NOSSA CONVENÇÃO.

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"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." - Jeremias 3:15 (ACF).

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sábado, 21 de dezembro de 2013

Jean Wyllys ataca igrejas .

Jean Wyllys ataca igrejas


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Recalcado pela derrota do PLC 122, Jean Wyllys ataca igrejas
Após a derrota política sofrida com o sepultamento do PLC 122, o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys atacou os cristãos e as igrejas.
No Twitter, citando publicações de outros usuários que divergem dos princípios que ele defende, Wyllys passou a ridicularizar as expressões de ideias que não o agradavam.
Dizendo adorar “debochar dos imbecis”, ele disparou contra os cristãos como um todo, afirmando que as igrejas haviam se tornado mentoras de criminosos: “As escolas não podem virar ‘fábricas de homossexuais’, mas as igrejas podem ser fábricas de estelionatários e predadores sexuais, né?”, disse ele, rebatendo as críticas ao Plano Nacional de Educação (PNE), que contém artigos polêmicos no que se refere à implantação de políticas públicas que preguem maior tolerância à homossexualidade.
Jean-Wyllys-Cristãos-evangélicos
Comentando a publicação de um católico que afirmou que os ativistas gays iriam “implantar a cultura gay no inferno”, o deputado disparou: “O bom é que esses ‘cristãos’ nem conjugam burrice com má fé e ódio, né? Que bom que eles entendem a mensagem de Jesus, né? Nessas horas, só a ironia pode responder a essa estupidez e desamor!”, escreveu.
Na sequência, após responder vários internautas contrários a ele com o mesmo tom de sarcasmo e ironia, chamando-os de imbecis, o deputado confrontou os católicos contrários à prática homossexual com escândalos recorrentes entre clérigos da Igreja romana.
“Gritar e levantar o terço contra o abuso sexual praticado por padres contra meninas e meninos, esses ‘católicos’ não fazem, né? Será que os católicos homofóbicos não são capazes de respeitar a dignidade e os direitos dos gays, lésbicas e transexuais católicos?”, escreveu.
Não bastasse tamanha falta de respeito, Jean Wyllys ainda chamou a todos que não concordam com o PLC 122 de canalhas. “Assim talvez tenha sido melhor para o PLC 122 ter sido apensado ao código penal. O tiro terá saído pela culatra da arma dos canalhas!”, escreveu.
“Enquanto isso, esfreguemos na cara desses canalhas recalcados e frustrados nossa felicidade e alegria de ser! Eles têm inveja disso!”, disparou no twitter.
Jean-Wyllys2
Achincalhar os cristãos é fácil, mas é fato público e notório que a Igreja de Cristo tem, desde a sua fundação, estendido a mão em socorro as comunidades onde estão inseridas; gerando vida em abundância por meio de ações sociais como ajuda a dependentes químicos, crianças desemparadas, educação complementar, ensino variado para geração de renda e tantas outras ações. Então, fica a pergunta aos ativistas gays: onde estão suas obras de apoio a sociedade? Pois o que se tem visto é a quebra de princípios morais, familiares e de liberdade de expressão e religiosa.
Fonte: Gospel Mais

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Por que o Natal teve de acontecer? Qual a relação do Natal com a manjedoura, a cruz e a coroa?

Manjedoura, Cruz e Coroa

Por que o Natal teve de acontecer? Qual a relação do Natal com a manjedoura, a cruz e a coroa?

A catástrofe original

Nosso mundo é açoitado por catástrofes freqüentes. O tsunami de dezembro de 2004 matou 230 mil pessoas. O naufrágio do Titanic custou a vida de 1.522 passageiros. A Segunda Guerra Mundial deixou 50 milhões de mortos. Mas a mãe de todas as catástrofes foi a queda em pecado no jardim do Éden. Ela é a causa de todas as catástrofes que em algum momento atingiram a terra. O pecado trouxe a separação entre o homem e Deus. Sem Deus, porém, o homem é engolfado pelo redemoinho da perdição eterna. Se Deus permitisse que um único pecado entrasse no céu, o sofrimento e a morte também entrariam, e Ele não quer isso.
O coração de Deus se parte vendo os homens, que Ele criou para Si e que ama, afastarem-se dEle. Com esse afastamento eles trazem a morte para si. Dizemos, brincando: “Só a morte não tem remédio”. Deus, porém, tem o remédio!

