólogos, historiadores e jornalistas. Contudo, há poucos que analisam os ensinos e abordagens neopentecostais com parâmetros evangélicos. Não descobri nada escrito, por exemplo, sob uma perspectiva missiológica. Eu queria verificar se igrejas como a Universal impulsionam ou prejudicam a evangelização do povo brasileiro e de outras nações para onde suas igrejas enviam missionários.
E qual é a resposta?
DAVID BLEDSOE –Lamento dizer que denominações como a Igreja Universal acabam causando danos à evangelização no Brasil. Em primeiro lugar, porque projetam uma caricatura de Cristianismo diante da sociedade. Segundo, porque essas organizações religiosas são muito antropocêntricas e pouco centradas em Cristo – ao contrário, há uma forte ênfase no diabo, no poder maligno. É claro que o Evangelho deve libertar a pessoa do domínio de Satanás; mas há uma preocupação enorme no discurso neopentecostal e entre os fiéis com isso, mostrando um erro grave. Além disso, é raro ouvir um adepto desse movimento que faça menção ao nome de Jesus para a base de sua salvação. Com pode alguém ser cristão sem Cristo? Em quarto lugar, há nesses meios um pragmatismo exacerbado. Ora, os meios devem ser tão justificáveis como os fins quando se fala em esforços missionários. Por último, vemos que muitos termos, temas e eventos importantíssimos na história da fé evangélica são ausentes ou redefinidos nessas igrejas, e isso é traço de facção.
Então, a Igreja Universal não é uma denominação evangélica?
DAVID BLEDSOE –De acordo com o padrão evangélico estabelecido no meu livro – e esse padrão baseia-se principalmente nos documentos do Movimento de Lausanne –, ela acabou sendo desqualificada como tal. A Universal propaga uma mensagem distorcida do Evangelho, prendendo seus adeptos em uma cosmovisão religiosa popular, em vez de libertá-los dessa artimanha diabólica. Ela também emprega rituais religiosos narcisistas e animistas. Outra característica que a desqualifica como evangélica é que não promove laços fraternais esperados para uma igreja baseada no Novo Testamento – ali, a pessoa se relaciona com Deus principalmente através da instituição e do que ela oferece em trabalhos especializados. Por último, a Iurd adota postura sectária, agindo com aversão e superioridade para com os outros grupos. Isso, sem falar na exploração de seus fiéis, tratando dízimos e ofertas como um ato quase sacramental. Os grupos neopentecostais têm mais em comum do que diferenças. Certamente, há nuances em cada igreja; todavia, todas elas acabam empregando estratégias parecidas: escolha de locais para seus templos onde ocorre grande movimento de pessoas; uso do rádio e da TV; múltiplas reuniões por dia; ênfase na cura e na libertação; orações fortes e tratamento de causas sentimentais e impossíveis etc.
Se não podem ser consideradas evangélicas, o que seriam essas denominações?
DAVID BLEDSOE –Seria melhor encará-las como grupos religiosos populares que saíram do evangelicalismo brasileiro, ou melhor, de pentecostalismo brasileiro, mas que não tiveram continuidade em áreas fundamentais para serem incluídos no campo evangélico. Elas são evangélicas apenas no mesmo sentido que a Igreja do Socorro, em Juazeiro do Norte [no Ceará, importante centro de peregrinações populares em torno da figura do falecido padre Cícero Romão, tido como santo pelos devotos], pode ser considerada uma Igreja Católica Apostólica Romana – isto é, seria uma forma popular de catolicismo.
No livro, o senhor diz que o modo de operar das igrejas neopentecostais influencia as denominações pentecostais e até mesmo as históricas. Como isso ocorre e qual as consequências de tal processo?
DAVID BLEDSOE –O período neopentecostal é descrito como a terceira onda do pentecostalismo brasileiro. O termo se encaixa bem, pois ondas têm a capacidade de transbordar e misturar-se com outros elementos. Paulo Ayres Mattos diz que o neopentecostalismo é uma série de continuidades e descontinuidades. Igrejas pentecostais formadas antes dessa terceira onda, bem como igrejas renovadas e igrejas da missão, têm recebido influências neopentecostais. Embora algumas tentem alertar seu povo contra essas influências, podemos observar muitos elementos neopentecostais em cultos de igrejas de outras linhas teológicas – principalmente, em relação à confissão positiva e à pregação da prosperidade.