A solução de Deus – Ele enviou Seu Filho

No jardim do Éden Deus já tinha um plano para a nossa salvação e o anunciou de antemão, ainda que de maneira cifrada, logo depois da queda em pecado: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3.15). Uma infinda cadeia de declarações proféticas apontava sempre para o Salvador que viria, por exemplo:
  • Uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete” (Nm 24.17).
  • E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).
A cruz demarca o fim de todas as tentativas humanas de auto-salvação. Por isso, Jesus podia proclamar de forma tão exclusivista: “Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6).
O último anúncio da vinda do Salvador prometido foi feito por um anjo que revelou a José o nascimento e o nome do bebê celestial: “...Maria, tua mulher... dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.20-21).
No decorrer da História, muitas pessoas passaram pelo palco do mundo, pessoas de renome e fama, reis e imperadores, poetas e filósofos, gurus e mágicos, bons e maus. Mas jamais o mundo tinha visto Deus no meio dos homens – até que se fez o Natal. O bebê na manjedoura não é um deus como o imaginavam os gregos, habitando o Olimpo, ou os germanos, o Walhalla. Ele é o único que pôde dizer: Eu sou o Criador, e por meio de mim tudo foi feito e criado (Jo 1.1,3), “Eu sou a verdade” (Jo 14.6), “Eu sou o bom pastor” (Jo 10.11), “Eu sou a porta [para o céu]” (Jo 10.7).
Como Ele veio ao mundo? Chegou com trombetas e fanfarras? Acompanhado das miríades celestiais? Não! Deus escolheu Maria, uma mulher ainda não desposada em Israel, que achou graça diante dEle, para trazer ao mundo o Filho de Deus. Com isso Ele também surpreendeu os judeus, que recordavam o que a profecia dizia sobre seu Messias: “eis aí te vem o teu Rei” (Zc 9.9). “esmiuçará e consumirá todos estes reinos” (Dn 2.44). Por isso, não esperavam um bebê na manjedoura, mas um rei! Um rei com manifestação triunfal de líder poderoso, enxotando os romanos de Israel, estabelecendo sua residência em Jerusalém e nomeando os escribas e fariseus como seus ministros.
Mas Jesus não veio assim, e por isso os judeus O rejeitaram. Não haviam reparado em passagens das Escrituras que diziam que Ele tinha de vir primeiro como um bebê: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9.6). E é desse único Homem que depende nossa eternidade – no céu ou no inferno. Toda a vida, todo o ministério do Messias pode ser simbolizado por três objetos:
  • Manjedoura (representa a vinda de Jesus ao mundo).
  • Cruz (representa nossa salvação, que Jesus consumou na cruz).
  • Coroa (simboliza a coroa de Jesus quando voltar como Rei).
Não há cruz sem manjedoura! Não há coroa sem cruz! E sem manjedoura e sem cruz não há céu para nós! Por isso, antes de tudo, foi preciso que houvesse o Natal.

Por que a cruz incomoda

Críticos da fé cristã sempre perguntam: “Por que essa morte brutal na cruz? No Cristianismo tudo gira em torno de um instrumento de execução. Deus não poderia ter escolhido um caminho mais suave para resolver as coisas conosco? Por que o caminho da expiação foi pavimentado com morte, dor, lágrimas e sofrimento? Não poderia ter sido de forma mais agradável, mais estética e estilosa? Deus não poderia simplesmente fechar um olho diante das nossas insuficiências humanas?”.
Todos esses “por quês?” não fazem sentido, pois minimizam o pecado. Minimizar o pecado parece ser a doença de nossa época. Só a cruz soluciona o problema do pecado. Só na cruz podemos achar o que não encontramos em nenhum livro de filósofos ou pensadores:
  • A cruz nos mostra como é grande o abismo que o pecado criou entre os homens e Deus. Esse abismo de separação é tão imensuravelmente gigantesco que conduz ao próprio inferno (Mt 5.29).
  • A cruz nos fornece uma idéia realista do quanto Deus foi longe em Seu amor para resolver a questão do nosso pecado. Ele chegou ao ponto de separar-se dAquele que mais amava, Seu único Filho.
  • A cruz de Jesus é a maior humilhação de Deus. O Criador do Universo e de toda a vida não se defende e deixa que O executem como malfeitor. Que alto preço pelo nosso pecado! Mas assim Jesus pode convidar cada pecador a vir a Ele: “o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6.37). O inverso também é válido: quem não vem está perdido, perdido para sempre!
  • A cruz demarca o fim de todas as tentativas humanas de auto-salvação. Por isso, Jesus podia proclamar de forma tão exclusivista: “Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Diante da cruz todas as religiões são meras miragens no deserto da existência humana.
A mensagem do Natal, juntamente com a mensagem da cruz, é uma proclamação de salvação única e sem igual: “Porque o Filho do Homem veio salvar o que estava perdido” (Mt 18.11).

Ele voltará

Jesus virá a este mundo uma segunda vez. Não mais como criança, mas como Rei, Juiz e Regente mundial. Em Mateus 24.30, Ele predisse esse evento: “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens, com poder e muita glória”.
Que grande motivo de alegria! O Criador do mundo virá! Mas, por que está escrito: “Eis que vem com nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terrase lamentarão sobre ele...” (Ap 1.7)? Por que clamarão: “e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro” (Ap 6.16)? A resposta é simples: porque muitos tiveram tempo, ouviram de Jesus e da necessidade de aceitá-lO, mas disseram não! E então estarão perdidos e não poderão desfazer suas decisões. Quando Jesus vier como Juiz, será definitivamente tarde demais! Por isso os homens clamarão e chorarão.
Que grande motivo de alegria! O Criador do mundo virá!
A maioria das pessoas segue por caminhos onde Jesus não está. É impressionante a criatividade na hora de elaborar sendas próprias bem longe de Jesus. Por exemplo, a atriz Shirley MacLaine, que vive numa fazenda com seu cão, disse: “Com meu cachorro Terry tenho um deus próprio a meu lado – ele é a reencarnação do deus egípcio Anubis, que tem a forma de um cão. Isso parece esquisito, mas Terry e eu já vivemos pelos menos uma vida juntos no antigo Egito. Ele como um deus-animal e eu como princesa. Agora a vida nos reuniu mais uma vez”.
Jesus voltará visivelmente: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele”, escreve João em Apocalipse 1.7. Neil Armstrong foi o primeiro homem a colocar seus pés no solo da Lua em 20 de julho de 1969, e 500 milhões de pessoas assistiram esse evento pela televisão. Lady Diana da Inglaterra perdeu a vida em um acidente de carro, e no dia 6 de setembro de 1997, quando ocorreu o até então maior funeral de todos os tempos, a cerimônia foi acompanhada por 2,5 bilhões de pessoas – 40% da população mundial! Por isso seu enterro entrou na História como o primeiro funeral globalizado.
Mas para que todos vejam a vinda de Cristo não serão necessárias câmaras de filmagem. Todas as pessoas verão ao vivo esse maior acontecimento da História mundial. Jesus será visto por todos. Não apenas pela população mundial viva na ocasião, mas por todas as gerações de todos os tempos. Todos os leitores deste artigo também estarão presenciando o evento. E nesse momento apenas uma única questão estará em pauta: De que grupo farei parte? Dos salvos ou dos perdidos?
Jesus voltará repentinamente: “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.27). Ele será visto simultaneamente por todo o mundo. Em que hora do dia? Encontramos a resposta em Lucas 17.34: “Digo-vos que, naquela noite, dois estarão numa cama; um será tomado, e deixado o outro.” Seria de noite? Adiante, lemos: “Dois estarão no campo [atividade diurna]; um será tomado, e o outro, deixado” (Lc 17.36). Desconheço se Cristóvão Colombo, o descobridor das Américas, sabia da existência dessa passagem. Mas, a partir dela, poderia ter deduzido que, se a volta de Cristo acontecer em um único momento para o mundo todo, e se a Bíblia descreve esse momento como acontecendo de dia e de noite, isso é possível apenas sobre uma esfera. Portanto, posso navegar para o Oeste e mesmo assim chegarei ao Leste. É curioso observar que o evangelista Lucas registrou essas palavras numa época em que as pessoas não tinham a menor idéia de que a terra era redonda.
Esses versículos mostram mais um aspecto significativo. Na volta de Cristo haverá uma divisão entre os homens, a diferenciação entre aceitos e rejeitados. E esse é o maior problema da humanidade. Só uma questão é relevante: fazer parte dos salvos ou dos perdidos.

Você já decidiu?

Deus criou cada homem com personalidade individual que dispõe de uma vontade livre. Isso nos diferencia e eleva nitidamente acima dos animais. A vontade livre permite ambos – afastar-nos de Deus ou nos aproximar dEle. Em Cristo, Deus fez todo o necessário para nos mostrar o caminho para o reino dos céus. Mesmo assim, a Bíblia alerta e ensina de forma muito enfática que nem todos seguem pelo caminho da salvação. O que Deus poderia fazer nesse caso? Se Ele nos tirasse a vontade livre, iria privar-nos de nossa personalidade; seríamos máquinas, fantoches ou robôs que apenas realizam um programa pré-determinado. Porém, tanto aqui como no além a vontade livre representa parte integrante da personalidade. Assim, é da nossa escolha que depende nosso paradeiro eterno.
Será que nos preparamos para esse dia que certamente virá? Na parábola das dez virgens, o Senhor Jesus nos exorta a estarmos preparados. Existe um aspecto nessa parábola que chama nossa atenção de forma especial: todas as dez eram “crentes”, todas elas acreditavam que as bodas iriam acontecer, todas estavam convictas de que o casamento seria um fato. Mesmo assim, não agiram segundo suas convicções. Apenas cinco alcançaram o alvo. Às não-preparadas Jesus disse: “Em verdade vos digo que não vos conheço” (Mt 25.12). Com isso, perderam toda a eternidade. Aconteceu aquilo que Heinrich Kemner disse certa vez: “Podemos ir para o inferno dormindo”. De Hermann Bezzel vem a forte advertência: “Podemos gastar totalmente os bancos da igreja e mesmo assim nos perder eternamente.” “Crentes” que apenas admitem fatos, mas não os vinculam à sua vida pessoal, colocam em jogo sua vida eterna.