Edir Macedo, certa vez, comparou a Igreja Universal à massa de bolo – nas suas palavras, “quanto mais apanha, mais cresce”. O senhor concorda?
DAVID BLEDSOE –É uma característica própria da Iurd crescer no meio de múltiplos escândalos. E, muitas vezes, esses escândalos a seguem por onde quer que vá, criando novos dramas no campo missionário. Mas há um ponto que quero destacar: não devemos pensar que o impacto da Iurd já terminou na sociedade brasileira, diante de seu declínio recentemente revelado no último Censo. A meu ver, ela se enraizou de tal maneira e em tantas áreas na sociedade brasileira que, provavelmente, garantiu seu futuro como instituição na história e no futuro do Brasil. A Universal é associada, na mente do brasileiro, à Rede Record, a catedrais bonitas em regiões nobres de grandes cidades e a uma voz de peso em várias camadas da política nacional. Ela não é mais encarada apenas como um monte de templos em áreas periféricas, embora esteja lá, ainda. Além disso, o seu discurso principal e as abordagens empregadas encaixam-se perfeitamente na cosmovisão do religioso brasileiro popular.
Podemos dizer então que o nepentecostalismo brasileiro está sempre se reinventando?
DAVID BLEDSOE –Concordo quando dizem que o impacto e o funcionamento das igrejas neopentecostais possa sofrer alterações nos próximos 20 anos. No entanto, seus líderes já provaram ser bem criativos e pragmáticos e serão capazes de fazer as alterações necessárias, ainda mais porque não precisam seguir tradições e detalhes doutrinários. Tenho lido muitas previsões dando conta de que o neopentecostalismo já está em declínio, através de algumas interpretações iniciais feitas com as estatísticas reveladas no último recenseamento. Entretanto, não vejo que ele vai perder muita força nem antecipo que haverá uma onda de igrejas neopentecostais fechando suas portas. Sempre teremos pessoas com problemas físicos, econômicos, conjugais e outras crises para superar. Além disso, o brasileiro é naturalmente místico, o que supera a visão racional das coisas. As pessoas encontram ali um serviço especializado, baseado em lemas como “pare de sofrer” ou “aqui o milagre acontece”. Então, basta entrar, cultivar fé e colaborar. Portanto, essas igrejas sempre terão clientela.
O conhecimento teológico e o estudo da Bíblia não são muito valorizados nas denominações neopentecostais, cuja plataforma está ancorada na experiência pessoal do crente. Porém, muitas correntes evangélicas que as criticam por isso enfrentam problemas nessa área, inclusive falta de interesse dos membros no estudo da Palavra de Deus. Há relação entre essas duas realidades?
DAVID BLEDSOE –Boa pergunta. Em geral, a confessionalidade não é algo que se destaca muito nas igrejas evangélicas brasileiras em geral. Muitas denominações, lamentavelmente, ou não promovem ou deixam sua confissão de lado. E os pentecostais, geralmente, têm um pé atrás com o estudo exegético da Palavra, o que pode ser comprovado por uma frase constantemente ouvida nesse meio: “A letra mata”. Entretanto, as igrejas de hoje precisam renovar seu compromisso também na centralidade das Escrituras para fé e prática. A falta da ênfase na hermenêutica evangélica, em busca da intenção original dos autores bíblicos para aplicá-la aos nossos dias, abre espaço para misticismo, leituras superficiais, subjetivismo relativo e até reinterpretações seculares. Posso até imaginar o apóstolo Paulo no céu, frustrado, ouvindo o que pregamos e dizendo: “Mas como esse cara chegou a essa conclusão sobre o que eu escrevi?!?”
Com a clara separação entre o neopentecostalismo e os outros setores do protestantismo brasileiro, pode-se falar em “dois brasis” evangélicos?
DAVID BLEDSOE –Sociologicamente, seria bom se pudéssemos criar essas categorias, para que sociedade brasileira pudesse entender melhor as duas realidades distintas. Pórem, isso será difícil até que a Igreja Evangélica brasileira, através de suas diferentes confissões e associações, resolva se esforçar para refletir teologicamente e, então, possa responder profeticamente às tendências, discursos e práticas que caiam fora dos ensinos e valores de Jesus e dos apóstolos. Temos as Escrituras e 2 mil anos de Cristianismo para nos nortear sobre as essências. Naturalmente, há um espaço para não ser tão fechado em questões secundárias, e devemos respeitar as diferenças.
Ultimamente, outras igrejas brasileiras e entidades evangélicas têm feito críticas às práticas neopentecostais. Muitos líderes se dizem prejudicados por elas, já que, na percepção social, todos são evangélicos – assim, escândalos pontuais acabam prejudicando a imagem da Igreja como um todo. Por que, então, faltam iniciativas mais claras no sentido de delimitar essas diferenças?
DAVID BLEDSOE –É outra boa pergunta que eu já fiz para mim mesmo: Por que não se coloca uma linha divisória clara em relação ao neopentecostalismo? Acontece que a cultura brasileira, em geral, não é de confronto; ela é mais pacífica e tolerante. Minha intenção não é julgar os irmãos brasileiros por não fazer o que eu queria ver, mas este é um dos motivos que me levaram a publicar o livro. Quero contribuir para uma conversa necessária sobre o que é ou não ser evangélico. Penso que isso precisa ser mais discutido entre líderes, em suas próprias denominações e em associações, já que o movimento evangélico não possui uma cúpula que declara julgamentos finais que todas as igrejas aceitarão, e nem queremos isso. Outro motivo é que a apologética é uma área que precisa ser mais apreciada e desenvolvida no campo evangélico. Por último, mas não menos importante, há um entendimento ingênuo, entre nós, do significado da conversão. Se a pessoa foi batizada em uma igreja evangélica, supomos que ela é, de fato, evangélica. Porém, como já se disse, passar a noite na garagem não faz de ninguém um carro…
Essa falta de uma conversão genuína pode ser apontada como o motivo de tanta flutuação de pessoas pelas igrejas?
DAVID BLEDSOE –O brasileiro gosta de fazer parte de um projeto maior, que favorece movimentos como as igrejas neopentecostais, por exemplo. Vejo que o brasileiro, em geral, não é tão anti-institucional e nem tem tanta resistência às estruturas burocráticas, desde que funcionem para seu proveito. Se acha que o sistema dá certo para ele, o sujeito não se importa com suas ineficiências e eventuais problemas.
Mas hoje em dia, os chamados “desigrejados” – pessoas que já tiveram envolvimento direto com igrejas e que, com o passar do tempo, foram se desgastando e decepcionando, passando a viver uma fé de expressão individual ou em pequenos grupos, sem a presença de uma liderança formal – são um segmento crescente. Na sua opinião como pastor, esse modelo de fé é legítimo e atende às necessidades espirituais e devocionais do indivíduo?
DAVID BLEDSOE –A meu ver, a igreja local pode existir em contextos que não exijam bagagens institucionais. A Igreja primitiva se reunia nas sinagogas quando podia, mas também nas casas dos irmãos. A Igreja neotestamentária é aquela em que os crentes têm compromisso com o Evangelho e também uns com os outros, para estudar e seguir os ensinos de Cristo e dos apóstolos, à luz das Escrituras Sagradas. Isso pode ocorrer em residências, salões ou templos. Agora, sua pergunta sinaliza uma situação que me preocupa. As igrejas do Novo Testamento possuíam líderes e características que as igrejas de hoje devem possuir também, como a centralidade de Cristo e a vigilância em relação aos ensinos contrários aos conteúdos ministrados por Jesus e pelos apóstolos. Esse modo de vida se manifestava de muitas maneiras práticas, como a caridade e a pureza, no sentido de viver distintamente da sociedade. Precisamos refletir sobre se o que temos em nosso meio realmente é a fé dos apóstolos e se a temos manifestado em caridade e pureza comportamental. Isso só será possível se o Senhor derramar um verdadeiro avivamento nacional. A igreja é um grupo, mas nem todos os grupos são igrejas.