Todos os três ou nenhum

Todos os anos, muitos gostam de celebrar o menino Jesus na manjedoura. Para muitos, seu cristianismo pára por aí. Mas os três objetos que mencionei são inseparáveis. Jesus significa a manjedoura em Sua encarnação, a cruz de Seus sofrimentos e a ressurreição, mas também a coroa de Seu reinado, que será revelada a todos quando voltar. Esse foi, desde o princípio, o plano divino de salvação da grande catástrofe original deste mundo. A última catástrofe que os homens sem Jesus experimentarão será o inferno. Infelizmente, esse cataclismo custará mais vidas que todas as catástrofes da História somadas, e essa morte durará para todo o sempre! No Natal, e não somente no Natal, Deus pergunta-nos pessoalmente se queremos aceitar o pacote todo, o presente divino que inclui manjedoura, cruz e coroa. Diga sim a esse presente, aceite o perdão dos seus pecados através de Jesus Cristo e firme seu compromisso com Deus fazendo uma oração sincera. (Werner Gitt -http://www.chamada.com.br)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

The Farce " Trophy Promises " read : GOD'S PEOPLE SOLD PRICE OF A BANANA By Paul and Vera Smith in " An alien in the World "


The Farce " Trophy Promises "
read : GOD'S PEOPLE SOLD PRICE OF A BANANA
By Paul and Vera Smith in " An alien in the World "

" And there were also people from the false prophets , as among you also there will be false teachers , who secretly bring in damnable heresies , even denying the Lord that bought them, bringing upon themselves swift destruction . And many shall follow their pernicious ways , by which will be blasphemed the way of truth . And through covetousness will exploit you with deceptive words ; . Upon which now of a long time will not be delayed sentence , and their damnation slumbers not " - 2 Peter 2:1-3
This year, Globo ( by Geo Events , one of his companies ) promoted the gospel concert Promises Festival in São Paulo , on account of the failure of the public in the previous edition in Rio de Janeiro . Apparently the strategy worked because the river had 20,000 people in Sao Paulo and about 100 thousand.
But it is beautiful ! Globo is being used by God to the Word reaches the homes of millions of Brazilians !
Will ?
So us reason (although , as evangelicals , many have lost this ability , because of the fear generated by the threats of curse to those who do not obey blindly to be-a -bah of the maximum leader of his name):
Since forever , Globo conveys Catholic propaganda . Reports on religious holidays , washing steps of the church of the Lord of Bonfim , the festivities in Aparecida do Norte, the beautiful carpets of sawdust and other materials that bring religious drawings during the Corpus Christ , celebrations of Christmas and Easter are great etc. . Out propaganda in global programs , and the latest is the novel of 9 , where the protagonist is a faithful follower of St. George of Cappadocia . And what we see ? The number of those who call themselves Catholics decreasing year after year .
Occasionally , the Globe also makes Kardecist Spiritualist propaganda. Whether through novels like " The Journey " , or more recently of the novel 6 " Written in the Stars " , or even through the various films as " Our Home" and " Chico Xavier " . Nor do we see the growing number of spiritualists , although these films and novels have great hearing.
Not to mention the advertisements of african - Brazilian religions , through filming of offerings to Yemanja and other religious events .
And you know why these religions are advertised in the Globe , but no conversions to them ? Because the globe is a master at distorting reality . So , turns what is sacred to some something entirely devoid of spiritual meaning . The feasts , dances , rites become in the global small screen , mere folkloric performances , good for attracting tourists to the Brazilian cities and to show a Brazil full of cheerful, happy and superstitious people, in spite of everything .
And why show a largely happy people? For whoever is happy will not want to change their situation . Thus , the important is to be happy and I 'm happy, do not care about the corruption scandals , with increasing violence , with politicians and religious evil . How happy I am and all is well so leave alone ( even with Globo Brazil leading the behind the scenes ) .
Thus , it is an illusion to think that a little program one hour you can get people to come to know Jesus and accept Him (this considering that the songs will all be Christ-centered , which is usually not the case - the last Promises had songs to put up with " beautiful and profound " letters such as Taste of Honey Damares ) .
The Festival promises when aired on Globo , just show another face of the Brazilian people , people who laugh when you should cry, which has good musicality that has their beliefs and live in peace and harmony with all peoples : the myth of the good Brazilian, folk and hospitable , whether Catholic , evangelical or spiritualist . Yes , the characters instead of us , meanwhile ( very ) render money.
Globo depends to captivate the audience , anyway there are other tv stations on your heels. The larger the audience , the higher the price charged in the placement of advertising during programming . For the schedule of this year's Festival promises Globo is charging $ 79,600 for just 30 seconds! But are several advertisements in this one hour $ how , then do the math and answer honestly :
The Festival Promises was really " free " ? Because this was one of the claims of those who were there to say that the Globe was helping evangelicals ...
And it's not just that . It has been said in another article about breaking bargaining agreement between EBF and Rede Globo , caused because the Globe decided to create his own International Fair " Christian " , who openly will challenge Expocristã , the latter organized by the EBF . If the EBF has at least called Christian people involved , Geo Events Globo even that. Consider the goal of Geo , according to the About Us link on the site :
" The GEO is the platform event Globo Organizations . We have the DNA of one of the largest media groups in the world , the Brazilian people know better than anyone and we work with a standard of quality that you already know. We create opportunity for people to meet , connect and have fun .
Whether through sports , music or business meetings , our job is to make people enjoy the most special moments of their lives and are increasingly happy , live . After all, life is always better live . "
Someone read something about Jesus and God ? If you have read, please show me where . Now I read about fun and entertainment , about making people happy (at least during the time when watching programs ) . I read about a company that wants to provide happiness according to the world, that this will continue manipulating and ruling no one will offer resistance. But how is happiness according to Jesus ?
" When Jesus saw the crowds , he went up a mountain, and sat down , came to him the disciples ;
And opened his mouth and taught them , saying :
Blessed are the poor in spirit , for theirs is the kingdom of heaven ;
Blessed are those who mourn, for they shall be comforted ;
Blessed are the meek, for they shall inherit the earth ;
Blessed are those who hunger and thirst for righteousness, for they shall be filled ;
Blessed are the merciful, for they shall obtain mercy ;
Blessed are the pure in heart , for they shall see God ;
Blessed are the peacemakers , for they shall be called children of God ;
Blessed are they which are persecuted for righteousness' sake , for theirs is the kingdom of heaven ;
Blessed are you when people insult you and persecute you and falsely say all kinds of evil against you because of me .
Rejoice and be glad , because great is your reward in Heaven . Because they persecuted the prophets who were before you " - Matthew 5:1-12
Happiness according to Christianity have anything " Globo standard quality " . True happiness consists of rejoicing even going through major difficulties in his name . Have the Global concept of happiness is the world : fun , entertainment , access to the consumer market, search for status and personal wealth ( over others ) . Happiness according to the Globe is losing all of our time in front of the TV or computer , for not having time for other things, like studying the Word and prayer.
But back to this FIC ( Christian International Fair ) . See the video below ( 2 minutes) and understand how Globo sees evangelicals :