No momento em que o ateísmo e a rejeição à fé crescem em todo o mundo, inclusive no Brasil, o que se pode esperar para o futuro, em médio prazo, da Igreja Evangélica?
DAVID BLEDSOE –Devemos esperar o aumento do número de pessoas sem religião, além do fortalecimento de outras crenças não cristãs. Por outro lado, a influência do secularismo e do relativismo é tendência global e vai repetir-se aqui. A Igreja Evangélica no Brasil estará envolvida nessa nova realidade. Embora haja desafios, estou esperançoso.
O senhor é missionário internacional da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, organização que já teve forte influência no exterior, inclusive no Brasil. Como é esse trabalho, hoje?
DAVID BLEDSOE –Nos últimos anos, minha junta missionária, junto com muitas outras, tem priorizado o envolvimento com povos não alcançados, em vez de investir no que chamam de campos missionários históricos. É uma visão bastante estreita de missões, e acredito que irá mudar aos poucos. Além disso, há um pensamento geralmente aceito entre os evangélicos norte-americanos de que o Brasil e outros países na América Latina já são bastante evangelizados e poderiam, portanto, andar com suas próprias pernas, sem ajuda de fora. Entretanto, ainda há áreas nas quais obreiros vindos de fora, como eu, podem colaborar, como desenvolvimento de liderança e educação teológica. Posso dizer que tenho tido o privilégio de trabalhar com líderes brasileiros, e o Senhor tem me usado para aperfeiçoar alguns deles. Na Cidade do Cabo [sede do III Congresso Mundial de Evangelização do Movimento Lausanne, em 2010], ouvi muitos relatórios dando conta de que a evangelização tem ido razoavelmente bem em muitas partes do mundo. Porém, as maiores dificuldades, segundo os missionários, é o desenvolvimento de liderança, particularmente na educação teológica dos mesmos e na formação de seu caráter. Vejo essas áreas como o fermento, que somente se manifesta depois de ser amassado e assado no fogo.
Quais devem ser as principais expectativas do obreiro cristão do século 21?
DAVID BLEDSOE –As expectativas dos obreiros de hoje não devem fugir ao padrão bíblico esperado. Penso que Paulo resumiu bem isso na exortação que fez ao seu jovem discípulo Timóteo: “Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, fazendo isso, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem.”
Fonte: O Diário / Folha Gospel

Interventor da Igreja Evangélica Maranata confirma uso indevido de dinheiro

Interventor da Igreja Evangélica Maranata confirma uso indevido de dinheiro

Indicado pela Justiça do Espírito Santo como interventor da Igreja Cristã Maranata, o coronel aposentado e pastor da denominação há 19 anos, Julio Cezar Costa, afirmou, em entrevista aoG1, nesta terça-feira (2), que está preparado para a função e se diz isento para o cargo. O coronel confirmou que houve uso indevido de dinheiro na Igreja Maranata, ressaltou que vai estar ao lado da Justiça para auxiliar no processo de fiscalização e se comprometeu a prestar contas regularmente sobre a situação financeira da instituição.
Ao fim do mandato de interventor, que dura 90 dias, ele pretende entregar o relatório completo ao juiz. Julio Cezar ficou conhecido no estado ao se revoltar quando soube que um amigo havia sido parado em uma blitz de trânsito em 2010. Na ocasião, o coronel repreendeu um policial militar pela ação em uma ligação para o Ciodes, que foi gravada.
Administradores da Igreja Cristã Maranata são investigados pelo Ministério Público do Espírito Santo desde março de 2012, por crimes como estelionato, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, falsidade ideológica e desvio de dinheiro público. Pastores são apontados como agentes intelectuais que estariam interferindo no curso de investigações, ameaçando e intimidando testemunhas e até membros do Ministério Público e do Judiciário.