sábado, 14 de dezembro de 2013

APÓSTOLA JOSELITA foi arrebatada por Deus durante quarenta dias e quarenta noites.


APÓSTOLA JOSELITA foi arrebatada por Deus durante quarenta dias e quarenta noites.



A macumba "pentecostal" segue forte. Já não há mais distinção entre o reteté e a bruxaria.



 A seguir, parte do texto de apresentação da bruxa gospel:

APÓSTOLA JOSELITA foi arrebatada por Deus durante quarenta dias e quarenta noites, o Senhor a transportou ao mais profundo do céu e do inferno para que na terra falasse aos homens. Dada como morta durante dois dias, Deus pode mostrar o mais profundo do "mundo" espiritual. Usada em revelação, profecia, e maca celestial.
Muitas pessoas já foram abençoadas pelo Senhor através dessa mulher, casamentos foram restituídos, famílias restauradas, empregos concebidos e muitos milagres,prodígios e maravilhas, para glória do nome de Jesus.



Leia Mais em: reverendorj@ig.com.br

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

MONTANO E O MONTANISMO

Montano, profeta que se revelou inopinadamente na Frígia, por volta dos anos 155-160, afirmava ser porta-voz do Espírito Santo e que, em sua própria pessoa, se encarnara o Paráclito prometido em João 14,16; 16,7; fundador do montanismo.

As motivações de sua afirmação são desconhecidas, mas o que lhe aplainou a estrada foi o mal-estar difuso na cristandade de seu tempo, por se haver enfraquecido a expectativa dos últimos tempos e entorpecido o fervor espiritual, ou seja, a consciência de se terem tornado tíbios em relação à vida cristã dos primeiros tempos. Os numerosos escritos de Montano e das duas mais importantes profetisas Prisc(il)a e Maximila, se perderam; apenas restam poucos oráculos transmitidos diretamente. Aquilo que sabemos sobre Montano e sobre o movimento a que deu vida é de fonte indireta (sobretudo Eusébio, História Eclesiástica 5,14-19 e Epif., Haer. 48s, que se valem dos primeiros escritos antimontanistas). Montano é inseparável o movimento da "nova profecia" (à qual, em seguida, os adversários deram, com intenção depreciativa, o nome de "montanismo").

Caracteres e doutrina do montanismo. Os traços mais característicos são, antes de tudo, a glossolalia e uma linguagem espiritual tendente ao êxtase e ao entusiasmo. Tanto Montano quanto Priscila e Maximila (mas nenhum outro) pretendem ser a voz de Cristo e do Espírito Santo. Eles falam, por isto, com a autoridade deste Espírito e exigem fé incondicional e absoluta obediência às suas ordens. Negam toda autoridade eclesiástica. Conteúdo de sua profecia é o iminente fim do mundo, que Maximila prognostica para o tempo imediatamente posterior à sua morte. As guerras estouradas sob Marco Aurélio são interpretadas como sinais premonitórios. Como preparação para o fim são prescritos uma moral rigorosamente ascética, com a proibição do matrimônio (em seguida, apenas das segundas núpcias), jejuns severos, consistentes esmolas de toda espécie; encoraja-se o martírio, é probido subtrair-se às perseguições. Em referência a Apocalipse 21,1.10, a Nova Jerusalém, descida do céu, deverá localizar-se em Pepuza ou em Tymion (Frígia). Os crentes devem encontrar-se ali por ocasião da chegada do Senhor. Nenhuma posição herética, porém, é tomada no plano dogmático: permanecem no terreno da ortodoxia. Apenas mais tarde sustentou-se o contrário. Que os montanistas professassem também a ressurreição da carne é atestado explicitamente. O movimento é de restauração, até mesmo reacionário, não interessado em questões teológicas, e mesmo ingênuo. Alimenta-se com as antigas tradições proféticas e apocalípticas. A finalidade é reavivar e restaurar, com o recurso à autoridade do Paráclito, a antiga situação da igreja: eficácia do Espírito, falar em línguas, espera dos últimos tempos, ética rigorosa.

História do movimento. A doutrina do montanismo, dificilmente atacável do ponto de vista dogmático, criou dificuldades para a Igreja; não foi fácil a esta combatê-la eficazmente. Na Ásia Menor reuniram-se vários sínodos (provavelmente os primeiros da história da Igreja: Eusébio, HE 5,16,10; Anônimo) para porem um freio à expansão do movimento, perigosamente rápida e bem depressa também organizada. O ponto em que se centrava toda a questão era se se deveria considerar a "nova profecia" como uma real efusão do Espírito ou, então, como uma possessão demoníaca. Os meios tradicionais para desmascarar os falsos profetas (cf., por ex., as indicações da Didaquê) não eram suficientes ou não conseguiam golpear o movimento. Não bastava nem a exigência de um discurso mais claro nem a suposição de que os montanistas teriam sugestionado os bispos "consencientes", impelindo-os á adesão (Eusébio, HE 5,16,17). Nem mesmo com o apelo às Escrituras do Antigo e do Novo Testamento obtiveram-se resultados. De fato, Montano, com a pretensão de que nele falava o Paráclito, afirmava estar acima da própria autoridade das Sagradas Escrituras.

Todavia, o movimento foi excomungado pela igreja naqueles sínodos microasiáticos e, com isto, forçadamente reduzido às dimensões de uma seita. O que por fim o levou à ruína foi a pretensão que se arrogara a si mesmo, e que contrastava com a exigência da Igreja de manter a tradição (normas canônicas, profissões de fé, ofício). Apesar disto, a seita se expandiu ulteriormente até no Ocidente. Em Roma parece que por longo tempo se haja levado em consideração seu reconhecimento (por volta de 177-8), impedido depois por Práxeas (Tertuliano, Adv. Prax. 1). Na Gália conheciam-se, neste mesmo período, adeptos de Montano, e seu talento profético suscitava grande impressão. Os mártires de Lião escreveram, em favor dos montanistas (evidentemente contra a opinião de outros setores da comunidade), cartas à comunidade da Ásia e da Frígia e ao bispo de Roma Eleutério, a fim de que se empenhassem na reconciliação. Quando, com a morte de Maximila (179), o fim do mundo por ela profetizado para aquele momento não se verificou, o movimento não se desconcertou, mas a frenética expectativa do fim foi aos poucos minguando nos montanistas, sem no entando extinguir-se completamente (cf. a relação de Firmiliano, Cipr., Ep. 75,10).

Começou nova fase do movimento (a partir de 200 aprox.), caracterizada principalmente por uma acentuação do rigorismo moral. Com isto estava preparado o desenvolvimento, com o qual o montanismo se auto-supera gradualmente dentro da própria Igreja. O movimento fez a experiência de que o espírito profético não podia naquela circunstância ter êxito, coisa que, antes dele, a igreja primitiva já havia provado. O representante mais importante do montanismo da segunda geração foi Tertuliano que, em 207, passou para o montanismo, sobretudo pelo motivo de seu forte rigor ético. Os numerosos escritos ascéticos e dogmáticos do período posterior ilustram, portanto, a personalidade de Tertuliano montanista, mas do que dão um quadro do movimento. Contudo, também Tertuliano reconheceu expressamente a função histórico-salvífica que Montano se havia arrogado. Com ele, qual Paráclito, ter-se-ia aberto nova fase da revelação divina, além da neotestamentária.

A história posterior do movimento não registra mais, como é natural, momentos de particular destaque. Os montanistas são ainda mencionados pelos escritores eclesiásticos posteriores, comparecem nas listas dos hereges, e são mencionados regularmente nas leis estatais contra os hereges, até o séc. VI. Isto não depõe necessariamente a favor de uma sobrevivência de certo modo significativa do movimento. Apenas na Frígia, e sobretudo em Pepuza, parece que a igreja montanista tenha continuado a manter alguma vitalidade. Pepuza foi a sede do governo da seita, dotada de uma estrutura organizativa intercomunitária (Jerônimo, Ep, 41,3s). No séc. IV, Epifânio (Haer. 49,1,2-4) fala de alguns montanistas que, para receberem a aparição de Cristo, dormiam no templo.

("Dicionário Patrístico e de Antiguidades Cristãs", Ed. Vozes e Ed. Paulinas, 2002, pp. 959-960)
MONTANO E O MONTANISMO

Montano, profeta que se revelou inopinadamente na Frígia, por volta dos anos 155-160, afirmava ser porta-voz do Espírito Santo e que, em sua própria pessoa, se encarnara o Paráclito prometido em João 14,16; 16,7; fundador do montanismo.