Minha atribuição não é julgar o que se deu, mas administrar o que se tem”
Julio Cezar, interventor
No último dia 22 de março, a Justiça decidiu promover uma intervenção judicial na Maranata. A escolha inicial, citada em decisão judicial, foi pelo nome do perito Jerry Edwin Ricaldi Rocha, mas ele recusou o convite, alegando problemas de saúde em família. Desde então, uma nova indicação estava sendo aguardada.
Ao saber da nomeação, no final da tarde desta segunda-feira (1º), Julio Cezar Costa afirmou ter sido pego de surpresa, mas ressaltou a experiência adquirida na polícia como auxiliar no trabalho a que foi designado. “Eu sou um homem que está acostumado com coisas difíceis. A surpresa veio porque eu não esperava que meu nome, na condição de professor, viesse a ser apontado nesse momento. Mas eu recebo com bom grado, até porque vou ter condições de mostrar à sociedade capixaba, mais uma vez, a idoneidade da minha pessoa e da Igreja Cristã Maranata”, disse.
De acordo com o interventor, a igreja adotou as providências cabíveis para as investigações. “A Igreja Cristã Maranata, a partir de seus órgãos próprios, apurou, no final do ano de 2010, por um procedimento administrativo e acabou por afastar pessoas e ajuizar ações requerendo um estorno para os seus cofres de um valor aproximado de R$ 2 milhões. Então, não podemos negar o óbvio. Mas eu, como administrador do estado na igreja, não posso ser leviano em adotar condutas que eu não possa provar”, explicou.
Questionado sobre os principais suspeitos de serem responsáveis pelo problema no caixa da instituição, Julio Cezar Costa preferiu não tomar posição de julgador. “Minha atribuição não é julgar o que se deu, mas administrar o que se tem. Eu não farei qualquer juízo de valor sobre aquilo que já está ajuizado, até porque não tenho a capacidade de intervir dentro do Poder Judiciário. A minha função é de auxiliar a Justiça na administração dos bens financeiros e materiais da igreja”, justificou Julio Cezar.
Como membro da igreja há 25 anos e pastor há 19, Julio Cezar não se vê como parte da instituição quando no cumprimento da função a que foi indicado. Segundo ele, o papel exercido será de um colaborador do estado. “Seria muito ingênua minha percepção se estivesse brincando com algo tão sério. O que fizemos na Polícia Militar, vamos fazer na Igreja Cristã Maranata, se for preciso. Mas sempre com muita responsabilidade, coragem e disposição. Eu sou um funcionário do Tribunal de Justiça, nesse momento, e não um pastor”, falou o interventor.
Nomeado interventor, Julio Cezar disse ter consciência da proibição que tem de tomar qualquer decisão doutrinária na igreja, mas disse que não vai abandonar a função de pastor. “Eu não estou proibido de pregar. Mas não vou me abster de pregar na igreja onde eu pastoreio. Minha função passa a ser só de pregador e não mais de doutrinador”, finalizou Julio Cezar.
Polêmica
O coronel Julio Cezar Costa se aposentou em setembro de 2011. Em julho de 2010, o oficial se envolveu em uma polêmica ao se revoltar quando soube que um amigo havia sido parado em uma blitz de trânsito.
Na ocasião, o coronel repreendeu um policial militar pela ação em uma ligação para o Ciodes, que foi gravada. Ele usou palavras de baixo calão e ofendeu o policial que estava ao telefone. Em março de 2011, o Ministério Público do Espírito Santo pediu o afastamento do coronel, alegando que ele interferiu ilegalmente e arbitrariamente quando ligou para o 190 do Ciodes e xingou a PM, defendendo um amigo que cometeu uma infração de trânsito.
A Justiça acatou a ação do Ministério Público Estadual (MPES) e concedeu uma liminar afastando imediatamente o coronel da Polícia Militar Julio Cezar Costa. Mas em abril de 2012, A Justiça inocentou o coronel e arquivou o processo contra ele, entendendo que o coronel não usou o cargo para ajudar o amigo.*

Informações Portal G1