As motivações de sua afirmação são desconhecidas, mas o que lhe aplainou a estrada foi o mal-estar difuso na cristandade de seu tempo, por se haver enfraquecido a expectativa dos últimos tempos e entorpecido o fervor espiritual, ou seja, a consciência de se terem tornado tíbios em relação à vida cristã dos primeiros tempos. Os numerosos escritos de Montano e das duas mais importantes profetisas Prisc(il)a e Maximila, se perderam; apenas restam poucos oráculos transmitidos diretamente. Aquilo que sabemos sobre Montano e sobre o movimento a que deu vida é de fonte indireta (sobretudo Eusébio, História Eclesiástica 5,14-19 e Epif., Haer. 48s, que se valem dos primeiros escritos antimontanistas). Montano é inseparável o movimento da "nova profecia" (à qual, em seguida, os adversários deram, com intenção depreciativa, o nome de "montanismo").

Caracteres e doutrina do montanismo. Os traços mais característicos são, antes de tudo, a glossolalia e uma linguagem espiritual tendente ao êxtase e ao entusiasmo. Tanto Montano quanto Priscila e Maximila (mas nenhum outro) pretendem ser a voz de Cristo e do Espírito Santo. Eles falam, por isto, com a autoridade deste Espírito e exigem fé incondicional e absoluta obediência às suas ordens. Negam toda autoridade eclesiástica. Conteúdo de sua profecia é o iminente fim do mundo, que Maximila prognostica para o tempo imediatamente posterior à sua morte. As guerras estouradas sob Marco Aurélio são interpretadas como sinais premonitórios. Como preparação para o fim são prescritos uma moral rigorosamente ascética, com a proibição do matrimônio (em seguida, apenas das segundas núpcias), jejuns severos, consistentes esmolas de toda espécie; encoraja-se o martírio, é probido subtrair-se às perseguições. Em referência a Apocalipse 21,1.10, a Nova Jerusalém, descida do céu, deverá localizar-se em Pepuza ou em Tymion (Frígia). Os crentes devem encontrar-se ali por ocasião da chegada do Senhor. Nenhuma posição herética, porém, é tomada no plano dogmático: permanecem no terreno da ortodoxia. Apenas mais tarde sustentou-se o contrário. Que os montanistas professassem também a ressurreição da carne é atestado explicitamente. O movimento é de restauração, até mesmo reacionário, não interessado em questões teológicas, e mesmo ingênuo. Alimenta-se com as antigas tradições proféticas e apocalípticas. A finalidade é reavivar e restaurar, com o recurso à autoridade do Paráclito, a antiga situação da igreja: eficácia do Espírito, falar em línguas, espera dos últimos tempos, ética rigorosa.

História do movimento. A doutrina do montanismo, dificilmente atacável do ponto de vista dogmático, criou dificuldades para a Igreja; não foi fácil a esta combatê-la eficazmente. Na Ásia Menor reuniram-se vários sínodos (provavelmente os primeiros da história da Igreja: Eusébio, HE 5,16,10; Anônimo) para porem um freio à expansão do movimento, perigosamente rápida e bem depressa também organizada. O ponto em que se centrava toda a questão era se se deveria considerar a "nova profecia" como uma real efusão do Espírito ou, então, como uma possessão demoníaca. Os meios tradicionais para desmascarar os falsos profetas (cf., por ex., as indicações da Didaquê) não eram suficientes ou não conseguiam golpear o movimento. Não bastava nem a exigência de um discurso mais claro nem a suposição de que os montanistas teriam sugestionado os bispos "consencientes", impelindo-os á adesão (Eusébio, HE 5,16,17). Nem mesmo com o apelo às Escrituras do Antigo e do Novo Testamento obtiveram-se resultados. De fato, Montano, com a pretensão de que nele falava o Paráclito, afirmava estar acima da própria autoridade das Sagradas Escrituras.

Todavia, o movimento foi excomungado pela igreja naqueles sínodos microasiáticos e, com isto, forçadamente reduzido às dimensões de uma seita. O que por fim o levou à ruína foi a pretensão que se arrogara a si mesmo, e que contrastava com a exigência da Igreja de manter a tradição (normas canônicas, profissões de fé, ofício). Apesar disto, a seita se expandiu ulteriormente até no Ocidente. Em Roma parece que por longo tempo se haja levado em consideração seu reconhecimento (por volta de 177-8), impedido depois por Práxeas (Tertuliano, Adv. Prax. 1). Na Gália conheciam-se, neste mesmo período, adeptos de Montano, e seu talento profético suscitava grande impressão. Os mártires de Lião escreveram, em favor dos montanistas (evidentemente contra a opinião de outros setores da comunidade), cartas à comunidade da Ásia e da Frígia e ao bispo de Roma Eleutério, a fim de que se empenhassem na reconciliação. Quando, com a morte de Maximila (179), o fim do mundo por ela profetizado para aquele momento não se verificou, o movimento não se desconcertou, mas a frenética expectativa do fim foi aos poucos minguando nos montanistas, sem no entando extinguir-se completamente (cf. a relação de Firmiliano, Cipr., Ep. 75,10).

Começou nova fase do movimento (a partir de 200 aprox.), caracterizada principalmente por uma acentuação do rigorismo moral. Com isto estava preparado o desenvolvimento, com o qual o montanismo se auto-supera gradualmente dentro da própria Igreja. O movimento fez a experiência de que o espírito profético não podia naquela circunstância ter êxito, coisa que, antes dele, a igreja primitiva já havia provado. O representante mais importante do montanismo da segunda geração foi Tertuliano que, em 207, passou para o montanismo, sobretudo pelo motivo de seu forte rigor ético. Os numerosos escritos ascéticos e dogmáticos do período posterior ilustram, portanto, a personalidade de Tertuliano montanista, mas do que dão um quadro do movimento. Contudo, também Tertuliano reconheceu expressamente a função histórico-salvífica que Montano se havia arrogado. Com ele, qual Paráclito, ter-se-ia aberto nova fase da revelação divina, além da neotestamentária.

A história posterior do movimento não registra mais, como é natural, momentos de particular destaque. Os montanistas são ainda mencionados pelos escritores eclesiásticos posteriores, comparecem nas listas dos hereges, e são mencionados regularmente nas leis estatais contra os hereges, até o séc. VI. Isto não depõe necessariamente a favor de uma sobrevivência de certo modo significativa do movimento. Apenas na Frígia, e sobretudo em Pepuza, parece que a igreja montanista tenha continuado a manter alguma vitalidade. Pepuza foi a sede do governo da seita, dotada de uma estrutura organizativa intercomunitária (Jerônimo, Ep, 41,3s). No séc. IV, Epifânio (Haer. 49,1,2-4) fala de alguns montanistas que, para receberem a aparição de Cristo, dormiam no templo.

("Dicionário Patrístico e de Antiguidades Cristãs", Ed. Vozes e Ed. Paulinas, 2002, pp. 959-960)

sábado, 7 de dezembro de 2013

Nelson Mandela (1918 – 2013) Um homem para “um tempo como este”

Nelson Mandela (1918 – 2013) Um homem para “um tempo como este”

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A hora já visitava a noite no dia de ontem, mas não era demasiado tarde para que uma simples notícia corresse mundo: Nelson Mandela faleceu! Tendo alcançado a significativa idade de 95 anos, foi em sua própria casa que ele veio a falecer. A mídia redirecionou suas matérias e personalidades mundiais modificaram suas agendas para prestar homenagem a este que foi, certamente, um dos maiores líderes do nosso tempo. Nelson Mandela foi um homem para o seu tempo, serviu a sua geração com grandeza e semeou no mundo uma mensagem de paz. Nelson Mandela morreu e já temos saudade de líderes como ele.
A vida de Mandela foi um mistério. Um surpreendente mistério! Não é fácil imaginar alguém sair de tantos anos de cárcere ininterrupto, radical e cruel como ele fez: com uma mensagem que visava a construção de uma nação, promovia esforços conciliadores em meio a uma sociedade violentamente dividida e recebia as pessoas com um sorriso nos lábios. Foi assim que Nelson Mandela, com mais de 70 anos de idade, saiu da prisão no dia 11 de fevereiro de 1990, depois de 27 anos preso. Um mistério carregado de graça, eu diria. A graça de Deus que moldou o seu coração e lhe deu entendimento para o tempo que ele vivia e o que dele se esperava. Nelson Mandela foi um presente de Deus para a África do Sul e para todos nós que tivemos o privilégio de ser inspirados pela sua estatura humana e a sua grandeza política. Ele foi um estadista da paz!
Eu não tive o privilégio de encontrá-lo pessoalmente, mas tive a oportunidade de recepcionar e escutar a sua atual esposa, Grace Machel. Num dos eventos que a Visão Mundial realizou na África do Sul, nós a ouvimos falar sobre o desafio de cuidar das crianças, especialmente das crianças pobres, no continente africano. Ela era, afinal, uma respeitada e confiável embaixadora da causa infantil e nós a recebemos com reverência, sabendo que ela tinha autoridade no que dizia. Ela também, assim como o seu esposo, tinha uma causa e um testemunho de vida dignos de serem recebidos com gratidão. Nós não somos tão famosos como Nelson Mandela nem como Grace Machel, mas a graça de Deus também quer nos dar uma causa pela qual vale a pena viver e morrer. Uma causa que busca a reconciliação das pessoas, a construção de uma nação mais justa e um cuidado para com as nossas crianças no objetivo de que elas possam florescer como Deus quer, para mencionar só alguns dos desafios que estão diante de nós hoje.
Hoje Nelson Mandela já não está entre nós e isso nos deixa mais pobres. Mas podemos estar certos de que não amanhecemos sem a graça de Deus, que o inspirou ontem e quer nos inspirar hoje. A graça de Deus nos alcança nos momentos e lugares mais difíceis, como o próprio Mandela experimentou, e nos leva a deixar a nossa vida ser marcada pela busca do perdão e da reconciliação, da justiça e da verdade, do amor e da esperança. E disso nós, que nos dizemos cristãos, deveríamos entender um pouco.

Valdir Steuernagel, pelo Conselho Gestor da Aliança